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Economia

Pré-Sal Petróleo arrecada 47,5% mais em 2019 com venda de óleo e gás

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A Pré-Sal Petróleo (PPSA), empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia, obteve uma arrecadação 47,5% maior em 2019 com a comercialização de petróleo e gás natural pertencentes à União nos contratos de partilha de produção do pré-sal. A empresa informou, hoje (10), que, somando esse montante ao que foi obtido com a Equalização de Gastos e Volumes (EGV) de jazidas compartilhadas, a arrecadação total para a União chegou a R$ 848 milhões no ano passado.

No regime de partilha, que vigora em áreas do pré-sal, o consórcio de empresas que explora e produz em um campo divide com a União o excedente em óleo que sobra após serem descontados os custos de operação, chamado óleo-lucro. A Pré-Sal Petróleo é a empresa estatal responsável pela gestão desses contratos, pela comercialização de toda a produção de petróleo e gás que a União obtém com eles e pela representação da União em conciliações financeiras que envolvem esses campos.

De janeiro a dezembro de 2019, a estatal comercializou 2,6 milhões de barris de petróleo da União nos Campos de Mero (Libra) e Entorno de Sapinhoá, arrecadando R$ 469 milhões. Além disso, foram comercializados 16,2 milhões de metros cúbicos do gás da União dos Campos de Lula e Entorno de Sapinhoá, no valor aproximado de R$ 1 milhão.

A arrecadação restante, de R$ 378 milhões, foi obtida por meio de conciliações financeiras, que são necessárias quando o limite de uma jazida petrolífera ultrapassa a área concedida ou contratada. Esses acordos, chamados de Equalização de Gastos e Volumes, ocorreram nas jazidas compartilhadas de Sapinhoá, Tartaruga Verde e Lula.

Previsão

O diretor-presidente da Pré-Sal Petróleo, Eduardo Gerk, explicou que o crescimento da comercialização de hidrocarbonetos em 2019 se deve ao acréscimo das produções de petróleo de Sapinhoá e de gás no Campo de Lula.

A previsão da Pré-Sal Petróleo é que a arrecadação continue a crescer, já que o pico de produção dos 17 contratos do regime de partilha, incluindo três que serão assinados em março, será apenas em 2032.

Gerk estima que a receita para a União vai passar de R$ 10 bilhões por ano a partir de 2025. Em 2028, a projeção aponta que a arrecadação anual vai superar R$ 30 bilhões, chegando, em 2032, a uma receita anual de R$ 110 bilhões.

Edição: Fernando Fraga
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Economia

O verdadeiro prêmio do Big Brother Brasil (a Globo não fala!)

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O verdadeiro prêmio do Big Brother Brasil (a Globo não fala!)
Felipe Moreno

O verdadeiro prêmio do Big Brother Brasil (a Globo não fala!)

R$ 1,5 milhão não é pouco dinheiro – muito pelo contrário! A maior parte dos brasileiros não chega perto disso durante a vida toda. Mas ele não é o verdadeiro prêmio do Big Brother Brasil, na verdade, ele é irrisório perto do verdadeiro prêmio. Tanto que o Gil do Vigor é um dos maiores vencedores da história do programa, mesmo tendo sido quarto colocado na edição passada.

E nem todos os mimos de todas as patrocinadoras do programa chegam perto do que é a verdadeira razão para entrar no BBB. Gente com muito mais de R$ 10 milhões na conta resolve participar do BBB. Os Projotas, Karols com K, Naiaras Azevedos, netos do Sílvio Santos e Manú Gavassis da vida, estão lá para alavancar uma coisa: influência.

E isso, meu caro leitor, vale muito mais do que R$ 1,5 milhão.

Virou meme uma comparação que uma TV americana fez recentemente entre Tik Tokers e executivos de grandes empresas listadas na bolsa de lá: os influenciadores ganhavam MAIS do que os executivos. Influência hoje é uma das coisas que mais dão dinheiro, sem nenhum pingo de dúvida.

Ir para o BBB é conseguir alavancar a carreira de influenciador, mesmo quando você é um anônimo como era o Gil do Vigor – um grande perfil do Twitter questionou: “vão botar isso contra o Projota? Sei não, eim”. O rapper saiu queimado do programa e hoje ostenta 3,8 milhões de seguidores no Instagram, enquanto Gil passou dos 14,7 milhões.

Juliette, que também era desconhecida, tem 33,1 milhões de seguidores – mais que a população de Peru, Equador, Bolívia, Uruguai. Com essa quantidade de seguidores, o mercado publicitário estima que ela consiga ganhar cerca de R$ 50 milhões por ano. POR ANO. Não é mais um prêmio de R$ 1,5 milhão que compra um apartamento confortável em São Paulo e só.

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É um dinheiro que transforma a vida de cabo a rabo.

O poder de se tornar influenciador gera muito dinheiro. Kerline, a primeira eliminada do BBB 21 e hoje com 1,5 milhão de seguidores, já virou milionária. Alguns anos atrás, os primeiros eliminados de cada edição do BBB caíam no ostracismo.

Entre nos nossos grupos de WhatsApp! Lá você vai receber todos os nossos conteúdos – matérias, relatórios, e-books, testes, ferramentas, guias -, e se você entrar em algum reality show, prometemos que vamos torcer por você! É só clicar aqui .

Dois comerciais pagam o prêmio

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Para a Globo, o Big Brother é uma máquina de fazer dinheiro. Só o programa, que dura três meses, gera a mesma quantidade de receitas que o SBT inteiro por um ano. A estimativa é de uma receita de R$ 1 bilhão. Menos de 1% de tudo que o BBB gera vai para o prêmio. Na verdade, o prêmio é pago com menos de 60 minutos de comerciais entre um bloco e outro.

Para o participante, a chance de ganhar fama e virar influenciador gera muito mais do que os R$ 1,5 milhão. Ninguém nem reclama que o prêmio é o mesmo há mais de uma década – e uma década em que a inflação esteve bem chata no Brasil.

Saiba mais lendo a matéria completa em 1Bilhão , parceiro do iG.

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Economia

Mourão sobre reajuste para policiais: “Não tem espaço para isso”

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Vice-presidente Hamilton Mourão afirma que
Bruno Batista /VPR

Vice-presidente Hamilton Mourão afirma que “martelo não está batido” sobre reajuste aos servidores

O vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), admitiu nesta terça-feira (18) não haver espaço para reajustar salários de policiais neste ano. A declaração foi dada em conversa com jornalistas na entrada do Palácio do Planalto.

Mourão lembrou das negociações do presidente Jair Bolsonaro (PL) com o Congresso Nacional para viabilizar o aumento salário, mas ressaltou os protestos de outros servidores, como do Banco Central e Receita Federal, além do alerta de escassez de verba do Ministério da Economia. Segundo o vice de Bolsonaro, o martelo ainda não está batido.

“Sabe-se muito bem que não tem espaço no Orçamento para isso”, afirmou.

“Nem sei se o presidente vai conceder isso ai. Vamos aguardar. O presidente não bateu o martelo nisso ainda”, concluiu.

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Em dezembro, Bolsonaro pediu ao ministro da Economia, Paulo Guedes, um espaço nas contas do país para reajustar salários de policiais federais, rodoviários e agentes penitenciários. O Congresso, então, aprovou a folga de R$ 1,7 bilhão para o pagamento dos vencimentos.

Entretanto, o governo enfrenta uma crise com servidores comissionados do Banco Central e Receita Federal, que pedem reajuste de 26% em seus salários. Alguns funcionários em cargos de diretoria pediram demissão em protesto a atitude do Palácio do Planalto.

Nesta terça-feira, um grupo de servidores realizaram uma mobilização em frente a sede do BC. Segundo o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), cerca de 50% dos comissionados já entregaram seus cargos e participaram da concentração. O BC informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não irá comentar a manifestação.

Servidores de outras categorias também deverão se reunir em frente ao Ministério da Economia nesta tarde. A concentração está marcada para às 14h e deve se estender até às 16h, horário em que Guedes se reúne com o secretário especial da Receita Federal, Júlio César Vieira.

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