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Prefeitura e Governo de São Paulo anunciam 29 mil moradias populares

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Governador de São Paulo,João Doria, e Ricardo Nunes, prefeito da capital
Governo de São Paulo

Governador de São Paulo,João Doria, e Ricardo Nunes, prefeito da capital


A cidade de São Paulo vai ganhar 29 mil unidades habitacionais construídas pelo poder público. A construção foi anunciada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) e pelo governador João Doria (PSDB), parceiros no investimento, nesta quarta-feira (13).

Segundo Nunes, serão quase R$ 2,2 bilhões de recursos em conjunto, sendo R$ 1,3 bilhão da prefeitura e R$ 857 milhões do governo estadual. Com as obras, a geração de empregos deve chegar a 110 mil vagas.

De acordo com o prefeito, a meta da atual gestão é fazer 49 mil unidades até 2024. “As pessoas terão a sua residência, a sua dignidade e o trabalhador poderá ter seu descanso e cuidar dos filhos”, defendeu durante evento no Palácio dos Bandeirantes.


Em meio a essas iniciativas, na última sexta-feira (9), Nunes sancionou o novo programa habitacional da cidade, batizado de “Pode Entrar”. O projeto visa impulsionar a produção de unidades de interesse social na capital paulista, com ferramentas que ajudem na redução do déficit habitacional, como a chance de que a própria prefeitura adquira imóveis da iniciativa privada, entre outras ações.

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Sábado será quente e sem chuva em São Paulo

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Previsão do tempo São Paulo
Pixabay/Creative Commons

Previsão do tempo São Paulo

O sol predomina e o calor volta neste sábado (23), em São Paulo. A madrugada continua sendo fria, mas ao decorrer do dia as temperaturas podem passar dos 30ºC. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) divulgou que a mínima será de 14ºC e a máxima de 30ºC.

No final da tarde, o tempo começa a ficar nublado por conta de uma brisa marítima que atinge a Grande São Paulo. A umidade do ar na cidade oscila entre 30% e 90%.

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Nacional

Auxílio aluguel para moradores de áreas de risco será R$ 600 em São Paulo

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Desabamento em Paraisópolis em outubro de 2021
Divulgação/ Corpo de Bombeiros

Desabamento em Paraisópolis em outubro de 2021


O valor do auxílio aluguel pago pela Prefeitura de São Paulo vai passar de R$ 400 para R$ 600 num período máximo de 18 meses. O benefício será para pessoas que residem em áreas de alto risco em intervenções ou obras realizadas pela própria administração municipal, com o compromisso de atendimento habitacional definitivo.

Essa foi uma das propostas apresentadas aos moradores e lideranças da região do Córrego Antonico, em Paraisópolis, nesta sexta-feira (22). A medida deve atender às 1.500 famílias que residem em cima do córrego .

Na apresentação, estiveram presentes os secretários da Habitação, Orlando Faria, de Assistência Social, Carlos Bezerra, e de Projetos Estratégicos, Alexis Vargas e o coordenador geral da Defesa Civil, Joel Malta de Sá. Cada um destacou as ações planejadas por suas pastas após o desabamento ocorrido na região no último sábado (16).

Em Paraisópolis, 19 famílias que tiveram suas casas interditadas já estão autorizadas a receber o benefício de auxílio aluguel provisório. As formas de atendimento habitacional definitivo serão oferecidas por meio do programa “Pode Entrar”, sancionado em setembro deste ano, com previsão de regulamentação até novembro.

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A iniciativa oferece uma Carta de Crédito aos beneficiários. Ela funciona como um subsídio para a aquisição do imóvel e a conta garantidora, que faz com que a prefeitura garanta crédito para as pessoas que não conseguem comprovar renda ou que não tenham acesso ao sistema bancário. O valor dessa carta vai variar de acordo com a renda do cidadão, com limite de R$ 120 mil, não reembolsável.

Além disso, o secretário Orlando Faria mencionou a possibilidade de a gestão adquirir imóveis privados para fins de habitação de interesse social, garantindo redução dos custos e tempo de entrega. “Já fizemos uma pesquisa na região e já mapeamos 6 mil unidades de interesse social que a Prefeitura pode comprar”, adiantou.

A administração municipal frisa que o plantão social, tanto da habitação como da Assistência Social permanece na região. “Porém nenhuma família aceitou a oferta de ser abrigada pelos serviços municipais, inclusive em hotéis”, explicou o secretário, Carlos Bezerra.

Interdição

Segundo o comandante da Defesa Civil, foram vistoriados e selados 32 imóveis, sendo sete deles comerciais, no local do desabamento. A prefeitura ressalta que, para o avanço das obras no local, é fundamental que as famílias aceitem alguns dos benefícios ofertados, deixando suas casas que se encontram em área de risco hidrológico. Após a desocupação de toda a área, as intervenções de engenharia poderão ser iniciadas.

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