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Economia

Prévia do Índice de Confiança da Indústria recua 1,4 ponto comparado a maio

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Agência Brasil

Indústria e trabalhadores
Agência Brasil

A prévia do Índice de Confiança da Indústria apresentou queda em relação a maio, mas ainda é melhor do que janeiro

A prévia do Índice de Confiança da Indústria registrou este mês recuo de 1,4 ponto em relação a maio. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o resultado negativo, divulgado hoje (19), no Rio de Janeiro, seria determinado tanto pela piora na percepção dos empresários em relação à situação atual quanto pelas perspectivas futuras dos negócios.

Leia também: Frustração faz grandes empresas investirem menos que o planejado, aponta estudo

Até agora, o Índice da Situação Atual (ISA) cairia 1,8 ponto, indo para 96,7 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) diminuiria 1,0 ponto, para 94,9 pontos.

O resultado preliminar de junho sinaliza queda de 0,1 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci), para 75,2%.

Entretanto, é ainda superior ao registrado em janeiro deste ano, que foi de 74,3%. O resultado final de junho será divulgado pela FGV no dia 27.

Fonte: IG Economia
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Economia

Aumenta o número de brasileiros que recorrem ao crédito rotativo

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Aumenta o valor de dinheiro emprestado no crédito rotativo


Aumentou a quantidade de dinheiro emprestado através do crédito rotativo no cartão. Em 2018, R$34,2 milhões foram concedidos na modalidade e, em 2019, o número subiu para R$41,1 milhões, em um aumento de cerca de 20%. Os dados são do Banco Central

O crédito rotativo começa a valer quando o cliente não paga a fatura do cartão de crédito por completo, quitando apenas o valor mínimo, ou quando atrasa o pagamento. Nesse sentido, a inadimplência foi o que mais aumentou durante o período analisado. Em 2019, R$25,1 milhões do valor emprestado no rotativo foram de faturas atrasadas. Em 2018, foram R$19,9 milhões. 

Menor renda, mais rotativo

Dessa parcela da população que cai no crédito rotativo, a maior parte possui renda mais baixa, revelou uma pesquisa feita pelo Guiabolso, um aplicativo de gestão financeira. 

Leia também: Juro do cheque especial cai e do cartão de crédito sobe em 2019

O estudo dividiu os entrevistados em três faixas de renda: de R$1 mil a R$7 mil, de R$7 mil a R$15 mil e acima de R$15 mil. A quantidade de pessoas que usa mais de 50%  do limite do rotativo é 30% mais alta no grupo com menor renda , quando comparado com o grupo de maior renda. 

A modalidade de empréstimo é uma das mais caras do Brasil. Em 2019, o crédito rotativo fechou com taxa de juros média de 318,9% ao ano. O crescimento foi de 33,5 pontos percentuais, quando em comparação com o ano anterior. 

Rotativo: use com moderação

Apesar de caro , o rotativo é muito utilizado devido à sua facilidade . Assim como o cheque especial, ele se trata de um crédito emergencial e, portanto, é de rápido e fácil acesso aos clientes. O erro, porém, é utilizá-lo de forma irresponsável.

Leia também: Superendividados: 30 milhões de brasileiros não conseguem pagar suas dívidas

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o planejador Janser Rojo aconselha que se estabeleça um orçamento mensal dividido em categorias (como alimentação, diversão, vestuário e aluguel). Assim, o consumidor só deve usar o cartão quando tiver dinheiro disponível para aquele gasto específico. 

Para quem tem mais dificuldade de manter o controle, a dica dos especialistas é pedir para quem o banco reduza o limite disponível . Essa é uma forma de se forçar a reduzir os gastos evitando, assim, pagar mais caro nos juros do rotativo.

Fonte: IG Economia
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Economia

Ministério da Agricultura destrói 4 mil frascos de azeite falsificado

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Fiscalização destruiu 4 mil frascos de azeite falso arrow-options
Divulgação/Ministério da Agricultura

Fiscalização destruiu 4 mil frascos de azeite falso


Fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ( Mapa ) destruíram, durante a última sexta-feira (14), 4 mil frascos de azeite de oliva falso no interior do São Paulo . O produto foi encontrado em depósitos nas cidades de Araras, Ribeirão Preto e Araraquara.

A fraude foi descoberta quando a fiscalização constatou a adição de outros óleos vegetais, como óleo de soja, na composição dos azeites da marca Oliveiras do Conde , de fabricação da empresa Rhaiza do Brasil.

Leia também: 5 azeites são confirmados como falsos pela Vigilância Sanitária: veja as marcas

Os frascos apreendidos fazem parte do lote 34642823, e o descarte foi acompanhado por funcionários do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa no estado de São Paulo.  Os fiscais também autuaram a rede de supermercados que comercializava o azeite, sob o risco ser penalizada com uma multa de até R$ 500 mil.

De acordo com o Mapa, o procedimento de responsabilizar os comerciantes está contribuindo para reduzir irregularidades, uma vez que as multas são altas e isso exige que os vendedores fiquem atentos à qualidade dos produtos comprados no  no atacado.

Fonte: IG Economia
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