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Saúde

Prefeitura do Rio retira respiradores de hospital particular fechado

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Equipamentos de saúde que estavam em um hospital particular fechado foram retirados pela prefeitura do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (2). A ação, classificada como requisição administrativa, se baseou em decreto municipal publicado no último sábado (28) com medias para combater a pandemia novo-coronavírus .

O Hospital Espanhol está desativado desde fevereiro deste ano. Foram retirados do local 16 monitores multiparamétricos, nove respiradores (três deles necessitando de conserto) e 20 colchões. Os equipamentos foram levados para o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência para o novo coronavírus no Rio de Janeiro.

O decreto permite ao município, diante da prática de preços abusivos ou recusa de disponibilização de bens ou insumos, requisitar administrativamente o que for necessário ao enfrentamento da epidemia, para pagamento posterior, a justo valor.

De acordo com nota divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), os donos do Hospital Espanhol chegaram a negociar o aluguel do prédio para a prefeitura, com todos os equipamentos e mobiliário, por R$ 3,2 milhões. Mas uma vistoria da Vigilância Sanitária, realizada em março, constatou que o prédio está inadequado às normas sanitárias.

A ação conjunta da SMS contou com a Secretaria Municipal de Ordem Pública e a Guarda Municipal. Cerca de 50 agentes dos órgãos envolvidos chegaram ao hospital e iniciaram o inventário de todos os equipamentos e mobiliário úteis ao atendimento dos pacientes com covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Cada peça retirada e suas condições serão devidamente registradas para cálculo do valor a ser indenizado aos proprietários do hospital.

Segundo a prefeitura, há ainda cerca de 90 camas hospitalares, equipamentos de centro cirúrgico, bombas infusoras e outros mobiliários que deverão sair nos próximos dias. A reportagem não conseguiu entrar em contato com os proprietários do Hospital Espanhol.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Pesquisadores enxergam ligação da Covid-19 com gene de demência

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Demência
Thinkstock/Getty Images

Cientistas encontram relação entre demência e quadros graves de Covid-19

Um estudo realizado por pesquiadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, e publicado no periódico científico The Journals of Gerontology, um gene associado à demência pode aumentar as chances de o paciente desenvolver um quadro grave da Covid-19 .

Os pesquisadores, que reuniram informações de mais de 500 mil pacientes e óbitos na Europa, afirmam que – entre as condições genéticas observadas – a demência é uma das condições mais comuns entre as pessoas que morreram pela doença.

Leia mais: Mais uma vacina contra Covid-19 inicia testes em humanos

Os resultados apontam uma particular altração no gene APOE, mesma mutação responsável por aumentar os riscos de doenças como Alzheimer.

Além dos óbitos, os cientistas também levaram em consideração a evolução da doença e o tempo entre sintomas leves e complexos de cada boletim. Entre as descobertas mais importantes que o estudo sugere, está a possibilidade de uma predisposição genética para Covid-19 , além de um novo olhar sobre a demência em si.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Você pode estar imune à Covid-19 e não sabe. Entenda

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Estudo apontou que grande parte dos infectados desenvolveram anticorpos
Reprodução/Facebook

Estudo apontou que grande parte dos infectados desenvolveram anticorpos

Grande parte das pessoas que contraíram formas leves ou assintomáticas do novo coronavírus (Sars-Cov-2) desenvolveram anticorpos capazes de imunizá-los por pelo menos algumas semanas. É o que apontou um estudo co-conduzido pelo Instituto Pasteur da França.

Realizado com membros da equipe hospitalar de Estrasburgo, na França, o estudo contou com 160 pacientes infectados por formas leves ou assintomáticas da Covid-19.

Leia também:Além do tédio: isolamento pode prejudicar desenvolvimento social de crianças

Os testes sorológicos, que detectam os sinais de uma infecção passada, mostraram que quase todo o grupo (153 e 159 em 160, dependendo do tipo de teste) desenvolveu anticorpos nos primeiros 15 dias.

“Sabíamos que pessoas com formas graves da doença desenvolviam anticorpos nos primeiros 15 dias após o início dos sintomas. Agora sabemos que isso também é verdade para formas leves, mesmo que os níveis de anticorpos sejam mais baixos “, explicou Arnaud Fontanet, chefe do departamento de Saúdel Global do Instituto Pasteur e um dos autores do estudo.

Veja mais: Nova cloroquina? Ivermectina tem aumento de 1.800% nas vendas

Olivier Schwartz, responsável pela unidade de vírus e imunidade do instituto Pasteur, afirmou que o estudo mostrou que os níveis de anticorpos são, na maioria dos casos, compatíveis com uma proteção contra uma nova infecção por Sars CoV-2, pelo menos até 40 dias após os primeiros sintomas.

“O objetivo agora é avaliar a persistência da resposta dos anticorpos a longo prazo e sua capacidade de neutralizar” o vírus, disse Schwartz.

Outro teste determinou que 98% dos pacientes haviam desenvolvido “anticorpos neutralizantes” 28 dias depois. Serão necessários mais estudos para comprovar os resultados.

Fonte: IG SAÚDE

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