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Economia

Política de reajuste do mínimo será definida posteriormente

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A proposta de salário mínimo de R$ 1.040 para o próximo ano representa apenas uma estimativa, disse hoje (15) o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Segundo ele, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020 apenas trouxe uma previsão de valor, baseada na reposição da inflação.

A política de correção do mínimo, informou o secretário, será apresentada nos próximos meses. “O aumento do salário mínimo é apenas paramétrico, usando a correção pelo INPC [Índice Nacional de Preços ao Consumidor]. Estamos colocando esse valor como previsão. Não é a política do salário mínimo. O governo tem até dezembro para apresentar, e assim o faremos”, declarou. Ele calcula que cada aumento de R$ 1 no mínimo terá impacto de R$ 298,2 milhões no Orçamento.

Até 2019, o salário mínimo, atualmente em R$ 998, era corrigido com base na inflação do ano anterior pelo INPC e pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) de dois anos anteriores. Como a vigência da lei acaba este ano, o governo terá de apresentar um projeto de lei se quiser definir uma política de reajuste para o mínimo ou deixar o valor ser negociado no Orçamento de cada ano.

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Alerta

O projeto da LDO de 2020 prevê que as despesas discricionárias (não obrigatórias) caiam dos R$ 120 bilhões aprovados no Orçamento de 2019 para R$ 99,8 bilhões em 2020, R$ 90 bilhões em 2021 e R$ 71,9 bilhões em 2022. Segundo Rodrigues, somente a aprovação de reformas que reduzam o volume de despesas obrigatórias, como os benefícios da Previdência Social, o governo terá o Orçamento cada vez mais comprometido e com menos capacidade para investimentos como obras públicas. Ele, no entanto, afastou o risco de shutdown (interrupção de serviços públicos por falta de dinheiro).

“O quadro de gravidade mostra que precisamos de reforma. Com esse valor para despesas discricionárias, teremos forte pressão, mas ainda não é shutdown. Quando as despesas obrigatórias crescem, o espaço que temos para as discricionárias [não obrigatórias] é comprimido. Historicamente temos observado que os investimentos têm sido item preferencial onde se tem redução. Por isso mesmo, precisamos reduzir despesas obrigatórias”, declarou Rodrigues.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia
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Economia

Comércio varejista registra a sexta alta consecutiva em outubro

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O volume de vendas do comércio varejista teve um aumento de 0,1% na passagem de setembro para outubro deste ano. Segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a sexta alta consecutiva do índice, que acumula crescimento de 2,7% no período.

O varejo também teve altas de 0,4% na média móvel trimestral, de 4,2% na comparação com outubro do ano passado, 1,6% no acumulado do ano e de 1,8% no acumulado de 12 meses.

Na passagem de setembro para outubro, seis das oito atividades pesquisadas tiveram aumento do volume de vendas: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,3%), combustíveis e lubrificantes (1,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%), móveis e eletrodomésticos (0,9%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,3%) e tecidos, vestuário e calçados (0,2%).

Queda

Por outro lado, tiveram quedas os setores de supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,1%) e de livros, jornais, revistas e papelaria (-1,1%).

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Considerando-se o varejo ampliado, que inclui ainda os setores de materiais de construção e venda de veículos e peças, houve um crescimento de 0,8% de setembro para outubro. Os materiais de construção tiveram alta de 2,1% e os veículos e peças, de 2,4%.

O varejo ampliado também altas na média móvel trimestral (0,7%), na comparação com outubro de 2018 (5,6%), no acumulado do ano (3,8%) e no acumulado de 12 meses (3,8%).

A receita nominal do varejo cresceu 0,5% na comparação com setembro deste ano, 5,2% na comparação com outubro de 2018, 0,4% na média móvel trimestral, 4,7% no acumulado do ano e 5% no acumulado de 12 meses.

No varejo ampliado, a receita nominal também cresceu nos cinco tipos de comparação: 1,1% na comparação com setembro, 0,8% na média móvel trimestral, 6,6% na comparação com outubro do ano passado, 6,4% no acumulado do ano e 6,4% no acumulado de 12 meses.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Economia
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Economia

Volta às aulas exige planejamento familiar e pesquisa na web pode ser trunfo

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O início de ano é preocupante para todo brasileiro, pois acumulam-se as contas do fim do ano mais impostos como IPTU e IPVA. Para aqueles que são pais, no entanto, dezembro já costuma ser um mês caótico. Isso porque representa a última chance de adquirir material escolar a preços menos inflacionados.

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Criança na escola arrow-options
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Estudo mostra que 95% das crianças brasileiras frequentam escola

Com o comércio online cada vez mais competitivo e oportunidades de frete grátis , uma boa dica é pesquisar na internet antes de sair às ruas buscando promoções que só vão surgir mesmo às vésperas da volta às aulas . E com o risco do preço de fim de janeiro em uma loja física ser igual ou até maior do que o encontrado em dezembro em lojas virtuais como a Amazon .

Caso a escola ainda não tenha disponibilizado a lista dos livros didáticos para o ano letivo , já é possível pesquisar por  mochilas e material escolar .

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É possível orientar as buscas tanto por disciplinas, como ciências, matemática  e gramática, como por ano escolar, tanto no ensino fundamental como médio. Em alguns casos é possível parcelar as compras em até 10 vezes se juros e garantir uma tranquila volta às aulas para as crianças. 

Fonte: IG Economia
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