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Por gratidão a ex-deputado, Wallace contraria PV e declara apoio a candidatura de Kalil Baracat em Várzea Grande

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Ex-prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães (PV): recuo da disputa majoritária foi motivado após leitura de pesquisa qualitativa; agora, ele decidiu apoiar a candidatura do ex-vereador, Kalil Baracat (MDB)

O ex-prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães (PV), que desistiu de disputar a sucessão da prefeita Lucimar Campos (DEM), anunciou na noite desta quinta-feira (17), que apesar de o seu partido apoiar a candidatura do empresário Flávio Vargas (PSB), vai marchar com o candidato do MDB, o ex-vereador Kalil Baracat, que tem como candidato a vice, o atual vice-prefeito José Hazama.

“Como cidadão, morador de Várzea Grande há 30 anos, tive que fazer uma opção em apoiar algum candidato. Estávamos trabalhando com o PV para apoiar um determinado candidato, mas por incompatibilidade de decisão de escolha entre eu e o partido, num trabalho de consenso com a presidência e toda a executiva municipal, entendemos que poderíamos, sim, caminhar separado. O PV fez uma opção de acompanhar o candidato Flávio Vargas e eu a opção de apoiar o candidato Kalil e o Hasama”.

Wallace fez questão de destacar que tem uma gratidão ao ex-deputado, o saudoso Nico Baracat, pai de Kalil Baracat. “Em 2012 eu era do PMDB e o Kalil foi vereador na minha chapa. O seu pai,  o Nico, foi um dos articuladores da minha pré-campanha. Ganhamos a eleição e o Kalil elegeu-se  vereador e foi por um bom tempo meu líder na Câmara,  acompanhou todos os pontos e muito de perto o meu governo, desde o PAC, os R$ 380 milhões, aos 16 PSF´s, as 16 creches as duas UPAs e a reforma do pronto-socorro. Por consideração, entendi que neste momento, eu, os meus amigos e minha família vamos apoiar Kalil nessa empreitada”, disse Wallace.

Conforme o ex-prefeito, “existem projetos pendentes que ele me deu a garantia de concluir caso eleito. Por isso, entendi que era o momento de retribuir. Agora vamos para a campanha com respeito aos adversários e que vença o que a população entender que seja o melhor para a cidade”, completou.

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“Em MT, sai Arcanjo e entram os financistas do agro”, dispara Euclides Ribeiro

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Candidato ao Senado pelo Avante criticou os “barões do agro” que tomam as terras dos produtores para financiar políticos

“Não quero tomar cerveja ou vinho com governador, quero tomar café no gabinete do Mauro Mendes. Quero uma relação institucional com ele, não essa relação pessoal e íntima que ele tem com outros políticos. Quero trabalhar pelo Estado, e não trabalhar para grupos políticos”, disparou o candidato ao Senado, Euclides Ribeiro (Avante) durante entrevista ao programa Passando a Limpo, do jornalista, Agnelo Corbelino, de Rondonópolis.

Euclides afirmou que a troca de poder entre os mesmos grupos políticos que se revezam mandato após mandato em Mato Grosso prejudica o Estado e principalmente municípios com grande potencial de crescimento, como aconteceu em Rondonópolis.

“Vários grupos políticos prometeram trazer progresso para Rondonópolis, com a vinda de indústrias e empresas e o sonho de geração de emprego e renda para a população. Mas na verdade eles levaram progresso para o bolso deles”, apontou Euclides.

“Em Mato Grosso saiu Arcanjo e entraram os financistas da agricultura, que praticam agiotagem com produtores, cobram juros abusivos e pedem a terra como garantia. Aqui os grupos que governam o Estado são bancados pela velha política para defender o interesse de um seleto grupo”, criticou Euclides.

Candidato ao primeiro mandato, Euclides defende a proteção e o incentivo tanto dos produtores rurais, como do trabalhador chefe de família. Para isso, o carro chefe de sua campanha é o Programa “Nome Limpo”, uma proposta de Lei que prevê a renegociação de dívidas de pessoas físicas.

“Quero trabalhar para tornar Lei o Programa Nome Limpo. No Brasil mais de 70 milhões de pessoas são escravas do sistema financeiro e não conseguem voltar para o mercado consumidor por causa de suas dívidas. Em Mato Grosso esse número chega a 1 milhão. Precisamos acabar com estes juros extorsivos que tortura a população e corrói a suada renda do dia a dia”, finalizou.

O candidato do Avante ainda criticou a atuação de seu adversário, o senador “tampão” Carlos Fávaro, que no primeiro mês de Senado foi ao Governo pedir subsídios para o setor do algodão. “São R$6 bilhões de subsídios para setor de algodão, isso está errado. Quem vai pagar essa conta? Mais uma vez o mato-grossense. Isso é o que a velha política faz e vem fazendo em Mato Grosso, defendendo interesses de poucos grupos e excluindo a população”, disparou.

 

 

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Mauro Zaque diz estar pronto para o TJ, mas lembra que vaga ainda não foi aberta

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De acordo com o promotor, ainda é cedo para se discutir sobre o assunto prematuro

O promotor Mauro Zaque, do Ministério Público Estadual (MPE), disse em entrevista com jornalistas nesta segunda-feira (19), que por conta das delações premiadas, de outubro do ano passado até agora, já foram investidos cerca de R$ 40 milhões na segurança pública. “Tudo executado”, garantiu.

Mauro Zaque também falou das nove novas vagas para desembargadores no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, sendo duas dedicadas ao quinto constitucional, uma para membros do Ministério Público do Estado e outra para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O promotor do MPE disse que está preparado para o desafio. “Lógico, mas também tenho colegas de grande valor e competência e estão preparados também. Mas temos que ter a vaga, não há o que se falar em eventual disputa se não houve a vaga”, disse.

“Primeiro tem que abrir a vaga. Enquanto essa vaga não for aberta, tudo que se fala é especulação. A gente não tem parâmetro para avaliar quando, mas torço para que isso aconteça logo”, declarou.

No Ministério Público, há pelo menos seis membros do órgão – entre promotores e uma procuradora – que estão interessados na cadeira de desembargador.  Além de Mauro Zaque, no primeiro grupo estão os promotores de Justiça Arnaldo Justino, Adriano Augusto Streicher, Wesley Sanches Lacerda, Lindinalva Rodrigues e Márcia Furlan. No segundo, a procuradora é Eunice Helena Rodrigues.

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