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Saúde

Prefeitura do Rio suspende aplicação de dose de reforço até receber novo lote

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Rio suspende aplicação de reforço
Agência Brasil

Rio suspende aplicação de reforço

A prefeitura do Rio de Janeiro suspendeu neste sábado (16) a aplicação de doses de reforços da vacina contra Covid-19 até o envio de novos lotes do imunizante Pfizer. Segundo comunicado da Secretaria Municipal de Saúde, a medida foi tomada devido à alteração do cronograma de entrega de vacinas. Ainda não há prazo para o retorno da campanha.

“Devido a mudanças no cronograma de entrega do imunizante da Pfizer, a aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 será suspensa a partir deste sábado (16/10). A dose de reforço voltará a ser oferecida após a entrega de novas remessas por parte do Ministério da Saúde”, informa a secretaria.

O calendário atual da cidade previa para este sábado (16) a vacinação com a dose de reforço para idosos de mais de 68 anos.  Na sexta-feira (15), a prefeitura do Rio já havia modificado o calendário da dose de reforço, que agora tem o dia 17 novembro como prazo final para o encerramento da campanha.


Enquanto isso, a cidade do Rio de Janeiro segue a vacinação contra covid-19 para quem tem mais de 12 anos ou para aqueles que ainda não foram vacinados.

Segundo a prefeitura, até quinta-feira (14), o Rio de Janeiro vacinou 5.659.162 pessoas com pelo menos a primeira dose das vacinas contra Covid. Com o esquema vacinal completo (duas doses ou dose única), o número estimado é de 4.048.689 pessoas.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Ômicron: vacinas contra covid ainda devem funcionar contra nova mutação, diz OMS

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BBC News Brasil

Variante ômicron: vacinas contra covid ainda devem funcionar contra nova mutação, diz OMS
Reprodução: BBC News Brasil

Variante ômicron: vacinas contra covid ainda devem funcionar contra nova mutação, diz OMS

As vacinas existentes ainda devem proteger as pessoas que contraem a variante ômicron contra casos graves de covid, disse um diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os primeiros testes de laboratório com a nova variante na África do Sul sugeriram que ela poderia escapar parcialmente da vacina da Pfizer. Os pesquisadores disseram que houve uma “queda muito grande” na capacidade de neutralização da nova cepa pelos anticorpos da vacina.

Mas Mike Ryan, diretor de emergências da OMS, disse que não havia sinal de que a ômicron evitaria o efeito dass vacinas.

“Temos vacinas altamente eficazes que se mostraram eficazes contra todas as variantes até agora, em termos de doença grave e hospitalização, e não há razão para esperar que não fosse assim (para a ômicron)”, disse Ryan à agência de notícias AFP.

Ele disse que os dados iniciais sugerem que a ômicron não deixava as pessoas mais doentes do que a delta e outras cepas. “Na verdade, a direção é para menos severidade”, disse ele.

O novo estudo sul-africano — que ainda não foi revisado por pares — apontou que a vacina Pfizer/BioNTech pode resultar em até 40 vezes menos anticorpos neutralizantes contra a ômicron do que contra a cepa original.

Mas a capacidade da ômicron de escapar dos anticorpos da vacina é “incompleta”, disse o professor Alex Sigal, virologista do Africa Health Research Institute, que liderou a pesquisa. Ele disse que os resultados, baseados em exames de sangue de 12 pessoas, foram “melhores do que eu esperava sobre a ômicron”.

Sigal disse que a vacinação, combinada com infecção anterior, ainda pode neutralizar contra a variante. Isso sugere que as doses de reforço (terceira dose) podem trazer um benefício significativo.

Os cientistas acreditam que uma infecção anterior, seguida de vacinação ou reforço, provavelmente aumentará o nível de neutralização e provavelmente protegerá as pessoas contra doenças graves.

Mais dados sobre como a vacina da Pfizer funciona contra a ômicron devem ser divulgados nos próximos dias.

Não há dados significativos ainda sobre como Moderna, Johnson & Johnson e outras vacinas se comportam contra a nova variante.

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Gráfico

BBC

Ômicron é a versão mais mutada do coronavírus encontrada até agora. Foi identificada pela primeira vez na África do Sul , onde agora há um aumento no número de pessoas que pegam covid várias vezes.

O porta-voz do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse que os primeiros sinais sugeriam que a ômicron poderia ser mais transmissível do que a delta.

No entanto, a capacidade da ômicron de causar doenças graves ainda não está clara.

Anthony Fauci, especialista em doenças infecciosas dos EUA, disse que as primeiras evidências sugerem que a ômicron pode ser mais transmissível, mas menos grave.

Houve mais de 267 milhões de casos e mais de cinco milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia em 2020, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.


O que os testes de laboratório da África do Sul nos dizem sobre o Omicron?

Análise de Michelle Roberts, editora de saúde da BBC

Alguma queda na proteção da vacina não é algo surpreendente.

A quantidade observada neste pequeno estudo está perto do que os cientistas esperavam, dadas as mutações substanciais que a ômicron tem em comparação com a cepa original que as vacinas foram projetadas para combater.

O que esses primeiros resultados de laboratório ainda não podem nos dizer é o que realmente significa em termos de quão bem as vacinas existentes funcionam na proteção de pessoas ao redor do mundo.

Os anticorpos neutralizantes, que se ligam ao vírus para impedir que ele infecte nossas células, são apenas uma parte da resposta imunológica à covid.

Vacinas, ou infecção prévia, também desencadeiam células T que ajudam a nos proteger contra o vírus.

O cenário ficará mais claro nas próximas semanas, à medida que coletarmos mais dados de todo o mundo sobre quantas pessoas estão contraindo ômicron, quão doentes estão e se foram vacinadas ou não.


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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

‘De novo vai começar?’, diz Bolsonaro sobre proposta da Anvisa

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'De novo vai começar?', diz Bolsonaro sobre proposta da Anvisa
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‘De novo vai começar?’, diz Bolsonaro sobre proposta da Anvisa

O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta terça-feira a proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de exigir a vacinação contra a Covid-19 para a entrada no Brasil. Bolsonaro questionou se “de novo, vai começar essa negócio”.

Bolsonato também minimizou a variante ômicron, classificada como de preocupação pela Organização Mundial de Saúde (OMS), dizendo que “vai ter um montão de variante” e que é preciso “enfrentar” a doença, sem explicar o que isso significa.

“Estramos trabalhando agora com a Anvisa, que quer fechar o espaço aéreo (para não vacinados). De novo, porra? De novo, vai começar esse negócio? “Ah, ômicron…”. Vai ter um montão de vírus pela frente, um montão de variante pela frente. Talvez, peça a Deus que esteja errado. Mas temos que enfrentar”, disse Bolsonaro, durante evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Desde o início da pandemia de Covid-19, no ano passado, Bolsonaro minimizou os riscos da doença, que já matou mais de 615 mil brasileiros.

No dia 12 de novembro, a Anvisa enviou à Casa Civil duas notas técnicas, recomendando a exigência de vacinação para a entrada no país. Desde então, não houve decisão.

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A definição sobre se haverá ou não a exigência será realizada pela Casa Civil e pelos ministérios da Saúde, da Justiça e da Infraestrutura. A Anvisa tem um papel apenas de assessoramento.

Fonte: IG SAÚDE

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