conecte-se conosco


Entretenimento

Por trás do meme: roqueiro famoso no Twitter trabalha como editor de livros

Publicado


source

Hey rockers! Leu na intonação correta? Então você provavelmente já conhece Thiê Rock, músico que tem viralizado nas redes sociais. Apesar de estar trilhando seu caminho na música há muitos anos e ser um ícone do rock underground, o cantor caiu recentemente nas graças da internet, mais especificamente do Twitter.

Thiê Rock
Reprodução/Instagram

Thiê Rock


Tudo começou com um vídeo postado por Thiê em suas redes sociais. A intenção era a mais simples possível: divulgar a festa Lion Fest, organizada pela banda dele, a Lion Heart. Sobre o vídeo, ele diz: “Ali era um evento que costuma ser anual, que faço com a minha banda, para comemorar o aniversário e, ao mesmo tempo, fazer uma festa que dure até a manhã. O contexto daquela chamada específica era a chamada pro Lion Fest.”

O roqueiro ainda explica que não tinha nenhuma ideia de que o vídeo faria tanto sucesso. “Legal que viralizou, mas uma pena que o bar que eu tinha citado, chamado Saloon, nem existe mais. Comentei com meu sócio outro dia: ‘Poxa, cara, se tivesse viralizado outro dia, antes do Saloon acabar, quem sabe, com todo o interesse que despertou, se teria tido uma sobrevida’. Se de repente as coisas poderiam ter sido diferentes”, lamentou sobre o fim do bar que ficava no Rio de Janeiro, onde Thiê vive.


O vídeo acabou viralizando e se tornou uma verdadeira fonte de memes para os tuiteiros que, claro, encontraram uma infinidade de outros vídeos do músico. As montagens com o ícone do rock não pararam e, apesar das brincadeiras, os internautas criaram um carinho todo especial pela figura de Thiê. Até mesmo aqueles que não conhecem muito sobre o Rock’n’roll andam repetido seus bordões. Inclusive, o músico comenta que as visualizações de seu trabalho acabaram crescendo por causa da internet.



Sobre quem está por trás do meme, Thiê, que tem 39 anos, contou ao iG Gente que sua vida é bem mais simples do que a imagem de rock star. Ele é formado em Jornalismo e trabalha em uma editora de livros, apesar de se envolver com a música desde os 16 anos, quando começou a fazer aulas de violão, guitarra e canto. “É mágico estar em cima de um palco, ver a galera agitando e cantando a sua música”, suspira ele sobre nunca abandonar seu lado artístico. “Enquanto eu tiver fôlego, obviamente continuarei fazendo o que sempre fiz com bastante amor, carinho e dedicação”, garante. Mas ele admite que não se sustenta apenas com a sua arte. “Eu também trabalho como editor de livros na Editora Alta Books. Então, a principal fonte de renda que tenho vem dessa área”, conta. “A gente sabe como funciona a música de uma forma geral no Brasil, ainda mais Rock’n’roll. A gente entra no jogo sabendo como a coisa funciona, é você por você”, diz ele. 


Sobre sua empolgação na hora de divulgar o seu trabalho, Thiê conta que não é um personagem. “Você tá me ouvindo falar, então você vai percebendo como eu falo. Às vezes tem picos de empolgação, quanto mais me empolgo mais me aproximo da voz da minha chamada. Ali simplesmente sou eu, não um personagem que eu crio. Sou eu superempolgado e na adrenalina de passar o meu sonho, aquilo que eu acredito, aquilo que eu amo”. 


Para conhecer mais sobre Thiê Rock, você pode seguir o artista no Twitter Instagram e seguir a banda dele, a Lion Heart, no Youtube .

Fonte: IG GENTE

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Entretenimento

Ex-panicat pede perdão a Mayra Cardi e chama Arthur Aguiar de “cachorrão”

Publicado


source

Durante a conturbada separação de Mayra Cardi e Arthur Aguiar,  a coach revelou que descobriu mais de 16 amantes do ex-marido, mas teve uma mulher que foi vista como o pivô desse término. Trata-se da  ex-panicat Arícia Silva, que virou assunto em todo país e só percebeu o quanto isso manchou sua imagem quando tentou se lançar como cantora.

Mayra Cardi%2C Arthur Aguiar e Arícia Silva
Reprodução/Instagram

Mayra Cardi, Arthur Aguiar e Arícia Silva


“Quando veio toda a polêmica, eu fiquei muito assustada pela proporção que tomou, mas ainda eu estava muito feliz porque eu pensei: ‘Ok, eu tenho a minha verdade’. Mas quando a gente tem uma pontinha de culpa, por mais que todo mundo nesse mundo erre, fica complicado. Dá um nervoso e a gente quer se explicar”, falou Arícia em entrevista ao colunista Léo Dias. “Minha versão na história é outra. E eu não tenho culpa. Depois do lançamento da minha música é que pude ter noção do estrago que isso causou na minha vida.”

Segundo a ex-panicat, ela ficou com Arthur Aguiar porque achou que ele tinha separado de Mayra Aguiar e chegou a ver um vídeo da coach no Instagram anunciando o fim da relação. “Quando eles se separaram, eu ainda estava sofrendo pelo meu ex. Aí o Arthur estava vindo muito para São Paulo, estava com os planos de mudar para São Paulo. Em junho, ele me procurou pelo direct.”

Amigos de longa data

Arícia disse que conhece o ator de longa data e que sabia que ele tem um jeito “cachorrão” de ser. Ela falou que só topou viver um affair com o cantor porque achou que os dois estavam tentando superar seus términos de relacionamento. Mesmo acreditando que Arthur tenha mudado depois de toda essa exposição, a cantora deixa claro que não namoraria com ele: “Não estou apaixonada”.

Durante a entrevista, ela também revelou que tem trocado mensagens com Mayra Cardi de forma amigável e aproveitou a oportunidade para pedir desculpas. “Se ela me enxerga uma das traidoras, eu realmente quero pedir perdão. Porque eu já estive no lugar dela. E jamais ficaria com o marido dela sabendo disso”, declarou.    

Fonte: IG GENTE

Continue lendo

Entretenimento

Vilã de “A Pequena Sereia” da Disney é inspirada em drag queen

Publicado


source

Por eu gostar de personagens excêntricos, minha vilã Disney favorita sempre foi Cruella Devil, ainda mais na versão da atriz Glenn Close. Até que descobri como Úrsula, vilã de “A Pequena Sereia”, foi desenvolvida. Seu filme, de 1989, pode ter sido baseado no conto dinamarquês de Hans Christian Andersen, mas a construção da bruxa do mar veio de uma figura LGBTQI+ underground.    

personagem da Disney
Disney/Divulgação

Úrsula, personagem da Disney inspirada na drag queen Divine


Feiticeira queer e “divina”

Na história infantil, Úrsula é um ser mitológico marinho que tem, da cintura para cima, aparência feminina e o restante do corpo como o de um polvo. É a principal inimiga de Tritão, o rei dos mares, e para atingi-lo e tomar seu poder atrai e faz de refém sua filha, a pequena sereia Ariel, que pede a ela uma transformação visual que deixa sua família inteira em choque. 


Em paralelo, a bruxa também resolve virar humana, rouba a voz cantante de Ariel e adota o nome “Vanessa” para seduzir o príncipe humano por quem a sereinha é apaixonada. A concepção dessa trama, que não é “A Gaiola das Loucas”, em grande parte é resultado do talento de um produtor cinematográfico gay e de um animador inspirado por uma drag queen.

Seus nomes? O produtor é Howard Ashman, contratado pela Disney para repaginar suas animações. Ele vinha da Broadway e era responsável por escalar elenco, criar diálogos, canções e desenvolver personagens. Já o animador é Rob Minkoff, que desenhou uma vampira com excesso de peso que todos bateram o olho e concordaram: era a cara da drag Divine, que era conhecida como atriz e anti-heroína de filmes B que misturavam sexo, violência e sadismo.

No caminho do sucesso

Nos esboços iniciais, Úrsula tinha os olhos maquiados, usava joias, movimentava seu corpo com luxúria e glamour, mas em vez de tentáculos, Minkoff desenhou para ela uma cauda de tubarão e um moicano rosa. “Ela parece uma matrona de Miami Beach. Consigo até imaginá-la em uma piscina”, gargalhou Ashman quando viu os protótipos da vilã pela primeira vez.

Nessa época, Divine estava em alta e Ashman, que também era seu fã, percebeu que deixar Úrsula alinhada com ela poderia dar certo. Em 1988, a drag estava em cartaz com um dos maiores sucessos de sua carreira, o filme musical “Hairspray”, do diretor John Waters. Ele a acompanhava desde o início da carreira, quando ainda era cantora disco, e também a lançou como atriz a partir de seus filmes “Pink Flamingos”, “Mondo Trasho” e “Problemas Femininos”.


Divine também serviu de base para compor o comportamento de Úrsula, embora de forma sutil e apropriada para um filme infantil. Em cena, ela era desbocada, divertida, carismática e possuía uma natureza maligna que também soava libertadora, como se a usasse para romper padrões e mostrar para a sociedade, inclusive à Atlântida de Tritão, como dar a volta por cima.

O animador Rob Minkoff e o produtor Howard
Disney / Divulgação

O animador Rob Minkoff e o produtor Howard


Imortalizados em gerações

Com “A Pequena Sereia”, a Disney se recuperou de um período de crise e inaugurou a era das animações musicais infantis bem-humoradas e com tom mais adulto. Se antes filmes como “O Caldeirão Mágico”, de 1985, custavam US$ 25 milhões e arrecadavam US$ 21 milhões, os filmes seguintes eram produzidos pela mesma quantia e recebiam de volta dez, vinte vezes mais.

A parte triste dessa história é que nem Divine nem Ashman puderam experimentar esse sucesso todo. Glenn Milstead, que deu vida à drag queen morreu de insuficiência cardíaca em 1988, três semanas após a estreia de “Hairspray”. Se soubesse de Úrsula, teria feito o papel, afirmaram John Waters e Jeffrey Schwarz, que produziu um documentário sobre sua trajetória.

Quanto a Ashman, logo após o lançamento de “A Pequena Sereia” adoeceu. Ele contraiu HIV, mas os colegas não sabiam e ele continuou a trabalhar. Porém, logo após ter terminado de escrever as canções da animação seguinte, “A Bela e a Fera”, e enquanto desenvolvia “Aladdin”, apresentou complicações e precisou ser internado. Morreu em 1991, prestes a ganhar o Oscar. Minkoff, que desenhou Úrsula, virou cineasta e ficou famoso por dirigir a animação “O Rei Leão”.

Fontes: Sites Howardashman.com e IMDB; livros “My Son Divine” (sem tradução), de Frances Milstead, Steve Yeager e Kevin Heffernan e “Still Standing: The Savage Years”, (sem tradução) de Paul O’Grady; e documentário “I Am Divine” (sem tradução), de Jeffrey Schwarz.
Fonte: IG GENTE

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana