conecte-se conosco


Educação

Prazos para ProUni e Fies são prorrogados

Publicado

O Ministério da Educação (MEC) vai prorrogar o prazo para estudantes e instituições se inscreverem no Programa Universidade para Todos (ProUni) e no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Uma instabilidade nos portais entre 5 e 7 de agosto provocou a extensão dos prazos.

No caso do Prouni, os estudantes não matriculados nas instituições de educação superior (IES) terão até 19 de agosto para concorrer a uma das bolsas remanescentes. O prazo anterior terminava na sexta-feira (16). Para os matriculados, a data final continua a ser 30 de setembro.

No Fies, o prazo para as Comissões Permanentes de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) das IES validar as informações prestadas por estudantes pré-selecionados na lista de espera que venceria de 5 a 9 passou para 16 de agosto.

Segundo o secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, na semana passada, o MEC acionou a Polícia Federal para investigar indícios de sabotagem aos portais e opção por prorrogar os prazos visam a não prejudicar os estudantes.

O Sistema Presença, utilizado para pagamento do benefício do Bolsa Família, também passou por instabilidade, mas o MEC não identificou necessidade de prorrogar o prazo para envio de informações, que continua a ser 23 de agosto.
 

Edição: Fábio Massalli
Tags: Fies MEC ProUni

Fonte: EBC Educação
Leia Também:  Capes anuncia corte de 5.613 bolsas de pós-graduação para este ano
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Educação

Rio de Janeiro recebe Fórum Mundial de Educação Não Formal

Publicado

Começou hoje (9) e vai até quarta-feira (11) o Fórum Mundial de Educação Não Formal, no Museu do Amanhã, na Praça Mauá, região central do Rio de Janeiro. Mais de 30 organizações internacionais da sociedade civil discutirão os desafios e o papel do modelo não formal na agenda da educação em todo o mundo.

O evento é uma iniciativa da Organização Mundial do Movimento Escoteiro em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), o Escritório do Enviado da Juventude do Secretário-Geral da ONU e os Escoteiros do Brasil.

Segundo os organizadores, o fórum tem como objetivo discutir como as organizações podem acompanhar as últimas tendências da educação não formal que utiliza o aprendizado prático e experiências educacionais que desenvolvem habilidades para a vida.

De acordo com a representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer, ainda há 250 milhões de crianças e adolescentes fora da escola no mundo. No Brasil, são 2 milhões. A representante do Unicef acrescenta que cerca de 260 milhões de jovens no mundo não trabalham nem estudam.

Leia Também:  Ministro da Educação debate Fundeb e PNE com deputados e senadores

Para Florence, a prioridade é melhorar o sistema formal de ensino, mas para responder aos desafios do mundo contemporâneo, ela avalia que a educação não formal pode complementar o currículo tradicional. “Os jovens precisam ter acesso a uma educação cada vez mais diversificada, adquirir novas competências e responder às expectativas do mercado de trabalho”.

O presidente dos Escoteiros do Brasil, Rafael Macedo, lembrou que o movimento escoteiro promove iniciativas de educação que complementam o que é ensinado em sala de aula há mais de 100 anos no Brasil. “Desde criança, [os escoteiros] aprendem a trabalhar em equipe, a desenvolver liderança, a ter senso de responsabilidade. Essa educação acontece de forma complementar à experiência da escola, ao ensino que a família proporciona à criança”, disse.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Educação
Continue lendo

Educação

Projeto Astronomia sobre Rodas leva ciência a estudantes do DF

Publicado

Uma van com galáxias, planetas e estrelas roda pelas ruas do Distrito Federal para levar a ciência e o conhecimento a estudantes de todas as idades. É o projeto Astronomia sobre Rodas, idealizado pelo professor de Física Demetrius Leão e colocado em prática, há quase dois anos, pelo Sesc de Taguatinga Norte, região administrativa da capital federal.

A van é o carro utilizado para transportar uma cúpula inflável e o planetário digital até escolas da região central do DF e cidades do Entorno.

Astronomia sobre Rodas

Planetário inflável é transportado a escolas do Distrito Federal – Divulgação

Desde que o projeto começou a ser implementado, já foram mais de mil sessões e 40 mil pessoas contempladas, a maioria estudantes da rede pública. Demetrius Leão, coordenador pedagógico do projeto, disse que a ideia nasceu de um projeto itinerante pelo país e que teve boa aceitação no Distrito Federal.

“Primeiro, pensou-se no planetário. A estrutura, quando está guardada, cabe em uma van, que foi adaptada, com a retirada de alguns bancos”, explicou o professor.

Na van, são colocados os ventiladores, o domo e a parte projetiva, que é um datashow específico para fazer uma projeção 360 graus. Demétrius Leão disse que “o planetário itinerante é uma cúpula onde são projetadas as sessões com temas variados sobre o universo”.

Segundo o professor, quando a van chega às escolas é recebida com muita expectativa, principalmente porquê muitas crianças não sabem ainda o que é um planetário. “É sempre uma alegria quando você infla aquela bolha azul, sempre gera uma grande expectativa”, disse.

A falta de conhecimento sobre planetários faz com que as crianças pensem que a bolha azul da van é um pula-pula. “É muito comum isso acontecer. Mas, quando você fala que vai fazer uma viagem pelo espaço, dentro da cúpula, por meio da projeção que é feita, gera uma euforia grande nas crianças.”

Segundo o professor, devido a alta demanda por escolas classes, com público de 1º ao 5º ano, o sistema solar tem um espaço diferenciado nas apresentações. O projeto, que atende a escolas inscritas em um cadastro, prioriza aquelas localizadas em áreas carentes do Distrito Federal.

Demetrius Leão disse que o Astronomia sobre Rodas, além de levar a ciência às escolas, tem apresentado um espaço democrático, estimulando a imaginação e levando cidadania a comunidades vulneráveis. “No nosso planetário priorizamos um público de escolas públicas e de regiões que realmente têm dificuldade de acesso a esse conhecimento científico. Acredito que desperta uma curiosidade e um interesse muito grande, porque as questões sobre o céu mexem com o imaginário de muitas pessoas.”

No seu entendimento, a “questão da passagem do planetário do Astronomia Sobre Rodas pode encantar pessoas que não teriam acesso a um planetário, e trata-se de uma chance de pensar sobre a existência do planeta, do universo, da vida.”

As escolas interessadas em fazer parte do projeto, em 2020, podem fazer a inscrição no endereço mestra.me/asr. A principal condição é ter um espaço coberto, como uma quadra ou um ginásio.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Educação
Leia Também:  Capes anuncia corte de 5.613 bolsas de pós-graduação para este ano
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana