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Internacional

Premiê britânico deixa UTI, mas segue em observação no hospital

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O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, deixou a unidade de terapia intensiva do hospital onde está internado em Londres, à medida que se recupera da covid-19, informou o gabinete do premiê.

Johnson, de 55 anos, deu entrada no Hospital St Thomas na noite de domingo (5) com febre e tosse persistentes, sendo transferido na segunda-feira para a UTI, onde passou três noites. Ele continua em observação no hospital.

“O primeiro-ministro foi transferido dos cuidados intensivos de volta para o quarto, onde receberá monitoramento rigoroso durante a fase inicial de sua recuperação”, disse um porta-voz do governo em comunicado enviado por e-mail. “Ele está de extremo bom humor.”

Johnson foi o primeiro líder mundial a ser hospitalizado com covid-19, o que o forçou a passar o comando do país, que tem a quinta maior economia do mundo, ao ministro das Relações Exteriores, Dominic Raab, exatamente no momento em que o Reino Unido se aproxima do pico da doença.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou no Twitter que a melhora no estado de saúde de Johnson é uma “ótima notícia”.

A saída do premiê britânico da UTI desencadeou leve recuperação no valor da libra esterlina frente ao dólar.

No entanto, o comunicado do governo não forneceu detalhes sobre quando Johnson poderá retomar a liderança do país. Dominic Raab  ressaltou a importância de que o primeiro-ministro foque agora em sua recuperação.

*Agência de notícias britânica

 

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Internacional

Trump promete enviar tropas para conter violência em protestos

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (1º) que irá alocar milhares de soldados armados e policiais nas ruas da capital norte-americana e prometeu fazer o mesmo em outras cidades se prefeitos e governadores não conseguirem reconquistar o controle das ruas. 

“Prefeitos e governadores devem estabelecer uma presença esmagadora de agentes da lei até que a violência seja contida”, disse Trump em pronunciamento nos jardins da Casa branca enquanto autoridades dispersavam manifestantes com gás lacrimogêneo a algumas quadras de distância.

“Se uma cidade ou Estado se recusar a adorar as ações necessárias para defender a vida e a propriedade de seus residentes, então eu irei enviar os militares dos Estados Unidos e resolverei o problema rapidamente para eles.”

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Internacional

Autópsias dizem que Floyd foi assassinado, mas diferem em causas

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floyd
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George Floyd foi asfixiado por policial durante uma abordagem


Duas autópsias, divulgadas nesta segunda-feira (1º), concordam: a morte de George Floyd foi um homicídio.

Mas os laudos, uma de uma agência governamental e outra de médicos que trabalhavam com a família Floyd, diferiam quanto às causas específicas de morte e se havia fatores contribuintes além do policial de Minneapolis ter ajoelhado em seu pescoço.

Saiba mais: Trump ameaça mobilizar militares se estados não pararem protestos

O Instituto Médico Legal do condado de Hennepin disse que Floyd morreu de “parada cardiopulmonar complicando a aplicação da lei, restrições, contenção e compressão do pescoço”. O médico legista também citou condições significativas de contribuição, dizendo que Floyd sofria de uma doença cardíaca e estava com muito fentanil e havia usado metanfetamina momentos antes de sua morte.

As conclusões do legista diferiram dos resultados de uma autópsia particular encomendada pela família de Floyd, que foi divulgada poucas horas antes. O laudo apontou que Floyd morreu não apenas por causa da pressão causada pelo joelho do policial de Minneapolis no seu pescoço, mas também por causa dos outros policiais que ajudaram a segurá-lo.

Allecia M. Wilson, da Universidade de Michigan, e Michael Baden, ex-médico legista de Nova York, foram contratados pela família de Floyd para ajudar a determinar sua causa de morte. Baden disse que a autópsia “mostra que Floyd não tinha nenhum problema médico subjacente que causou ou contribuiu para a sua morte”.

Derek Chauvin, o ex-policial que foi visto em um vídeo ajoelhado no pescoço de Floyd – mesmo depois que Floyd perdeu a consciência – foi acusado de assassinato em terceiro grau. Antonio Romanucci, advogado da família, disse que o peso de dois outros policiais nas costas de Floyd impediu que o sangue atingisse seu cérebro e o ar atingisse seus pulmões.

Medaria Arradondo, chefe do Departamento de Polícia de Minneapolis, disse, em entrevista à CNN, que três ex-policiais que estavam presentes quando Chauvin se ajoelhou no pescoço de Floyd – e que não intervieram – foram cúmplices de sua morte.

Fonte: IG Mundo

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