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Economia

Presidente do BNDES anuncia nova diretoria

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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, disse hoje (12), ao anunciar a nova diretoria do banco, que a atuação da instituição será reforçada como um banco de serviços para o Estado brasileiro, concentrando atividades em projetos de impacto social.

Segundo Montezano, a principal mudança na direção da instituição é a criação de diretorias de Negócios e Serviços, cujo foco serão o atendimento a clientes públicos, destacando a União, estados e municípios. Será instituída a Diretoria de Relações Institucionais e Governo, com sede em Brasília, com a missão de atender os clientes públicos, viabilizando soluções que repercutam de forma positiva para os cidadãos brasileiros.

O secretário adjunto de Desestatização e Desinvestimento, Gustavo Montezano, será o novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Gustavo Montezano tomará posse na presidência do BNDES na terça-feira, em Brasília – Hoana Gonçalves/Ministério da Economia

O BNDES terá também uma diretoria de Compliance (governança) e uma de Recursos Humanos, que tratará da adaptação dos empregados à nova estratégia do banco.

Integram a nova diretoria do BNDES Leonardo Cabral (Privatizações), Adalberto Vasconcelos (Relações Institucionais e Governo), Ricardo Barros (Operações), Alexandre Marques (‘Compliance’) e Saulo Puttini (Jurídica). Os titulares das outras três diretorias (Empresas, Estratégia e Transformações Digitais e Finanças) ainda não foram definidos. Denise Pavarina, Roberto Marucco e José Flávio Ramos permanecem interinamente ocupando esses cargos durante o período de transição.

Gustavo Montezano tomará posse na próxima terça-feira (16), no Palácio do Planalto, em Brasília. Ele assume o lugar de Joaquim Levy, que pediu demissão da presidência do BNDES em junho.

Edição: Fernando Fraga
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Economia

IPVA SP: acaba hoje prazo de pagamento com desconto para novo grupo

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IPVA SP
Reprodução: ACidade ON

IPVA SP

Termina nesta quarta-feira (19) o prazo para donos de veículos com placa terminada em 8 pagarem o IPVA com desconto no estado de São Paulo. Segundo o calendário, amanhã é a vez dos motoristas com a placa terminada em 9. 

De acordo com a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo, em 2022 o tributo está em média 22,54% mais caro para os proprietários de veículos, com base em estimativa dos preços praticados no varejo, realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Isso porque o tributo tem como base o valor dos veículos no ano anterior, que registraram forte valorização pela falta de semicondutores, por conta do desequilíbrio que a pandemia provocou nas cadeias globais de produção.

É possível pagar o tributo de três formas: 

  • Cota única em janeiro, com desconto de 9%;
  • Cota única em fevereiro, com desconto de 5%;
  • Parcelando em 5 vezes, de fevereiro a junho, com 5% de desconto, de acordo com o final de placa.

No último ano foi possível parcelar apenas em três vezes, mas como os carros usados se valorizaram o governo decidiu aumentar o número de parcelas.

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Para os donos de carros 0 km o desconto segue sendo de 3%. Para isso é necessário pagar  até o quinto dia da emissão da nota fiscal. Os que preferirem também poderão parcelar em cinco vezes, sem desconto.

Veja o calendário

Para pagar o tributo, basta ir até uma agência bancária, um terminal de autoatendimento ou acessar o internet banking. Também é possível fazer o pagamento em casas lotéricas ou em sites de empresas credenciadas à Secretaria da Fazenda. Nessas empresas, é possível pagar o IPVA com cartão de crédito, mas elas cobram juros para parcelar com cartão.

Quem não pagar até o vencimento sofre com multa de 0,33% por dia de atraso. Passados 60 dias, o percentual da multa é fixado em 20% sobre o valor do tributo. A multa pode chegar a 40% do valor do veículo ou até apreensão do mesmo, além de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

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Economia

Governo recua e mantém obrigatória matrícula escolar a Jovem Aprendiz

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Governo recua e mantém obrigatória matrícula escolar a Jovem Aprendiz
Divulgação

Governo recua e mantém obrigatória matrícula escolar a Jovem Aprendiz

O Ministério do Trabalho e Emprego desistiu da ideia de abolir a exigência de matrícula escolar de jovens aprendizes para tentar aumentar o preenchimento de vagas nas empresas. O Grupo de Trabalho da Aprendizagem Profissional — responsável por discutir o assunto — emitiu uma nota pública nesta terça-feira (18), reafirmando o entendimento consensual de que é fundamental manter esses jovens na escola. O documento foi assinado pelos representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo federal.

“A necessidade de a aprendizagem profissional estar estreitamente conectada com o sistema educacional, em especial o novo ensino médio e o sistema público de ensino, que abriga nossos jovens mais vulneráveis, e com a presença inegociável do aprendiz na escola. Nesse sentido, é fundamental que o instituto da aprendizagem profissional seja um forte instrumento para a manutenção dos jovens brasileiros na escola, reduzindo as altas taxas atuais de evasão escolar no ensino médio e contribuindo para a redução do desemprego juvenil”, diz um trecho da nota.

O grupo ainda defendeu a necessidade de se adotar medidas para elevar o número e aprendizes contratados, em especial os mais vulneráveis, e melhorar a qualidade da formação desses jovens, elevando a empregabilidade.

Um relatório final ainda será apresentado pelo grupo de trabalho, com sugestões de melhorias para o programa. O documento deverá ser levado ao Conselho Nacional do Trabalho em março.

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Entenda

O gupo de trabalho foi criado para discutir como ampliar o cumprimento da cota de aprendizagem pelas empresas e dar mais oportunidades de inserção de jovens a partir de 14 anos no mercado de trabalho.

Segundo a Lei 10.097/2000, médias e grandes empresas devem contratar aprendizes, cumprindo um percentual mínimo de 5% e máximo de 15% de vagas dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento, cujas funções demandem formação profissional. O contrato de aprendizagem não pode durar mais de dois anos.

No entanto, segundo o Ministério do Trabalho e Previdência, a taxa de contratação de aprendizes não ultrapassa 50% do potencial. Por isso, o governo defende mudanças na legislação.

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