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Várzea Grande

Prefeita Lucimar Campos prestigia inauguração do novo sino da Igreja Nossa Senhora do Carmo

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Maior símbolo da igreja católica os sinos, sejam manuais ou eletrônicos, ainda cumprem a sua função de chamar a comunidade para a oração e eles têm um peso espiritual para muita gente. Prova disso foi a inauguração, na noite de terça-feira, 16 de julho, do novo sino da Igreja Nossa Senhora do Carmo em Várzea Grande. A prefeita Lucimar Sacre de Campos assistiu à inauguração e destacou a importância da nova aquisição.  “Várzea Grande em sua história e religiosidade, é um povo de fé. Temos um patrimônio histórico e religioso fantástico. Agora, essa igreja com seus sinos em sistema eletrônico restaurado, volta a ser um chamado de fé para todos os várzea-grandenses,e continua a tradição em nossa cidade de ouvir o tocar dos sinos ”, disse.

Os sistemas elétrico e eletrônico dos sinos foram queimados por um raio.E na inauguração a igreja Nossa Senhora do Carmo, no centro de Várzea Grande, ficou lotada de católicos, curiosos e autoridades. O pároco Marcos dos Santos lembrou também que a inauguração do sino ocorre no encerramento das festividades de Nossa Senhora do Carmo. “Em muitas cidades mundo afora, pequenas ou grandes, antigas ou novas, os sinos ressoam nos campanários e torres das igrejas e às vezes é difícil ouvi-los na agitação do trânsito ou na correria do dia a dia. Mas, eles existem desde o século V e foram de vasto uso na Idade Média. Eram particularmente usados como única forma de comunicação a fim de reunir as pessoas para as orações nas igrejas e para outros atos de piedade, como a oração do Ângelus três vezes ao dia”, detalha.

Mas, além dessas funções “práticas”, os sinos das igrejas também têm um grande poder espiritual. “Quando um novo sino é instalado em uma igreja, ele é tradicionalmente abençoado pelo pároco. Antigamente, a cerimônia da bênção do sino espelhava a do batismo”, enfatizou padre Marcos. 

Com toda a parte elétrica e eletrônica refeita e peças em sua grande maioria trazidas da Itália, o novo sino alia tradição e modernidade. Além de possuir seis sinos solenes que podem ser tocados manualmente, foram instalados com a reforma o sistema de “martelos” que possuem a função de tocar notas musicais. “O empenho de voluntários que abraçam a manutenção do nosso novo sino, irá não somente perpetuar nossa tradição católica, mas também permitir que em datas festivas como natal por exemplo, toquemos noite feliz, ou ao final de missas a Ave Maria”, acrescentou o pároco.

Voluntária da igreja, a funcionária pública Avair de Almeida Cabreira, valorizou a escolha da aquisição. Para ela, os valores da igreja deveriam ser mais lembrados. Frequentadora da paróquia de Nossa Senhora da Guia, ela disse achar emocionante o badalar dos sinos. “Agora com a novidade pode ser que, mais pessoas venham para a igreja”, diz. Essa também é a opinião da professora aposentada Dilza Almeida, 75, que também congrega na paróquia.

O casal Joyce e Edson Santos, que frequentam a igreja deste adolescentes e antes de se casarem afirmaram que as batidas dos sinos fazem parte do cotidiano da igreja e, consequentemente, da comunidade ”anunciando missas, casamentos, grandes solenidades, funerais e principalmente a hora de rezarmos a Ave Maria às 18h todos os dias”.

A missa e inauguração foi encerrada com um show pirotécnico e os fogos de artifício atraíram o público para a frente da igreja que, ao som dos sinos, deixaram o templo religioso. Em Várzea Grande, o sino é tocado semanalmente cinco minutos antes e depois das missas e nos três momentos da oração do Ângelus – 6h, 12h e às 18h. No domingo os sinos soam quatro vezes antes das celebrações, às 6h, 8h, 17h e às 19h.

Por: Rafaela Maximiano – Secom/VG

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Várzea Grande

Casa de Artes é ponto de referência e de apoio para artesãos de Várzea Grande

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Um ponto de referência e de apoio para o artesão várzea-grandense divulgar e comercializar seu produto. Esse é o principal objetivo da Casa de Artes de Várzea Grande, que funciona na Avenida Couto Magalhães, no centro da cidade. Atualmente, 182 artesãos estão cadastrados para divulgar e comercializar seus artesanatos no local.

A Casa de Artes também é um ponto para divulgação e preservação da memória e cultura várzea-grandense.  No local, está exposta uma infinidade de produtos artesanais, entre eles artigos em crochê, bordados, barro, cerâmicas, parafina, artigos religiosos, pintura em tela e em madeira, peças em tear, como redes, xales, caminhos de mesa, jogo americano, capas de almofadas, entre outros. No local, também são produzidas e comercializadas as tradicionais redes várzea-grandenses, confeccionadas manualmente em tear. O modo de fazer a rede pode ser observado nas mãos das irmãs redeiras Giva e Juirce, que confeccionam as peças no local.

Além das redeiras, a Casa de Artes conta também com três costureiras, que confeccionam cortinas, panos de prato, toalhas de mesa e banho, jogos americanos, entre outros, para serem comercializados ali mesmo.

O espaço conta ainda com um museu que abriga peças históricas, como a mesa e as cadeiras que foram usadas na primeira reunião da Câmara de Vereadores de Várzea Grande. Tem também fotografias e recortes de jornais com várias personalidades políticas e momentos importantes da cidade. Abriga ainda réplicas das igrejas Nossa Senhora da Guia e Passagem da Conceição.

A Casa de Artes também oferece cursos de violão, pintura em tela e tecido. Por conta da pandemia, o número de cursos foi reduzido. Para quem se interessar em fazer um dos cursos é só procurar a Casa de Artes.

A gerente da Casa de Artes, Neyva Ribeiro de Oliveira Souza, explica que o espaço de cultura está aberto para visitação e comercialização dos produtos. “Estamos de portas abertas para receber toda a sociedade, principalmente os artesãos. Existem muitos artesãos talentosos que dependem desse apoio para divulgar seus trabalhos”.

Neyva Ribeiro destaca ainda que o artesanato exposto na Casa de Artes já foi comercializado e levado para vários estados do Brasil e até mesmo fora do país. “Aqui tem muitas opções para presentear. Muitos turistas se encantam com o nosso artesanato e compram para presentear amigos e parentes”, informa.

O superintendente de Cultura, Joilson Marcos da Silva, ressalta que a cultura e as tradições várzea-grandenses se mantêm vivas na Casa de Artes. “Nós fazemos uma importante parceria com os artesãos e, com apoio total do prefeito Kalil Baracat e o secretário Silvio Fidelis, estamos propagando a nossa cultura, que é muito rica e precisa ser preservada”.

O atendimento na casa de artes da Avenida Couto Magalhães é de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h. Além do espaço na Avenida Couto Magalhães, a Casa de Artes tem também mais dois pontos fixos, um no Várzea Grande Shopping e outro na Prefeitura Municipal.

Patrimônio Cultural

O modo de fazer a rede é registrado como Patrimônio Cultural de Mato Grosso pela Lei 9.936/2013 e a profissão de Redeira é registrada como patrimônio cultural e imaterial de Várzea Grande pela Lei 4.391/2018. Também é reconhecida como artesanato de tradição cultural pelo Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

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Várzea Grande

Lagoa do Jacaré, no bairro Cristo Rei, recebe mutirão de limpeza

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Considerada uma área de preservação ambiental, a Lagoa do Jacaré – localizada na região do grande Cristo Rei – tem sofrido com a falta de conscientização de pessoas e empresas que realizam descarte de resíduos sólidos nas margens da lagoa, causando a poluição e degradação do local, o que tem obrigado o poder público a realizar, regularmente, mutirões de limpeza para amenizar os problemas causados por essa ação.

Seguindo todos os protocolos de segurança à Covid-19, foi executada, neste fim de semana, uma força-tarefa envolvendo equipes das secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural e Sustentável, Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Secretaria de Educação, Esporte, Lazer e Turismo, Rotary Clube, além de voluntários, que atuaram em diversos pontos da lagoa.  

 “A Lagoa do Jacaré é uma importante área de preservação ambiental que há décadas vem sentindo o seu agravamento em decorrência da falta de conscientização de caçambeiros e da população local, que utiliza esse espaço como depósito de lixo, contribuindo para a degradação ambiental. Muitas ações já foram feitas e o resultado não tem sido satisfatório, porém se não houver comprometimento de todos, implementação de investimentos em infraestrutura, conscientização da população e punição das pessoas que contribuem com esse ato criminoso, a questão não será solucionada”, explicou o secretário de Meio Ambiente, Fernando da Silva Sé.

Para a gerente de Educação Ambiental, Selma Guimarães Souza, para que as ações de revitalização da Lagoa do Jacaré surtam efeitos, é necessário que haja o engajamento de todos os envolvidos e, principalmente, a necessidade de um novo modelo de educação ambiental, que começa na escola, passando para a família e envolvendo toda a comunidade para um bem comum. “O poder público faz a sua parte, mas também necessita do apoio dos moradores que devem fazer o dever de casa e de, também, serem os fiscalizadores de ações provocadas por terceiros, que contribuem para a poluição de uma área de preservação tão importante para a região do grande Cristo Rei”.

Selma Guimarães disse ainda que um projeto de revitalização também está sendo desenvolvido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por meio do Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos, em parceria com Secretaria de Estado de Educação (Seduc) – Cefapro (Centro de Formação de Professores) e a Universidade de Várzea Grande – Univag. “Essa equipe estará trabalhando na coleta da água e realizando estudos na microbacia da Lagoa do Jacaré. O resultado do diagnóstico ambiental dará suporte para a elaboração dos projetos de arquitetura e urbanismo, que prevê a realização de um parque no local”, adiantou.

O gerente da Administração Regional do Cristo Rei, Aluísio Fernandes de Oliveira, disse que essa é a terceira ação que a Prefeitura Municipal e parceiros realizam na Lagoa do Jacaré. “Desde o início do ano, equipes da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana vêm atuando nesta localidade, com a utilização de máquinas pesadas, como trator e caminhão para a retirada do material descartado pela população. O trabalho tem sido intenso, mas ainda falta a conscientização de muitas pessoas que ainda insistem em fazer desta área um bolsão de lixo. Nós vamos continuar trabalhando para diminuir essa questão e tornar esse espaço um ambiente de lazer para esta população, porém sem a participação efetiva da comunidade, o nosso trabalho será em vão“, pontuou o gerente.

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