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Economia

Prejuízo da suspensão da carne bovina da China pode chegar a R$ 500 milhões aos pecuaristas de MT

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De acordo com o Imac, prejuízo diário pode ser de R$ 24,9 milhões

A suspensão da carne bovina para China pode causar prejuízo de R$ 500 milhões à indústria pecuaristas de Mato Grosso, segundo o Instituto Mato-Grossense da Carne (Imac). O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou a suspensão, em setembro deste ano, após o registro de dois casos atípicos de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), popularmente conhecida como ‘vaca louca’, em Mato Grosso e em Minas Gerais.

O prejuízo diário decorrente da suspensão das vendas de carne bovina para China é de US$ 4,4 milhões (R$ 24,9 milhões na cotação atual).

Segundo o Imac, caso a produção não seja destinada a outros mercados, o impacto gerado no mês de outubro, considerando o ritmo das exportações em 2021, indica uma perda de faturamento com as exportações de até US$ 88 milhões (quase R$ 500 milhões na cotação atual) somente para Mato Grosso.

De acordo com o instituto, dados preliminares da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam uma redução de 30,19% no valor diário movimentado pelas exportações de carne bovina para todos os países. Com relação ao volume, a queda é de 43% por dia, referente aos 10 dias úteis de outubro/21.

Um levantamento realizado pelo Imac aponta ainda uma queda na atratividade das exportações de carne bovina para a China em 2021. Em 2020, o índice de atratividade era, em média, 123,1 e em 2021, a média de janeiro a setembro, o índice caiu para 94,3.

O indicador apresenta quantas arrobas podem ser compradas com a venda de uma tonelada de carne exportada. Com maior oferta de carne no mercado interno, há perspectivas de que o preço da carne reduza no mercado local, caso as exportações não sejam retomadas em curto prazo. A arroba do boi e o preço da carne no atacada já estão sendo negociados em valores menores.

 

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1 comentário

1 comentário

  1. Dr. Jose Ruela disse:

    Mato Grosso é um estado que vem sistematicamente sendo desmatado para abrir pasto para criação de gado, cuja maior parte da carne é vendido para a China. A carne vendido para a China não contribui com impostos ao Estado de Mato Grosso (Lei Khandir). Para piorar a situação os produtores da bovinocultura gozam de inúmeros benefícios fiscais, enquanto nós consumidores finais pagamos um absurdo de ICMS sobre o alimento da cesta básica, incluindo a carne. A população de baixa renda há muito não sabe o que é carne, pois, está na fila do osso. Então, o que penso dessa situação toda? VIDA LONGA AO EMBARGO CHINÊS!!!

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Economia

Variante sul-africana da Covid-19 derruba preço do Petróleo em 11,5%

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Variante sul-africana da Covid-19 derruba preço do Petróleo em 11,5%
Reprodução: ACidade ON

Variante sul-africana da Covid-19 derruba preço do Petróleo em 11,5%

Os preços do petróleo despencaram mais de 11% nesta sexta-feira, na pior sessão diária desde abril do ano passado, em meio ao temor generalizado da nova variante do coronavírus, descoberta na África do Sul.

O preço do contrato para janeiro do barril do Brent, usado como referência mundial, caiu 11,5%, cotado a US$ 72,72 em Londres. Já os preços do WTI, referência americana, recuaram 13%, negociados a US$ 68,15 em Nova York.

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Ambos os contratos contabilizam sua quinta semana de perdas e registraram suas maiores perdas em números absolutos desde abril de 2020, quando, pela primeira e única vez, o WTI ficou negativo.

Os traders esperavam que o petróleo dos EUA fechasse abaixo de US$ 70 na sexta-feira, suporte técnico para o mercado.

“A resposta óbvia para a preocupação com uma nova variante é uma possível restrição às viagens internacionais, o que é mortal para o complexo petrolífero”, disse John Kilduff, sócio da Again Capital LLC.

A OPEP está monitorando a evolução da nova variante do coronavírus, disseram fontes na sexta-feira, com alguns expressando preocupação de que as perspectivas para o mercado de petróleo possam piorar a menos de uma semana de uma reunião para fixar a política de produção.

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Bolsonaro: grande problema do preço dos combustíveis é politica da Petrobras

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Bolsonaro: grande problema do preço dos combustíveis é politica da Petrobras
O Antagonista

Bolsonaro: grande problema do preço dos combustíveis é politica da Petrobras

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar nesta sexta-feira (26) o preço dos combustíveis, mas dessa vez ao alvo não foi o imposto estadual e sim a política de paridade internacional adotada pela Petrobras em 2016. O mandatário disse que “recebeu informações” sobre futura alta no preço das passagens urbanas. 

“Entre outros problemas, é o ICMS? Sim”, disse. “Agora, qual o grande problema? Paridade com o preço internacional.  Por que? Somos obrigados a importar em torno de 25% de diesel e gasolina”. 

O preço de paridade de importação (PPI) reflete os custos totais para internalizar um produto. É uma referência calculada com base no preço de aquisição do combustível (no caso do Brasil, geralmente o preço negociado em Houston, nos EUA). Durante o governo do ex-presidente Michel Temer a estatal assumiu a política no estatuto. 

Hoje, devido à  variante sul-africana do novo coronavírus, o Petróleo Brent recuou 11,42%, representando uma queda de US$ 9,32 no peço do barril.

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Elevação nas passagens

Bolsonaro disse ainda que “recebeu informações” sobre uma elevação “considerável” no preço das passagens de transportes urbanos devido à elevação no preço dos combustíveis. 

“Chegou pra mim documentos, informações que teremos uma alta considerável no preço da passagem dos transportes urbanos”, afirmou.

Perguntado sobre onde seria o aumento, Bolsonaro disse que “quase que geral”, graças à alta nos preços. “Isso aí vai bater nos mais pobres”, finalizou.

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