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Pré-candidato ao Senado Federal abre mão do fundo eleitoral e lança vaquinha virtual

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O presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan (PTB), é o primeiro pré-candidato ao Senado Federal a abrir mão do Fundo Eleitoral e lançar uma vaquinha virtual para arrecadação de fundos para campanha eleitoral. A vaquinha do pré-candidato foi lançada oficialmente nesta segunda-feira (30) e já está apta a receber doações para o pleito deste ano. “Acreditamos em uma forma diferente de fazer política, por isso abrimos mão do fundo eleitoral e lançamos a campanha colaborativa por meio da vaquinha virtual”, afirma Galvan.

A vaquinha virtual é uma modalidade de arrecadação financeira para campanha eleitoral que está regulamentada por uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foi incorporada à legislação eleitoral em 2017. Essa é a terceira eleição que a modalidade de captação de recursos poderá ser usada pelos candidatos. Os recursos doados no período de pré-campanha só poderão ser usados pelo candidato após as convenções partidárias.

Ao assumir o desafio de colocar seu nome para a disputa majoritária, Galvan destaca que a indignação foi o principal motivo que o levou a aceitar o convite do PTB para ser pré-candidato ao Senado da República. “Entrei na política para fazer a diferença e lutar por um país mais justo, que respeite a liberdade e a nossa Constituição. Nossa intenção é seguir na linha do nosso presidente Jair Messias Bolsonaro, trabalhando pelo desenvolvimento social e econômico do Brasil priorizando Deus, pátria, família e liberdade. Por tudo isso, abrir mão do fundo seria um caminho natural”, disse o petebista. Ele acrescenta ainda, que a democracia está relacionada com a prática da liberdade e da igualdade para se construir um país sem corrupção e mais justo. “Partindo dessa premissa, acredito que uma campanha política se faz com ideias e com o compromisso ético de trabalhar em prol da coletividade. Abrir mão do fundo eleitoral faz parte dessa nova forma de se fazer política”.

Mesmo sendo produtor rural, Galvan afirma que sua pré-campanha e campanha serão feitas de forma consciente, respeitando a legislação eleitoral e principalmente buscando formar uma corrente de apoio em torno de um projeto político que foque nos interesses do estado, da população e não em um grupo ou segmento específico. “Respeito as opiniões contrárias, mas meu objetivo é buscar outros meios para financiar minha candidatura. A vaquinha virtual é um deles”, comenta o pré-candidato a senador.

Bolsonarista raiz, Galvan é um dos líderes do movimento Brasil Verde e Amarelo e um crítico ferrenho ao oportunismo de políticos que não defendem o governo Bolsonaro e as bandeiras conservadoras, mas que no período eleitoral se aproximam do presidente da República para tirar proveito eleitoral. “Felizmente as pessoas conseguem identificar os oportunistas. Essa consciência eleitoral vai oportunizar ao país, a partir de fevereiro de 2023, um Congresso Nacional, especialmente o Senado, mais comprometido com o povo brasileiro e com coragem para enfrentar os verdadeiros inimigos do nosso país”, frisa o pré-candidato.

Internet

A vaquinha virtual funciona por meio da internet e de aplicativos eletrônicos controlados por empresas especializadas na oferta desse tipo de serviço, desde que devidamente credenciadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não existe limite de valor a ser recebido pela modalidade de financiamento coletivo. A doação é segura e pode ser feita pelo site do pré-candidato: www.antoniogalvan.com.br.

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1 comentário

1 comentário

  1. Germano Nogueira disse:

    Esse é Bolsonarista de verdade, a melhor opção dentre os pré candidatos, não vejo a hora de começar na vaquinha para que possa ajudar.
    Só nao intendi pq o repórter usou a frase “Mesmo sendo produtor rural, Galvan afirma que sua pré-campanha e campanha serão feitas de forma consciente, respeitando a legislação…”. Se tem uma classe acostumada a seguir as leis é a classe produtora,
    Parabéns Galvan.

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Pré-candidato ao Senado diz que “PT quebrou o país” e que setor produtivo está fechado com Bolsonaro

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Antonio Galvan minimizou aproximação do setor com Lula e diz que produtores rurais tendem a repetir apoio dado a Bolsonaro em 2018

O presidente licenciado da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja – Brasil) e pré-candidato ao Senado pelo PTB, Antonio Galvan, afirma que a grande maioria do setor produtivo de Mato Grosso apoia à reeleição do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), e está alinhado ideologicamente com a direta. De acordo com o pré-candidato, uma parcela pequena e pouco representativa do setor ensaia uma aproximação com o pré-candidato a presidente pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva.

“Não existe divisão dentro do setor produtivo do nosso estado e do país. O que existe é a preferência pessoal e empresarial de alguns mega empresários, mas eles não representam a vontade da grande maioria dos produtores”, reforça Galvan.

Antonio Galvan lembra que o setor produtivo de Mato Grosso é composto por pequenos e médios produtores, que ajudaram a eleger o presidente Bolsonaro em 2018 e estão unidos na defesa do segundo mandato de Bolsonaro. Já com relação a aproximação do ex-governador Blairo Maggi (PP) com o ex-presidente Lula, Galvan não acredita no apoio público do megaempresário ao petista. “Não acredito que o Blairo estará no palanque do Lula. A tendência é que ele fique neutro. Conversei com ele [Blairo] recentemente e seu posicionamento foi de neutralidade. Espero que ele apoie o presidente Bolsonaro, que é o melhor para o nosso país”.

Liderança conservadora de Mato Grosso e líder do movimento Brasil Verde e Amarelo, Galvan destaca o desgoverno do PT e a onda de corrupção que marcou a gestão Lula e Dilma Rousseff. “A população não esqueceu a roubalheira que foi o governo petista, que quebrou o país deixando milhares de brasileiros sem empregos e endividados. Agora, sem o menor pudor, eles querem voltar ao poder como se nada tivesse acontecido, como se o Brasil não sofresse as consequências de um governo inconsequente e corrupto. Por tudo, tenho convicção que o agronegócio e os demais segmentos da sociedade vão se unir para impedir que esses bandidos voltem a comandar o nosso país”, conclui o pré-candidato ao Senado.

 

 

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CCJR analisa 27 propostas em reunião ordinária

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Também recebeu parecer favorável da comissão o Projeto de Lei nº 595/2022, sobre tratamento, em aterros sanitários, dos líquidos produzidos pelo lixo

Foto: Helder Faria

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) analisou 27 matérias durante reunião ordinária realizada na tarde desta terça-feira (5). Entre as 16 proposituras que receberam parecer favorável do colegiado está o Projeto de Lei nº 591/2022 , que cria a Coordenadoria de Proteção contra Incêndio e Pânico da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Com a efetivação do Corpo de Bombeiros na Casa, nós vamos retomar o treinamento feito com os servidores. A Assembleia tem um público flutuante de duas mil pessoas por dia e é importante que os servidores e visitantes tenham segurança para circular. Numa situação de sinistro, todos devem saber como agir para minimizar os danos que possam ocorrer. Então a Assembleia e o público ganham com essa presença do CBM”, explicou o capitão BM Janisley Teodoro Silva.

Também recebeu parecer favorável da comissão o Projeto de Lei nº 595/2022, sobre tratamento, em aterros sanitários, dos líquidos produzidos pelo lixo. “Por lixiviado entende-se, para efeito desta Lei, o líquido resultante da infiltração de águas pluviais no maciço de resíduos, da umidade dos resíduos e da água de constituição de resíduos orgânicos liberados durante sua decomposição no corpo do aterro sanitário”, diz trecho da proposta. O texto pretende obrigar aterros a drenar e tratar adequadamente o lixiviado. O prazo para adaptação à regra seria de dois anos.

Foram alvo de pedido de vista os PLs nº 1295/2019 e 421/2021. O primeiro visa proibir a cobrança de taxa de conveniência na venda de ingressos pela internet, enquanto a outra proposição pretende obrigar mercados e estabelecimentos similares a acomodarem, num mesmo local, produtos alimentícios elaborados sem adição de açúcar, glúten, lactose ou sem origem animal. A finalidade é facilitar a localização de produtos por pessoas que possuam doença celíaca, diabetes, sejam intolerantes à lactose ou vegetarianos. 

Fonte: ALMT

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