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Prefeitura do RJ destrói comércios irregulares montados em calçada na Taquara

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Prefeitura do Rio realiza demolição de comércio irregular na Taquara
Talita Galhardo / Subprefeita de Jacarepaguá

Prefeitura do Rio realiza demolição de comércio irregular na Taquara


Estruturas metálicas irregulares , que funcionam como comércios, erguidas na calçada da Rua Jordão, na Taquara, Zona Oeste do Rio, são alvo de uma operação de ordenamento urbano da Prefeitura do Rio, nesta segunda-feira. Agentes das secretarias municipais de Conservação e de Ordem Pública atuam no local.

Uma reportagem do “RJTV”, da TV Globo, exibida na semana passada mostrou os comércios montados na Rua Jordão, que dá acesso à parte alta da comunidade do Jordão. De acordo com o telejornal, milicianos estão vendendo calçadas na Taquara para a construção de pontos comerciais, entre eles lanchonetes e pequenos mercados.

Moradores denunciaram que quem faz reclamações é amedrontado verbalmente. E, de acordo com eles, a milícia cobra uma taxa dos donos dos comércios irregulares. O valor, de acordo com os relatos feitos ao “RJTV”, varia de acordo com o tamanho e o tipo de loja.

“A calçada custa para um comércio com cadeiras cinco mil reais a autorização para o cara fazer a obra e, depois da obra pronta, tem que pagar a taxa para eles, de segurança”, contou um morador.


Segundo as denúncias, a cobrança dos valores é feita na casa das pessoas. Motoqueiros, dois na maioria das vezes, vão às residências. No local, só é possível ter gás e internet se forem oferecidos pela milícia. Os moradores dizem, ainda, que os ônibus pararam de circular à noite por causa dos milicianos.

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Nacional

Renan Calheiros pede quebra de sigilo bancário da Jovem Pan

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Renan Calheiros (MDB-AL)
Divulgação/Agência Senado/Jefferson Rudy

Renan Calheiros (MDB-AL)

O relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou requerimento da quebra do sigilo bancário da rádio Jovem Pan. Para o senador, a emissora é “grande disseminadora das chamadas fake news” na pandemia. O pedido de quebras de sigilo é retroativo ao início do ano de 2018.

O objetivo da quebra, segundo o parlamentar, é descobrir se a rádio recebeu aportes financeiros após a pandemia: “Deve ser apresentada análise comparativa entre os períodos, anterior e posterior à situação de pandemia, até a presente data”, diz trecho do requerimento.

“Ademais, a quebra, a transferência e todas as análises, em especial a comparativa, deverão ser elaboradas com dados e informações, outrossim ligações com outras pessoas naturais e jurídicas, disponíveis nas diversas bases de dados da Receita Federal do Brasil”.

A CPI pretende investigar mais a fundo a disseminação de notícias falsas sobre a Covid.

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Bolsonaro não admite corrupção na Saúde, mas fala em “responsabilizar culpados”

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Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Em meio à investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, o presidente Jair Bolsonaro admitiu a possibilidade de “problemas” no Ministério da Saúde, mas voltou a falar que não há nenhuma denúncia de corrupção no governo.

Neste sábado, 31, Bolsonaro e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que é formalmente investigado pela CPI, visitaram o Hospital Regional do Câncer de Presidente Prudente (SP), para oficializar o credenciamento do Sistema Único de Saúde (SUS) na unidade.

“Pode ser que apareça algum problema no ministério dele (Queiroga), afinal de contas o orçamento diário dele são R$ 550 milhões. Não é fácil você coordenar, fiscalizar e executar esse recurso. Mas, repito, se aparecer algum problema, eu e Queiroga seremos os primeiros a colaborar com as investigações e chegar na responsabilização dos possíveis culpados”, afirmou o presidente.

A CPI da Covid investiga um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin, cujo contrato foi cancelado pelo Ministério da Saúde após o avanço das investigações no Senado. Os senadores suspeitam de favorecimento à empresa Precisa Medicamentos, que intermediou a negociação, e acusam Bolsonaro de ter cometido o crime de prevaricação por não ter determinado a investigação das denúncias. O governo nega as acusações e tenta conter o desgaste na CPI.

No mês passado, o ministério demitiu o diretor do Departamento de Logística da pasta, Roberto Ferreira Dias, após ele ser acusado de pedir propina para negociar vacinas. Agora, o grupo majoritário da CPI decidiu que vai solicitar o afastamento da médica Mayra Pinheiro, acusada de interferir nas apurações, da Secretaria de Gestão em Trabalho.

No evento, Queiroga declarou que Bolsonaro “interfere” no Ministério da Saúde, mas, para cobrar a execução das políticas públicas. A falta de autonomia dos ministros da pasta na pandemia de covid-19 é uma das linhas de investigação da CPI, que retoma os trabalhos na terça-feira, 3, após o recesso parlamentar.

“As pessoas me perguntam: o presidente Bolsonaro interfere no Ministério da Saúde? A resposta é sim. O presidente interfere no Ministério da Saúde e em todos os ministérios porque ele cobra que os ministros trabalhem para que todos recursos públicos sejam revertidos em políticas públicas para a sociedade brasileira”, disse Queiroga.

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