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Economia

Por aprovação da nova Previdência, Guedes e Moro se encontram com celebridades

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Ana Hickmann e Sergio Moro
Reprodução/Instagram

A apresentadora Ana Hickmann posou ao lado do ministro Sérgio Moro; ele e Guedes foram buscar apoio para reforma da Previdência e pacote anticrime


Os ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e da Economia, Paulo Guedes, dedicaram a noite da última terça-feira (9) a um encontro com celebridades em São Paulo. O objetivo da reunião eraa buscar apoio à reforma da Previdência e ao pacote anticrime.

Leia também: 51% dos brasileiros são contra reforma da Previdência, diz Datafolha

Tanto o projeto de nova Previdência
quanto o pacote chegaram ao Congresso Nacional em fevereiro, e suas tramitações são defendidas pelos ministros, que encabeçaram os textos. Ambas as medidas enfrentam muitas retaliações entre os parlamentares, principalmente de líderes da oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Apesar de não divulgado nas agendas oficiais de Guedes
e Moro
, o evento contou com a presença de convidados como os cantores Zezé Di Camargo
e Jorge Barcelos, da dupla Jorge & Mateus, e as apresentadoras Ana Hickmann e Luciana Gimenez
. Outros famosos, como o jogador de futebol Kaká e a atriz Regina Duarte também estavam no local. 

As celebridades postaram fotos, em suas redes sociais, sobre o encontro. O ministro da Economia, Paulo Guedes, não aparece nas imagens.









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@lucianagimenez cada dia mais linda.

Uma publicação compartilhada por Ana Hickmann ?️➕
(@ahickmann) em 10 de Abr, 2019 às 3:06 PDT

Leia também: Na CCJ, parecer de relator diz que nova Previdência é constitucional

Além dos cliques tirados pelos famosos, a mulher do ministro da Justiça, Rosângela Moro
, também publicou na internet fotos sobre o evento em que aparece ao lado de Ana Hickmann

Visualizar esta foto no Instagram.

diva #linda e paranaense de ❤️❤️

Uma publicação compartilhada por Rosangela Wolff Moro
(@rosangelawmoro) em 9 de Abr, 2019 às 8:09 PDT




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Economia

Governo estuda MP para viabilizar Auxílio Brasil de R$ 400 em dezembro

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Caixa poderá liberar Auxílio Brasil de R$ 400 caso governo decida pela medida provisória
Reprodução: iG Minas Gerais

Caixa poderá liberar Auxílio Brasil de R$ 400 caso governo decida pela medida provisória

O governo prepara a edição de uma Medida Provisória (MP) para pagar a primeira parcela de R$ 400 do Auxílio Brasil a partir desta sexta-feira (10),  mesmo sem a promulgação da PEC dos Precatórios.

O texto, que será publicado ainda nesta semana, vai permitir que o Ministério da Cidadania use os recursos remanescentes do Bolsa Família para garantir o valor mais robusto aos beneficiários do novo programa social.

Há recursos sobrando do Bolsa Família porque a maioria dos beneficiários recebeu o Auxílio Emergencial até outubro. Como o Auxílio Emergencial é pago fora do teto se gastos, não consome espaço do orçamento.

No início de novembro, o presidente Jair Bolsonaro sancionou uma lei que remanejou R$ 9,3 bilhões do orçamento do Bolsa Família para o Auxílio Brasil.

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Desse total, R$ 3,2 bilhões foram usados para o pagamento do benefício social em novembro. As famílias, porém, receberam um valor medio de R$ 220, ou seja, apenas com o reajuste de 17%.

A nova MP vai permitir uma parcela complementar aos R$ 220, fazendo com que o valor chegue a R$ 400. Esse mesmo instrumento será usado para o valor de R$ 400 no próximo ano.

Para 2022, porém, o governo ainda precisa ver promulgada no Congresso a PEC dos Precatórios, que abre o espaço fiscal.

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Economia

Governo estuda uso de R$ 13 bi do FGTS para oferecer empréstimo a negativados

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Empréstimo será destinado a pessoas endividadas
Reprodução: ACidade ON

Empréstimo será destinado a pessoas endividadas

Com pouca margem no Orçamento para ampliar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro no caminho à reeleição em 2022, o Ministério do Trabalho e Previdência e a Caixa Econômica Federal estudam usar recursos do FGTS para criar um novo programa de microcrédito a ser lançado pelo banco público.

Segundo estudos do governo, R$ 13 bilhões do fundo, de patrimônio do trabalhor e principal financiador da habitação, poderia servir de garantias para empréstimos a pessoas com nome sujo no SPC e Serasa.

O público alvo do projeto, são 20 milhões de pequenos empreendedores, micro e pequenas empresas, mesmo que tenham nome negativado, conforme antecipou no domingo o colunista Lauro Jardim. Estas pessoas poderão tomar empréstimos entre R$ 500 e R$ 15 mil, segundo fontes que estão participando das discussões.

Para isso, o governo estuda criar um fundo garantidor para o microcrédito, semelhante ao Pronampe, mecanismo criado durante a pandemia, naquela vez com recursos do Tesouro Nacional, para cobrir a inadimplência das empresas. Segundo um técnico, a ideia é destinar para esse novo fundo R$ 13 bilhões do FGTS.

O Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), do Sebrae, também faria parte desse novo fundo garantidor, com aporte de até R$ 500 milhões. Ou seja, o fundo garantidor poderia ter R$ 13,5 bilhões.

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Com o mecanismo, a Caixa projeta emprestar até cinco vezes mais o capital do fundo garantir, disse uma fonte a par do assunto. Assim, o potencial de empréstimo seria de até R$ 67,5 bilhões.

Os recursos poderão ser contratados pelo celular via o aplicativo da Caixa Tem. Por causa da garantia, a nova modalidade, caso seja implementada, terá maior potencial em relação ao microcrédito lançado pela Caixa em setembro e que está sendo implementado aos poucos pelo banco, com taxa de 3,99% ao mês e empréstimo de até R$ 1 mil. A Caixa não divulga o banlanço deste programa, que quando lançado o presidente da instituição, Pedro Guimarães, disse que poderia ser utilizado por cem milhões de pessoas.

O ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, falaram da nova modalidade de crédito, em um evento do setor da construção civil, na semana passada. Mas eles não deram detalhes porque querem que o programa seja anunciado por Bolsonaro nas próximas semanas.

“Isso vai ser transformador para o Brasil. Vamos poder emprestar para os negativados”, disse Guimarães, durante o evento.

A ideia é editar uma medida provisória (MP), alterando a lei do FGTS. Pela legislação, os recursos do Fundo somente podem ser aplicados em habitação, saneamento e obras de infraestrutura urbana.

O projeto do governo deve enfrentar resistência do setor da construção civil e do Conselho Curador do FGTS. Eles alegam que o FGTS é um fundo privado, pertencem aos trabalhadores e, embora tenha uma função social não deve ser usado para cobrir inadimplência no crédito.

Procurados o Ministério do Trabalho e a Caixa não se quiseram se manifestar. Com a recriação da pasta, o FGTS saiu da gestão da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes e migrou para as mãos de Lorenzoni.

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