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Esportes

Por que a melhor jogadora do mundo não está na Copa feminina na França?

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Eleita a melhor jogadora do mundo pelo prêmio Ballon D’Or 2018, a primeira entregue a uma mulher, Ada Hegerberg é um dos maiores fenômenos recentes do futebol. Com apenas 23 anos, a jovem norueguesa é tetracampeã da Champions League feminina pelo Olympique de Lyon — com direito a um hat-trick na final contra o Barcelona em 2019. 

Só que Ada também tem chamado atenção por atitudes extracampo. A mais conhecida delas foi em 2017, quando após uma desastrosa campanha da seleção norueguesa na Eurocopa feminina, ela pediu dispensa da seleção. Cobrou melhorias no desenvolvimento do futebol feminino no país e disse que, embora sentisse orgulho de representar sua seleção, não gostava da maneira como ela se apresentava.

Apesar dos imensos esforços da federação local em tentar trazê-la de volta, inclusive tomando a inédita iniciativa de equiparar os salários das atletas mulheres com o dos homens, nada disso a fez mudar de ideia. Nem mesmo a oportunidade de jogar uma Copa do Mundo na melhor fase da carreira mexeu com seus planos.

O que leva Ada Hegerberg a ter um posicionamento tão firme contra a federação de futebol da Noruega? A resposta não é muito clara, mas há algumas pistas. Confira no vídeo! 

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Esportes

Douglas Lorite, do basquete 3×3: “queremos chegar bem preparados”

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O Pré-Olímpico de Basquete 3×3 (modalidade estreante no Programa Olímpico em Tóquio) vai ocorrer entre os dias 26 e 30 de maio de 2021, na cidade austríaca de Graz. O anúncio foi feito na última semana pela Federação Internacional de Basquete (FIBA).

Serão 20 equipes em cada naipe divididas em quatro grupos, com cinco seleções cada um. As duas melhores de cada grupo seguem adiante até a definição das três melhores que estarão garantidas em Tóquio.

“Ainda estamos aguardando algumas definições por parte da FIBA. Mas, de qualquer forma, temos os atletas em stand-by. Existe uma programação para fazermos uma etapa legal de treinos no ano que vem. O adiamento da Olimpíada foi bom. Talvez até consigamos viajar antes do torneio para disputar amistosos. O orçamento já foi mandado. Dependemos da aprovação. Mas a ideia é chegarmos com uma equipe bem preparada”, comentou à Agência Brasil o técnico da seleção masculina, Douglas Lorite.

O comandante brasileiro considerou positiva  também a ida de alguns atletas do 3×3 para o basquete tradicional, como aconteceu com o ala Jefferson Socas, do Blackstar de Joinville. “É importante que os atletas possam se manter ativos enquanto não estamos na temporada de 3×3 aqui no Brasil. Prefiro até que eles consigam conciliar a vida deles jogando o tradicional e depois possam voltar mais fortes”.

Outra dúvida é sobre os grupos do Pré-Olímpico. Sorteio realizado no ano passado colocou o Brasil ao lado da Mongólia, Polônia, República Tcheca e Turquia. “Ainda aguarmos a confirmação oficial. Mas é uma chave sem um destaque. Talvez a Polônia e a Mongólia tenham um pouco mais de experiência. Mas são equipes equilibradas. Eu costumo dizer que é mais fácil ganhar uma medalha olímpica do que se classificar para os Jogos. Precisamos de um pouco mais de “rodagem”, temos que treinar mais e ter um intercâmbio maior com jogadores internacionais”.

Uma preocupação específica do técnico brasileiro é a seleção espanhola. Já que, recentemente, o pivô Marc Gasol, jogador do Toronto Raptors e da seleção do país europeu, anunciou que vai investir na formação de uma equipe profissional de basquete 3×3 no Girona Basket, clube do qual ele é proprietário. “A gente sabe da estrutura que eles têm e o dinheiro que o Marc tem para investir no esporte. E eles ainda estão no nosso grupo. Mas não tem jeito. Vamos treinar para conseguir essa vaga”.

Ainda vai ocorrer um outro classificatório, em Budapeste, na Hungria, sem data definida, com as seleções nacionais que não participaram das edições olímpicas de 2012 e 2016 no basquete tradicional. O Brasil não vai participar desse torneio, já que esteve presente nas disputas do basquete 5×5 em Londres e no Rio de Janeiro.

Pelo ranking mundial do 3×3, China, Japão, Sérvia e Rússia estão garantidos em Tóquio no masculino. E, entre as mulheres, China, Mongólia, Romênia e Rússia já têm a vaga.

Edição: Liliane Farias

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Esportes

Cinco mesatenistas brasileiros são confirmados na Paralimpíada

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Bruna Alexandre, Cátia Oliveira, Israel Stroh, Lethícia Lacerda e Welder Knaf passam a integrar a lista que já tinha outros cinco atletas garantidos em Tóquio.

Dessa forma, Bruna Alexandre (F10), Cátia Oliveira (F2) e Lethícia Lacerda (F8), entre as melhores das Américas em suas classes, e Israel Stroh (sexto do mundo na classe M7) e Welder Knaf (nono da classe M3), pelo ranking mundial, já estão garantidos na próxima Paralimpíada.

A garantia veio hoje à tarde (30), com a confirmação da Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF) dos nomes dos atletas classificados para os Jogos Paralímpicos de 2021, em Tóquio.

A entidade confirmou também os critérios divulgados no início do mês pelo Manual de Classificação da própria ITTF, que determinava que os melhores de cada continente no ranking mundial do mês de abril tivessem a vaga direta, desde que não o Torneio Continental individual de suas classes (Parapan) não tivesse acontecido, e que os atletas que estão entre os primeiros em determinadas classes carimbassem os passaportes pelo ranking mundial.

Agora, o Brasil já tem dez classificados para Tóquio na modalidade. Lembrando que Joyce Oliveira (F4), Danielle Rauen (F9), Paulo Salmin (M7), Luiz Manara (M8) e Carlos Carbinatti (M10) entraram na lista pela conquista do ouro individual no Parapan de Lima.

Mas, esse número ainda não é definitivo. Vários atletas ainda podem entrar através de seletivas mundiais, que devem acontecer no ano que vem. Os brasileiros ainda podem se classificar também pelo ranking mundial, em razão de possíveis desistências de atletas de outros países.

 

Edição: Liliane Farias

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