conecte-se conosco


Política MT

Presidente do DEM descarta Júlio Campos como vice de Emanuel Pinheiro e garante candidato próprio em Cuiabá

Publicado

Ex-governador foi citado pelo PTB e MDB para compor chapa do prefeito. Alberto Machado vê DEM como protagonista: “temos as melhores peças”

“O DEM não tem que se preocupar com candidato A, B ou C. Até porque até agora não vi falar em um nome de candidato a prefeito de Cuiabá. Para mim, o que foi dito até agora não passa de especulação”, afirmou ao Portal Odocumento, na tarde desta terça-feira (3), o presidente do Diretório Municipal do Democratas, o chefe de gabinete do governador Mauro Mendes (DEM), Alberto Machado, o Beto Dois a Um.

Beto Machado diz que tem feito essa leitura no partido. “Eu tenho falado: as melhores peças, os melhores gestores, os melhores projetos de futuro para Cuiabá estão no DEM. Por isso o DEM vai ter candidato em Cuiabá”.

Segundo ele, “o DEM tem que fazer o dever de casa. Construir uma chapa de vereadores vencedora, uma chapa que estamos formando para fazer de três a quatro vereadores e pensar num projeto majoritário para colocar Cuiabá no rumo do crescimento”.

Leia Também:  Autoridades cobram investimentos na infraestrutura para melhorar o escoamento da produção de MT

O presidente do DEM descartou qualquer possibilidade de o partido indicar um vice caso o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), busque a reeleição. “Algumas cidades já estão encaminhadas porque é inimaginável pensar que o DEM vai ser vice de alguém em Várzea Grande. Em Cuiabá é a mesma coisa. O DEM é um partido que tem o governador do Estado, um senador da República, o presidente da Assembleia”, disse.

“Temos um governador que é ex-prefeito de Cuiabá e que deixou a gestão com mais de 80% de aprovação. Eu acho que chegou a hora de o DEM ocupar o seu espaço de protagonista dentro das eleições majoritárias de 2020”, resumiu.

Conforme Beto Dois a Um, essa questão ficou definida em uma reunião que a cúpula do Democratas fez recentemente. “Em reunião há duas semanas, com o Júlio [Campos], Jaime, Fábio Garcia, Mauro Mendes, Mauro Carvalho, deliberamos sobre alguns assuntos, um deles foi sobre candidatura própria em Cuiabá, Várzea Grande e Cáceres, por exemplo”, argumentou.

O presidente do Democratas destaca que o partido tem vários nomes para enfrentar as urnas em 2020. “Nós temos muitos nomes. Temos Fábio Garcia, Júlio Campos, Mauro Carvalho, Gilberto Figueiredo. Falar que o Faiad convidou o Dr. Júlio, o Galindo também, para ir para o PTB, acho isso normal. Nosso quadro é muito bom mesmo. Quem não quer ter especialista, quem não quer ter um craque compondo o seu time?”, questionou, argumentando ainda que “se eles têm dificuldade de ter alguém com esse perfil, é comum que eles busquem onde estão as melhores peças”.

Leia Também:  Mesmo dividindo atuação com liderança do governo, Dilmar Dal Bosco fecha semestre com 100 matérias apresentadas

publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Política MT

Adversários históricos, Carlos Bezerra e Júlio Campos podem voltar a se enfrentar nas urnas em 2020

Publicado

Júlio Campos já levou a melhor sobre Bezerra em 1990

A disputa ao Senado da República, em uma eleição suplementar com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pode provocar um verdadeiro duelo de titãs entre dois ex-senadores e ex-governadores de Mato Grosso, o deputado federal Carlos Bezerra (MDB), que governou o Estado de 1987 a 1990, e o ex-governador Júlio José de Campos, histórico líder do Democratas no Estado, que governou de 1983 a 1986.

Bezerra foi senador no período de 1995 a 2002, e Júlio José de Campos foi senador em 1991 a 1998. Na ocasião, era uma só vaga ao Senado e Campos derrotou Bezerra.

Para justificar sua intenção em disputar a vaga de Selma Arruda, o deputado federal Carlos Bezerra diz que “é um desejo do partido e de aliados de fora do partido, entre eles, prefeitos de diversas cidades, que nos incentiva a disputar”.

Bezerra garante que está pronto para qualquer embate e que decide logo se vai encarar ou não a disputa. “Até o fim do ano vou decidir se vou ser candidato. Já tenho nove mandatos e o mandato de senador é de oito anos. É uma situação para pensar”, disse.


Carlos Bezerra garante que está pronto para exercer o cargo que ocupou entre 1995 e 2002

Aos 78 anos, Bezerra é presidente do MDB de Mato Grosso desde 1994, e tem sido reeleito em todas as renovações de diretório desde então. Militante histórico, ele foi um dos fundadores do antigo MDB e nunca mudou de partido. Em sua trajetória política, construiu uma vasta rede de apoiadores que chega aos quatro cantos do Estado.

Leia Também:  Senadora Selma quer votação da PEC da prisão na segunda instância

O ex-senador e ex-governador Júlio Campos afirma que a questão do Senado, no caso de eleição suplementar, será discutida no partido. “Nós vamos discutir internamente no partido. Não discutimos ainda. Depende do partido. Vamos definir. A cassação ocorreu agora e essa eleição será só em meados do ano que vem. Vamos ver isso entre o final do ano e início do ano que vem”, disse, ao acrescentar que está pronto para qualquer decisão do Democratas.

“Estou pronto, sou soldado do partido, tenho condições para disputar e ganhar as eleições ao Senado”, diz. Conforme Júlio Campos, “um partido que tem governador, tem mais de 25 prefeitos, 250 vereadores, uma base de filiados de 55 mil pessoas, tem toda a condição de ter candidatura ao Senado”, afirmou. Para completar, Júlio.

Continue lendo

Política MT

TRE nega remoção de vídeo de processo de cassação de deputado por suposta compra de voto

Publicado


Carlos Avalone queria que vídeo feito pela PRF no dia da apreensão de R$ 90 mil não fosse considerada como prova

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) negou por unanimidade a retirada do vídeo feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) do processo de pedido de cassação do deputado estadual Carlos Avalone Júnior (PSDB). Avalone havia entrado com mandado de segurança para que o vídeo fosse retirado dos autos e não constasse como prova.

O vídeo em questão foi feito por um policial rodoviário federal no dia 4 de outubro de 2018, três dias antes da realização do primeiro turno das eleições majoritárias de 2018, quando três homens foram detidos na BR-070, no município de Poconé, no sentido Cuiabá para Cáceres.

No carro, que tinha o vidro traseiro adesivado com o mote da campanha do deputado, foram encontrados R$ 89,9 mil, uma agenda manuscrita e santinhos eleitorais do candidato. Ao serem questionados sobre a origem do dinheiro, eles teriam entrado em contradição, não conseguindo explicar a origem da quantia.

Leia Também:  Senadora Selma quer votação da PEC da prisão na segunda instância

No vídeo, um dos detidos afirma que o dinheiro teria sido pego em um escritório em Cuiabá e que este local pertencia a Avalone, e era utilizado para pagamento de cabos eleitorais da campanha. E, de acordo com o depoimento feito pelo policial rodoviário federal, a gravação foi autorizada.

No julgamento, os desembargadores aplicaram a Súmula 22 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na qual consta que “não cabe mandado de segurança contra decisão judicial recorrível, salvo situações de teratologia ou manifestadamente ilegais”, seguindo assim o voto do relator, desembargador Sebastião Farias, em conformidade com o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral.

Com isso, o vídeo permanecerá no processo e será analisado no momento oportuno, ou seja, em sede de alegações finais.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana