conecte-se conosco


Educação

Prêmio Professor Transformador anuncia vencedores

Publicado


.

A cerimônia de premiação da primeira edição do Prêmio Professor Transformador será realizada em dois dias, hoje (14) e amanhã (15). Em função da pandemia do novo coronavírus, o evento será online e aberto à participação do público, que deverá fazer a inscrição antecipada no site do prêmio.

Serão premiados os três primeiros colocados nas categorias Educação Infantil, Ensino Fundamental 1 e 2 e Ensino Médio. O prêmio foi lançado no ano passado, visando a destacar projetos educacionais inovadores, alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), desenvolvidos por professores da educação básica em todo o país.

O encontro reunirá especialistas para debater os desafios dos professores no contexto da pandemia e apresentar ferramentas e soluções que passam por temas como estresse, autocuidado, pedagogia da emergência e alegria na educação. Os 12 projetos educacionais mais transformadores do Brasil, selecionados pelo prêmio, serão apresentados durante o evento.

O Prêmio Professor Transformador é promovido em conjunto pela Base2Edu, Bett Educar, Instituto Significare. Nessa primeira edição, o concurso recebeu mais de 1.200 projetos de todo o país, resultando na seleção de 12 finalistas.

Programação

A palestra do terapeuta social, psicopedagogo e cofundador da Associação da Pedagogia de Emergência no Brasil, Reinaldo Nascimento, abre a programação do primeiro dia do evento, com o tema Como a educação pode transformar crises em oportunidades?. Em seguida, os professores finalistas nas categorias Educação Infantil e Ensino Fundamental I apresentarão seus projetos. A especialista em Mindfulness (estar atento) e fundadora da Mindkids, Daniela Degani, encerrará os trabalhos no dia 14, abordando o tema Mindfulness em sala de aula: redução de estresse de alunos e professores.

No dia seguinte (15), o encontro online começará com palestra do ator Wellington Nogueira, fundador da organização não governamental (ONG) Doutores da Alegria no Brasil, sobre Alegria + Sala de aula = Encontro Potente. Em seguida, os professores finalistas nas categorias Ensino Fundamental II e Ensino Médio apresentarão seus trabalhos.

O ciclo de palestras será encerrado por Lia Glaz, líder do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre o Professor, enquanto a área de políticas docentes do Instituto Península apresentará os resultados da pesquisa Sentimento e percepção dos professores brasileiros nos diferentes estágios do novo coronavírus no Brasil.

Finalistas

Na categoria Educação Infantil, os finalistas são Anderson Kubiaki, com o projeto Um Brinquedo Chamado Natureza – Aldeia da Fraternidade – Porto Alegre/RS; Graziela Dalcastagner – Projeto Amigos da Horta – Sesi Escola – Brusque/SC; Raelen Gonçalves – Projeto Extra, extra, extra: tá na hora de brincar – Escola Municipal Profª Therezinha Soares – Mogi das Cruzes/SP.

Os finalistas na categoria Ensino Fundamental 1 são Alberto Rodrigues – Projeto Códigos da Cidade – EMEIF Gilberto Bonafé – Piraju/SP; Edivanderson Lopes – Projeto Plantando Conhecimento – Escola Municipal Santa Cruz – Santarém/PA; e Janaína Fernandes – Projeto Fábrica de Aventuras – Colégio Espanhol Santa Maria Minas – Belo Horizonte/MG.

Os projetos finalistas na categoria Ensino Fundamental 2 são dos professores Francilda Fonseca – Projeto Sarilho: a história vira cena – Escola Municipal Santa Bárbara – Santa Bárbara/MA; Mytse Nogueira – Projeto Operação Carne Forte: estudo dos nutrientes a partir da carne – Escola Municipal Profª Scintilla Exel – Queimados/RJ; e Raquel Zandonadi – Projeto Fanfiqueiros de Papel – Escola Municipal Sebastião Tavares de Oliveira – Praia Grande/ SP.

Por último, os finalistas na categoria Ensino Médio são Flávia Arante – Projeto Clube da Luta – Cólegio Uninove – Vila Maria/SP; Henrique Pereira – Prioridade: Vida – Metodologias Ativas no Estudo do Corpo Humano – Escola Estadual Ângelo Scarabucci – Franca/SP; e Márcia Ribeiro – ProjetoCiências com Elas: Meninas mudando seu mundo para mudar o mundo – Instituto Federal do Tocantins /TO.

Premiação final

Os primeiros colocados em cada categoria do 1º Prêmio Professor Transformador receberão prêmio em dinheiro no valor de R$ 7 mil, cada um, e uma viagem internacional para participar da Bett Educar 2021, em Londres, na Inglaterra. Os segundos e terceiros colocados também receberão prêmios em dinheiro, no valor de R$ 2,5 mil cada. Após a solenidade, será anunciada a data do início das inscrições para a segunda edição do prêmio.

 

Edição: Graça Adjuto

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

Pais acreditam que qualidade do ensino caiu na pandemia, diz pesquisa

Publicado


.

Pesquisa do Instituto DataSenado divulgada nesta quarta-feira (12) aponta que, na percepção de 63% dos pais ou responsáveis ouvidos, a qualidade do ensino entre os alunos que tiveram aulas remotas, diminuiu. Para 22%, a qualidade das aulas permaneceu igual e apenas 8% indicam que houve melhora no ensino com a mudança de formato. Pelo levantamento, 75% dos pais que tiveram filhos em aulas remotas nos últimos 30 dias preferem que as aulas voltem a ser presenciais quando a pandemia acabar.

O levantamento, apresentado hoje para especialistas em educação de várias entidades, realizado por telefone entre os dias 24 e 28 de julho com 2,4 mil brasileiros, revela ainda que entre os pais com filhos matriculados em instituições públicas, 40% disseram que as aulas foram majoritariamente suspensas nos últimos 30 dias. No caso de matriculados em instituições privadas, o mesmo ocorreu com 18% dos ouvidos.

Acesso à Internet

A diferença de acesso à Internet entre rede pública e privada é outro dado da pesquisa. Nos lares com estudantes em aulas remotas na rede pública, 26% não possuem internet. Na rede privada, o percentual cai para 4%.Também segundo os resultados, o celular (64%) é meio mais utilizado para acessar aulas e material de estudo. O computador vem na segunda posição, utilizado por 24% dos alunos ouvidos.

“A tecnologia é algo fundamental no novo normal da educação e os que não a possuem são prejudicados, o que nos leva a inferir da necessidade urgente de políticas públicas que minimizem a desigualdade social que assola o Brasil e atinge horizontalmente o ensino”, ressaltou o senador Flávio Arns (Rede-PR), que é o relator do Novo Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação] no Senado.

Para a professora Izabel Pessoa, que nos próximos dias assumirá a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, o ensino híbrido precisa ser levado mais a sério no Brasil. “Não se trata de escolher modalidade presencial ou à distância. A educação híbrida é uma realidade e não prescinde da educação presencial”, observou. Ela lembrou que o impacto com a suspensão das aulas é um desafio mundial. ” Isso vai ajudar a gente a se abrir. Há um preconceito com Educação à distância. Temos que compreender como a educação mediada pelas tecnologias pode ajudar a educação no Brasil. Vamos ter que encontrar as resposta juntos”, avaliou.

Um outro dado que a pesquisa traz é em relação aos alunos do ensino infantil, fundamental e médio que tiveram aulas remotas nos últimos 30 dias, sete em cada dez pais relataram que o filho recebeu as atividades da escola por meio online e outros 20% buscaram o material na escola, o que comprova o abismo educacional daqueles que não possuem acesso à internet.

Fundeb

No dia 20 de agosto, o Senado votará a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 26/2020), que torna permanente o Fundeb e amplia gradativamente a participação da União para 23%. Para entrar em vigor, a PEC precisa ser aprovada em dois turnos de votação e alcançar, em cada um deles, pelo menos, 49 votos favoráveis. O relatório do senador Flávio Arns mantém o mesmo texto já aprovado pelos deputados no mês passado.

Durante a apresentação da pesquisa, Arns destacou a importância do Fundeb para a valorização dos professores e para estimular que novos educadores ingressarem na carreira, já que mais da metade dos recursos vão para pagamento desses profissionais. O parlamentar exemplificou como uma das alternativas para melhorar a conectividade dos alunos, a aprovação da proposta do senador Confúcio Moura (MDB-RO) que trata da aplicação dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para ensino a distância. De acordo com o projeto (PL 2.599/2020), que aguarda análise do plenário do Senado, o dinheiro será destinado para a educação básica pública durante a emergência de saúde provocada pela covid-19 e poderá ser usado na aquisição de computadores e serviços de acesso à internet, entre outras finalidades.

Na avaliação da representante do Movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, por causa das novas necessidades impostas pela pandemia e do agravamento da crise na educação pela queda no orçamento de estados e municípios, o Fundeb é importante, mas não supre todas as necessidades da escola. Para Priscila Cruz, além de do Fundo, Executivo e Legislativo devem se dedicar à aprovação de um fundo emergencial específico para Educação para socorrer governadores e prefeitos.

Edição: Aline Leal

Continue lendo

Educação

Uerj abre inscrições para programa de auxílio à inclusão digital

Publicado


.

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) abriu hoje (10) inscrições para o Programa de Auxílio Inclusão Digital, voltado aos estudantes da instituição. Serão beneficiados 12 mil alunos de graduação, pós-graduação e do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (Cap/Uerj). A iniciativa é da Pró-reitoria de Políticas e Assistência Estudantis (PR-4).

O objetivo é democratizar as condições técnicas necessárias para promover o acesso dos alunos à internet, durante o período acadêmico emergencial, que será iniciado no dia 14 de setembro, com aulas e atividades remotas. As inscrições se estenderão até o dia 28 deste mês e podem ser feitas na página eletrônica da PR-4, ou do Departamento de Articulação, Iniciação Acadêmica e de Assistência e Inclusão Estudantil.

De acordo com o edital, a universidade vai fornecer chips com franquia de serviços de dados móveis para os estudantes com renda familiar per capita, isto é, por indivíduo, de até dois salários mínimos. Os alunos deverão assinar a Declaração de Vulnerabilidade Socioeconômica específica. Os estudantes cotistas e aqueles que recebem bolsa permanência estão dispensados de apresentar comprovação de renda, mas precisam se inscrever solicitando o Auxílio Inclusão Digital, salientou a Uerj, por meio de sua assessoria de imprensa.

Renovação

O auxílio terá a duração de seis meses, podendo ser renovado por igual período. Caso haja retorno às aulas presenciais antes do término desse prazo, os chips serão cancelados automaticamente.

A pró-reitora de Políticas e Assistência Estudantis, Catia Antonia da Silva, analisou que esse é um passo importante que a Uerj dá em direção à efetiva inclusão digital dos alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por que as aulas remotas, em plena pandemia, “têm de chegar a todos. Não fazer nada seria fechar os olhos a uma realidade tão diversa. Muito me orgulha que a Uerj esteja sempre atenta a essas questões, se posicionando e promovendo ações que de fato democratizem o acesso de sua comunidade estudantil à educação”.

Edição: Valéria Aguiar

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana