conecte-se conosco


Saúde

Prefeitura de SP autoriza construção de duas novas UBSs na Zona Leste

Publicado

source
Duas novas UBs serão construídas na Zona Leste de São Paulo
Secretaria Municipal de Saúde

Duas novas UBs serão construídas na Zona Leste de São Paulo


Prefeitura de São Paulo e a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) assinaram nesta sexta-feira (10) a ordem de serviço que autoriza a construção de novas instalações para as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Vila Cosmopolita e Jardim da Conquista II, ambas na zona leste da capital.

Durante o evento, o prefeito Ricardo Nunes destacou a importância destas obras para a região. “Nós temos uma atenção muito especial para a área da saúde aqui na zona leste. Temos investido em espaços novos, adequados e adaptados para as necessidades dos moradores da região”, afirmou.

O secretário Municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, diz que após as obras, será possível ampliar o atendimento na região: “são reivindicações antigas dos moradores dessas localidades. Com essas novas instalações, a população terá uma melhor acolhida por parte das nossas equipes.”

As duas UBSs terão instalações modernas em novos endereços. A UBS Vila Cosmopolita, administrada pela Organização Social de Saúde (OSS) Santa Marcelina, receberá investimento de R$ 8 milhões. O custeio mensal da unidade será de aproximadamente R$ 742 mil. A UBS que atualmente se encontra na rua Aldeia Maria, 258 – Vila Cosmopolita, será instalada na Rua Chuvas de Verão s/nº. A Unidade contará com seis equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF), com médicos generalistas, equipe multiprofissional e atendimento odontológico.

Já a UBS Jd. da Conquista II, administrada pela Fundação ABC, contará também com investimento total de R$ 8 milhões. O custeio mensal da UBS é de R$ 522 mil. A unidade, que atualmente se encontra na Travessa Somos Todos Iguais, 915, Jardim da Conquista, será transferida para a Travessa Somos Todos Iguais, s/nº. A previsão é que sejam realizados, no local, mais de 2 mil consultas médicas e 1,3 mil atendimentos odontológicos.

As novas estruturas contam com salas para consultórios, de medicação e inalação, coleta de exames e aplicação de vacinas, acolhimento, curativos, atendimento odontológico, banheiros acessíveis, além de outros espaços para melhor acolher a população atendida nos equipamentos.


A entrega das obras está prevista para o primeiro semestre de 2023. As novas instalações serão concluídas com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), como parte do programa Avança Saúde SP. Ao todo, foram entregues 20 Unidades Básicas de Saúde na região com recursos do BID. Além de 19 obras em andamento e seis que ainda serão iniciadas.

“Espero voltar aqui no ano que vem, com essas UBSs novas, equipadas com uma boa estrutura e com pessoas que moram aqui neste bairro contratadas, desde o canteiro de obras. Serão 300 empregos gerados neste ato que estamos fazendo aqui”, completou o prefeito.

Mais equipamentos Para 2022, por meio do Avança Saúde SP, estão previstas a construção de mais equipamentos de saúde, como UPAs e UBSs, além da continuidade das reformas. Até o momento, das 101 obras contratadas, 69 estão concluídas e 32 estão em andamento.

O investimento total no programa é de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão), dos quais US$ 100 milhões (R$ 500 milhões) são financiados junto ao BID. O restante entra como contrapartida da prefeitura. Em setembro do ano passado, o banco liberou mais US$ 22 milhões (cerca de R$ 114 milhões) para a gestão municipal, como parte do empréstimo total.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG SAÚDE

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Covid-19: Brasil tem 16,6 mil novos casos e 36 óbitos em 24 horas

Publicado

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado neste domingo (26) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 16.679 novos casos de covid-19.

No total, o país contabiliza 32.078.638 registros da doença. Destes, 792.581 (2,5%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos.

As secretarias estaduais de saúde registraram 36 mortes por covid-19 em 24 horas. No total, a pandemia resultou em 670,405 óbitos no país.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. – Ministério da Saúde

O número de recuperados é de 95,4% do total – 30,6 milhões de brasileiros são considerados curados.

O informativo mostra ainda que houve 161 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nos últimos 3 dias. Há também 3.283 óbitos por SRAG em investigação, e que ainda necessitam de exames laboratoriais confirmatórios para serem relacionados à covid-19.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.607), Rio de Janeiro (74.053), Minas Gerais (62,015), Paraná (43.654) e Rio Grande do Sul (39.968).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.356).

Vacinação

Até este sábado, foram aplicadas 449,9 milhões de doses, sendo 177,9 milhões referentes à 1ª dose e 160,7 milhões relativas à 2ª dose. Outras 93,1 milhões de doses dizem respeito à primeira dose de reforço, enquanto 8,9 milhões são da segunda dose de reforço. O painel registra, ainda, 4,1 milhões de doses adicionais. As vacinas de dose única – protocolo que já não é mais usado – foram 4,9 milhões.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

Continue lendo

Saúde

Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo

Publicado

source
Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo
LuAnn Hunt/Pixabay

Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo

As vacinas contra a Covi-19 salvaram quase 20 milhões de vidas durante o primeiro ano de sua existência, segundo estimativas feitas por pesquisadores do Imperial College London. O estudo foi publicado na revista The Lancet Infectious Diseases. Os cientistas consideraram os imunizantes da Pfizer, AstraZeneca e Moderna.

O trabalho calculou os benefícios das vacinas e chegou à conclusão de que os imunizantes salvaram 19,8 milhões de vidas em 185 países nos primeiros 12 meses de uso. Os cientistas estimaram que 12,2 milhões de vidas foram salvas em países ricos e mais 7,5 milhões de vidas foram salvas em países cobertos pela iniciativa Covid-19 Vaccine Access (Covax), projetada para fornecer vacinas a nações mais pobres.

No entanto, os pesquisadores também descobriram que mais 600 mil mortes poderiam ter sido evitadas se a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de vacinar 40% da população em todos os países até o final de 2021 fosse cumprida.A maioria das mortes evitáveis ocorreu no continente africano. Atualmente, apenas 60% da população mundial recebeu as duas doses primárias de uma vacina contra a Covid.

Das vidas salvas, os especialistas estimam que 15,5 milhões delas foram resultado dos imunizantes que protegem contra sintomas graves de Covid. Estima-se que outras 4,3 milhões de mortes foram evitadas indiretamente pelas vacinas de Covid, ajudando a reduzir a transmissão e impedindo a sobrecarga dos sistemas de saúde.

No estudo, os pesquisadores afirmam que a aplicação das vacinas representou uma redução global de 63% no total de mortes (19,8 milhões de 31,4 milhões) durante o primeiro ano de vacinação contra a Covid-19.

O estudo analisou dados sobre taxas de vacinação, mortes por Covid e excesso de registros de óbitos. Especialistas da Universidade Johns Hopkins estimam que 6,3 milhões de pessoas morreram de Covid em todo o mundo. Enquanto isso, cerca de 11,6 bilhões de imunizantes foram entregues.

“A alta proteção em nível individual contra doenças graves e mortalidade devido à Covid-19, bem como o benefício em nível populacional proporcionado pela proteção leve contra a infecção pelo coronavírus (antes do surgimento da variante Ômicron), conferida pela vacinação, alterou fundamentalmente o curso da pandemia de Covid-19”, escreveram os pesquisadores no estudo.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana