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Presa pela 2ª vez na Praça Popular, jornalista é solta e se envolve em confusão no Zero KM

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Jornalista flagrada nesta quinta-feira em confusão na região do Zero KM, em Várzea Grande

A jornalista Nildes de Souza, de 37 anos, se envolveu em nova confusão, horas após ser presa pela segunda vez na noite desta quarta-feira (13), em um bar na Praça Popular, em Cuiabá. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram a mulher correndo atrás de um homem no inicio da manhã desta quinta-feira (14), na região do Zero Quilômetro, em Várzea Grande.

Ela foi presa na madrugada de terça-feira (12) por jogar cerveja em uma viatura e também no rosto de um policial em um bar, na Praça Popular. Foi solta  após passar por audiência de custódia, onde foi determinado o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição dela frequentar bares.

Porém, ela voltou a ser presa na noite de ontem no mesmo estabelecimento e com a tornozeleira desligada. Nildes foi encaminhada novamente à Central de Flagrantes, onde foi ouvida no plantão e liberada. Depois, ela foi flagrada se envolvendo em nova confusão no Zero Quilômetro. Não há a informação se houve acionamento da Polícia Militar.

Entenda

Na madrugada de terça-feira, policiais faziam rondas, pela Praça Popular, local onde há grande fluxo de pessoas nos bares, quando a jornalista teria jogado uma garrafa de cerveja na viatura. Os militares desceram da viatura e se aproximaram da mulher para conversar. Na versão da PM, a cliente começou a desacatar os policiais, com xingamentos e ofensas.

Vídeos registrados por testemunhas mostram o momento em que a mulher, que segurava um copo de cerveja na mão, joga o objeto contra o rosto de um dos policiais. A cliente foi cercada por dois policiais e dois seguranças, mas reagiu e tentou agredir o grupo. Ela resistiu até que foi colocada no chão e imobilizada com os braços para trás pelos policiais e pelo segurança. Conforme a PM, a cliente apresentava sinais de embriaguez e foi encaminhada à Central de Flagrantes.

Nildes passou por audiência de custódia e disse à Justiça que tem transtorno bipolar, é dependente química e é responsável por dois filhos menores de idade. Mesmo com o comportamento negativo dela, a magistrada concedeu liberdade com a condição do pagamento de fiança no valor de um salário-mínimo. Ela terá que fazer uso de tornozeleira eletrônica, não poderá frequentar bares ou boates e terá que seguir outras medidas cautelares.

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Polícia Civil conclui inquérito e indicia sete pessoas pela morte de advogado durante assalto em racho no interior

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Vítima foi morta com tiro na cabeça. Dentre os indiciados estão dois menores de idade e o contador João Fernandes Zuffo

O inquérito que apurava o assassinato do advogado João Anaides Cabral Neto, de 50 anos, foi concluído nesta quinta-feira (28) e encaminhado à Justiça. Sete pessoas,  dentre elas o contador João Fernandes Zuffo, que segue foragido, foram indiciadas pelos crimes de roubo majorado, corrupção de menores e organização criminosa, e dois adolescentes respondem por ato infracional análogo aos crimes de roubo majorado e por organização criminosa.

João Anaides foi morto durante um assalto em um rancho da zona rural de Juscimeira, a 164 km de Cuiabá, em julho deste ano. O delegado Ricardo Franco Oliveira, da Delegacia de Juscimeira, informou que, ao todo, nove pessoas teriam participado do crime, sendo sete adultos e dois adolescentes. Dos sete indiciados, dois estão presos e cinco foragidos. Segundo o delgado, todos tiveram as prisões preventivas decretadas pela Vara Única da Comarca de Juscimeira.

 

 

 

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Suspeito é preso em flagrante durante operação de combate a crime ambiental em Comodoro

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Um homem suspeito da prática de crime ambiental foi preso em flagrante pela Polícia Civil junto a equipe do Corpo de Bombeiros Militar, na quarta-feira (27.10), durante ação em apoio à Operação Abafa, deflagrada na zona rural de Comodoro (644 km a oeste de Cuiabá).

Durante as diligências pela estrada do Porto Municipal, cerca de 80 quilômetros de Comodoro, os policiais avistaram uma máquina de esteira, em atividade de derrubada de vegetação sem as devidas autorizações ambientais.

As autoridades competentes já tinham conhecimento que todo o polígono do local estava sendo derrubado, sendo embargado judicialmente para recuperação vegetal. O operador da máquina foi abordado pelos policiais e não forneceu qualquer licença ambiental que autorizasse a conduta.

Questionado sobre os fatos, o suspeito disse que foi contratado por um senhor em Pontes e Lacerda para realizar a derrubada, porém que não lembrava o nome do contratante.

Diante dos fatos, o operador foi conduzido à Delegacia de Comodoro, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante pelo crime ambiental, Destruir ou danificar floresta considerada de preservação permanente, previsto no artigo 38 da Lei 9.605/98.

Fonte: PJC MT

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