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Ponto de vacinação da ALMT se prepara para receber novos grupos de risco

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Ponto de vacinação da ALMT já imunizou mais de quatro mil pessoas.

Foto: Helder Faria

Com o início do cadastro de novos grupos de risco para vacinação contra Covid -19, o ponto de vacinação instalado no estacionamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) inicia os preparativos para receber novas prioridades.  Atualmente, a unidade atende idosos acima de 60 anos e pessoas com comorbidades entre 55 e 59 anos. “Com a chegada e distribuição dos novos imunizantes, a previsão é de que nos próximos dias abra agendamento para outros grupos serem atendidos no ponto”, explica Virgínia Moraes, coordenadora do ponto.

Segundo ela, a ampliação do novo público depende da distribuição das vacinas. Isso porque no ponto da ALMT o imunizante disponibilizado é da Astrazeneca, tanto para aplicação da primeira, quanto da segunda dose. “Cada ponto está trabalhando com uma vacina especifica e, conforme vai mudando o público prioritário e vão chegando novas remessas, a logística é reorganizada para equilibrar o atendimento”, explica Virgínia. “Para segunda dose da Coronavac, o atendimento é exclusivo no Centro de Eventos Pantanal e na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)”, complementa. 

Ela ressalta que o direcionamento é feito por meio do agendamento no site da prefeitura após o cadastramento e que é preciso ficar atento às orientações enviadas. “Geralmente é feito o envio por mensagem, mas o ideal é acessar o site para acompanhar a definição da data, horário e local indicado. No caso de quem, por algum motivo, perdeu o agendamento, é concedido o prazo de até cinco dias para se apresentar no ponto de imunização” explica. Em caso de dúvidas, a prefeitura disponibiliza o endereço digital [email protected] para atendimento aos cidadãos.

O atendimento do ponto instalado na sede ALMT é feito por servidores do Legislativo estadual e da prefeitura de Cuiabá, sendo o município o responsável pelo cadastro e agendamento das pessoas que são vacinadas no local. A unidade funciona de segunda a sábado, das 8h às 17h, e contabiliza, até o momento, mais de quatro mil vacinados. 

Quem será imunizado com as novas doses –  Gestantes com comorbidades; pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise); Pessoas com obesidade mórbida (índice de massa corpórea – IMC ≥ 40), pessoas com síndrome de Down e pessoas com deficiência que estejam cadastradas no Beneficio de Prestação Continuada (BPC). Todos na faixa etária entre 18 e 59 anos.

O pneumologista Arlan Azevedo, destaca a importância de alcançar o maior número de pessoas em situação mais vulnerável para reduzir os quadros de complicações que acarretam em internação hospitalar, assim como o número de óbitos. “Apesar do índice geral da população vacinada ainda ser baixo, é preciso considerar o impacto positivo já alcançado com vacinação dos grupos com maior risco de agravamento da doença, por terem o sistema imunológico mais fraco”, ressalta.

Ele destaca a importância desses grupos prioritários também cumprirem a vacinação contra influenza (H1N1), cujo campanha já esta em vigor e as doses disponíveis nos postos de saúde, com o devido cuidado quanto ao intervalo entre as doses, de no  mínimo 14 dias entre uma vacina e outra. “Ambas as doenças atacam o sistema respiratório e podem ocasionar em Síndrome Respiratória Aguda e, com isso, favorecer o acometimento de outras infecções, devido à baixa no sistema de defesa do organismo”, alerta.

Passo a passo – Para se vacinar contra a Covid-19 na capital é preciso fazer um pré-cadastro no site da prefeitura de Cuiabá, que é liberado por grupos prioritários. O agendamento será feito automaticamente. Para consultar a data, horário e local da vacinação, é preciso acessar o mesmo site. No dia indicado, é preciso levar documento com foto, comprovante de residência, carteirinha com número SUS e o QR code gerado no site. Já para receber a segunda dose, é preciso levar a caderneta de vacinação e documento com foto. Após aplicação da dose, quem recebeu a vacina precisa ficar 15 minutos em observação antes de ser liberado. 

Fonte: ALMT

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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