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Prefeito determina reavaliação de edital do processo seletivo para 1,2 mil vagas do novo pronto-socorro

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Se forem comprovados erros, será publicada uma retificação na próxima segunda-feira

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) determinou à Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) a imediata reavaliação do edital do processo seletivo do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) Dr. Leony Palma de Carvalho, para sanar possíveis inconsistências salariais.

A deliberação do gestor, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (16) durante reunião com a diretoria da ECSP é para que todo o certame seja reavaliado, retificado se for confirmada inconsistência e publicado até a segunda-feira (20).

“Sou uma das pessoas que mais lutou pelos direitos e valorização dos servidores públicos. Por isso, determinei imediata avaliação minuciosa, categoria por categoria para que cada apontamento seja considerado, avaliado e se houver inconsistência salarial, que seja revisto e retificado no edital até a segunda-feira” frisou.

Entenda a determinação

O edital foi publicado na última segunda-feira (13) para o provimento de 1.248 vagas imediatas, mais cadastro de reserva nas categorias de níveis médio, médio técnico e superior. Conforme o certame, os aprovados farão jus à média salarial inicial de R$1.200,00 a R$5.500 sob o regime da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT). Ou seja, além dos salários, cada servidor receberá as especificações e direitos garantidos a quem trabalha de carteira assinada.  Entretanto, houve questionamentos de algumas categorias quanto à base salarial.

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De acordo com o diretor geral da ECSP, Alexandre Beloto a equipe técnica da Comissão de Acompanhamento do Processo Seletivo, instituída pela Portaria 22/2019/ECSP de 25 de abril de 2019 iniciará a partir desta tarde um processo criterioso de análise do edital.

“Seguindo a orientação do prefeito, todos os apontamentos serão estudados e, caso necessário será corrigido, levando sempre em consideração a humanização e o respeito ao servidor, preconizado pelo prefeito Emanuel Pinheiro. Faremos a retificação até o prazo determinado por ele”, enfatizou Beloto.

Ainda de acordo com o diretor, independente da possível retificação, as inscrições correrão normalmente. Inclusive, pontuou que o prazo para isenção que finalizaria às 23h59 desta quinta, foi prorrogado para até amanhã ao meio-dia. Para os pagantes, as inscrições que terão custo de R$60 a R$70 começará às 12h desta sexta (17) e vai até 16 de junho. O seletivo terá vigência máxima de oito meses, podendo ser prorrogável por igual período para atender excepcional interesse público certificado pela autoridade competente.

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Relatório aponta que MT foi Estado da Amazônia Legal com menor desmatamento no período de um ano

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Mesmo com aumento de 17% no desmatamento, o índice no Estado é expressivamente menor do que em Roraima, com índice de 2.700%, e Acre, com 434%

Relatório divulgado na sexta-feira (16) pelo instituto de pesquisa Imazon dos alertas de desmatamento na Amazônia Legal mostra que Mato Grosso foi o Estado que menos desmatou, em relação aos demais que compõem a Região Amazônica, entre os meses de julho de 2018 a julho de 2019.

Apesar de ter ocorrido um aumento de 17% no desmatamento no mesmo período, em Mato Grosso, o índice é expressivamente menor do que Estados como Roraima, com índice de 2.700%, e Acre, com 434%.

O relatório do Imazon ainda aponta que, comparando dados entre os meses de agosto de 2017 a 2018 e dos mesmos meses de 2018 a 2019, Mato Grosso conseguiu reduzir o índice, também em 17%.

O Instituto Imazon divulgou também os 10 municípios, assentamentos, unidades de conservação e terras indígenas da Amazônia Legal com áreas mais críticas. Mato Grosso tem um município listado, Colniza, além do assentamento Japuranomann, em Nova Bandeirantes, e a Terra Indígena Serra Morena. Na classificação de Unidades de Conservação, Mato Grosso não tem nenhuma área entre as 10 elencadas.

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A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) reforça o compromisso de combater de forma rigorosa o desmatamento ilegal. Na última quarta-feira (14.08), foi lançada a Plataforma de Monitoramento com Imagens Satélite Planet, adquirida pelo programa REM, por meio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), com recursos da Alemanha e Reino Unido, que será utilizada pelo Estado de Mato Grosso como uma ferramenta preventiva de controle ambiental.

Com imagens de alta resolução espacial e geração de alertas ocasionados pelo monitoramento diário em tempo real, a plataforma é abastecida por imagens de mais de 120 satélites Planet, disponibilizadas com resolução espacial de 3 metros que cobrem todo o território do estado. O grande número de imagens diárias permite um eficiente monitoramento de áreas críticas e servirão de fundamento para tomadas de decisões estratégicas.

A secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, assegurou que a plataforma trará resposta rápida não apenas do ponto de vista preventivo ou da autuação administrativa, mas também da responsabilização criminal e obrigação de reparar o dano.

“O sistema vai inibir o avanço do desmatamento, como também permitir que estejamos no local a tempo de evitar que outras iniciativas ocorram. A percepção do alerta vai nos fazer focar estrategicamente em determinadas regiões. Vamos otimizar nossos recursos para estarmos em lugares com arcos de desmatamento mais significativos, contando com a parceria dos órgãos cooperados que nos auxiliam na tarefa de combate e controle ao desmatamento e exploração florestal”, afirmou.

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O sistema permite detectar desmates de até um hectare e o monitoramento diário permite identificar rapidamente os desmatamentos que estão se iniciando nos três biomas – Amazônia, Cerrado e Pantanal – de forma a atuar imediatamente no seu combate.

Uma ferramenta relevante desse sistema é a geração de laudos automatizados que dará celeridade ao processo e otimizará o tempo dos técnicos, permitindo realizar mais fiscalizações de campo para análise dos alertas gerados.

O serviço também fornecerá um Painel dos alertas acessível ao público que permitirá verificar os índices de desmatamento por munícipios, bioma, unidades de conservação ou terras indígenas, podendo ser realizado cruzamentos entre os dados e verificação de áreas em que está ocorrendo uma degradação maior, dando uma transparência inédita para o Estado.

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Pantanal deve receber base integrada para combate ao tráfico

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Policiais militares foram para Foz do Iguaçu (PR) para conhecer o Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom) da Polícia Federal e utilizar modelo em MT

Mato Grosso tem baixo índice de policiamento nos seus 233 km de fronteira na região do Pantanal. Apesar do combate aos crimes transfronteiriços ser responsabilidade da União, no Estado, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) há 17 anos tem feito a diferença, especialmente na fronteira seca e na BR-070, via oficial que liga Mato Grosso a Bolívia, por San Matías.

A Sesp elabora um projeto junto ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública para ter uma base integrada no Pantanal, com participação de policiais militares, civis, Corpo de Bombeiros e Politec. A ideia é atuar com vigilância fluvial, com aquisição de barcos e equipamentos.

“O pantanal é uma região muito pouco vigiada. A gente não tem muito controle do que passa por lá, vindo da Bolívia. Por meio dos rios, é possível chegar até a Rondonópolis transportando entorpecentes, portanto, é necessário dar essa atenção para a região”, destacou o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.

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A equipe do secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp, coronel PM Victor Fortes, é que elabora a proposta que será apresentada ao secretário antes de buscar os recursos em Brasília para a implantação.

“Hoje nós temos o Gefron que atua na região de fronteira e foca principalmente nos 750 km de fronteira seca, mas temos a fronteira alagada e vemos que está mais desguarnecida. O secretário lançou proposta de fazer uma base na região do pantanal e vamos criar um núcleo ou grupo fluvial permanente na região do pantanal”, destacou o coronel Fortes.

Policiais militares foram para Foz do Iguaçu (PR) para conhecer o Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom) da Polícia Federal e com isso, desenvolver um modelo semelhante adequado às peculiaridades do pantanal. “O projeto já esta sendo elaborado para ampliar o policiamento na região de fronteira para dar suporte área alagada como a gente dá esse suporte na fronteira seca. Hoje temos uma operação integrada com o Ministério da Justiça e da Segurança Pública na região e deve permanecer até o fim do ano”, disse o secretário adjunto de Integração Operacional.

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Operação Vigia

Desde 10 de julho, foi deflagrada a Operação Vigia na região de fronteira. A ação é da Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. O objetivo é o de reforçar o policiamento nos 900 km de fronteira em Mato Grosso, além dos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Rondônia.

O pantanal recebeu atenção especial com a atuação do Batalhão de Polícia Militar Ambiental e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) na região da Transpantaneira. O Gefron e a Delegacia Especial de Fronteira (Defron), vão atuar com policiais nas quatro Regiões Integradas de Segurança Pública (RISPs) que participam da ação, que são Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Pontes e Lacerda.

Participam da ação Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros, Politec, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Forças Armadas, prefeituras municipais, fiscais de meio ambiente e vigilância sanitária.

Em um mês da operação foram cumpridos três mandados de prisão, apreensão de 128,5 mil dólares, 13 veículos recuperados, 23 pessoas encaminhadas para as delegacias. A operação segue até dezembro.

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