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Prefeito de Vera Cruz do Oeste, no Paraná, morre de Covid-19 aos 58 anos

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Prefeito de Vera Cruz, no Paraná,morto por Covid
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Prefeito de Vera Cruz, no Paraná,morto por Covid

O prefeito da cidade paranaense Vera Cruz do Oeste, Marcos Vilas Boas Pescador (PROS), morreu neste domingo aos 58 anos em decorrência da Covid-19. Quem assumirá o cargo é o vice-prefeito Ahmad Issa (PTB), que já ocupava o posto interinamente desde que Pescador fora internado por complicações da doença.

Pescador estava internado na UTI do Hospital de Retaguarda de Cascavel, também no Oeste de Paraná. No dia 28 de maio, ele havia sido intubado. O último boletim médico divulgado pela família, no dia 3 de junho, apontou que, embora seu quadro continuasse grave, ele teve melhora no quadro pulmonar.

A cidade havia também recentemente decretado luto pela morte do secretário de Indústria e Comércio da cidade, Antônio Carlos Fonseca, no dia 29 de maio. De acordo com amigos e parentes nas redes socias, a morte de Fonseca também foi em decorrência da Covid-19.

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Vera Cruz do Oeste, que tem cerca de 8 mil habitantes, registrou 29 mortes pelo coronavírus, segundo o último boletim divulgado pelo município, no dia 2 de junho. Ao todo, a cidade teve 2.343 casos.

Pescador, eleito em 2020, já tinha tinha sido prefeito da cidade entre 2001 e 2008.

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GO: Policial agride homem em bar com coronhadas na cabeça; assista

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Tenente Wilson Silva Oliveira, que agrediu um cidadão, também é gerente de atendimento do Procon de Goiás.
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Tenente Wilson Silva Oliveira, que agrediu um cidadão, também é gerente de atendimento do Procon de Goiás.

Um bar em Santa Terezinha de  Goiás foi palco de uma situação incomum: um policial militar foi flagrado, na noite do último sábado (24), com sua arma de fogo na mão agredindo um cidadão com golpes na cabeça. Seu nome é Wilson Silva Oliveira, tenente e gerente de atendimento do Procon de Goiás. As informações são do portal G1.


Nas imagens, é possível observar que o tenente Wilson dá dois chutes no rapaz e o empurra. O homem não revida e nem reage as agressões. Em todo o momento da gravação, o policial encontra-se com a mão em sua mão.

Depois de chuta o rapaz, o servidor público bate com a arma na cabeça de outro cliente antes de uma mulher tentar acalmá-lo.

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A Secretaria de Segurança Pública divulgou uma nota em que informa a exoneração do servidor militar que ocupava o cargo no Procon.

“A Secretaria de Segurança Pública de Goiás assegura que ações isoladas, que não condizem com as diretrizes das corporações e instituições que compõem esta pasta, são rigorosamente apuradas com as devidas punições aplicadas”, ressaltou o órgão.


Já a Corregedoria da Polícia Militar instaurou um procedimento admnistrativo disciplinar para investigar a conduta do agente de segurança da corporação. O caso teve registro na Polícia Civil as 09h15 da segunda-feira (26).

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Motorista é jogada de ponte e se finge de morta para fugir de ladrões

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Marcia Angola foi espancada e teve que se fingir de morta para fugir de bandidos
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Marcia Angola foi espancada e teve que se fingir de morta para fugir de bandidos


A motorista de aplicativo Marcia Angola, 40 anos, teve que se fingir de morta após ser brutalmente agredida por assaltantes no último sábado (24), em Tangará da Serra, no Mato Grosso. Quatro homens se passaram por clientes e durante a corrida espancaram a vítima, que chegou a ser jogada de uma ponte.

Ao G1, Marcia contou como tudo aconteceu. “Eles me chamaram por aplicativo e paramos em uma esquina onde disseram que buscariam uma pessoa. Mas essa pessoa não existe e anunciaram o assalto”, iniciou a motorista.

Nesse momento, Marcia foi jogada para o banco de trás e ameaçada pelos ladrões, que queriam o carro e dinheiro dela. Enquanto os assaltante aceleravam o veículo, a vítima teve o rosto coberto.

“Em determinado momento eu puxei a venda e acho que foi isso que os irritou. Começaram a me bater, me deram murros e diziam que iam me enforcar e matar. A saída que eu tive era me fingir de morta”, explicou.

“Ele viu que eu estava viva e os outros disseram: ‘vamos matar, aperta o pescoço dela’. Em momento nenhum disseram o motivo [das agressões]. Em certo momento riram da minha cara inchada e machucada”, disse ao G1.

Foi quando Marcia, que não sabe nadar, foi jogada de cima da ponte do Rio Sepotuba. “Quando eu caí, só lembro que pedi a Deus para que eu caísse na água, porque se caísse na terra eu tinha morrido. Eu afundei quando voltei a superfície eu vi que eles estavam olhando. Eu continuei quieta e afundei de novo, deixei a água me levar rio abaixo, fui tentando me equilibrar, meio que boiando pois não sabia nadar e não podia ir para o fundo”, finalizou a vítima.

Marcia conseguiu sair da água e pedir socorro aos moradores de um sítio após notar que os bandidos tinham ido embora. Os suspeitos fugiram no veículo, mas foram encontrados na cidade. Depois, eles abandonaram o carro e um deles foi preso.

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