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Policiais penais condenadas por facilitar entrada de drogas em cadeia são presas

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As servidoras foram alvo da Operação Papuda, deflagrada no ano de 2013, com base em investigações da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade [Foto –Tchélo Figueiredo]

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a oeste de Cuiabá), cumpriu mandados de prisão definitiva contra duas policiais penais condenadas pela Justiça por envolvimento em crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas e peculato.

As suspeitas estavam com as ordens de prisão decretadas pela Vara Única de Vila Bela da Santíssima Trindade, condenadas a mais de 10 anos de pena, além da perda do cargo, por facilitar a entrada de drogas e aparelhos celulares na Cadeia Pública do município.

As duas policiais penais foram alvo da Operação Papuda, deflagrada pela Polícia Civil, em abril de 2013, após investigações conduzidas pelo Núcleo de Inteligência da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Segundo o delegado titular de Vila Bela, João Paulo Berté, nas investigações, as duas policiais penais, que na época estavam em estágio probatório, foram identificadas como facilitadoras da entrada de objetos ilícitos, como drogas, bebidas alcóolicas e aparelhos celulares na cadeia.

A prisão das foragidas ocorreu, nesta segunda-feira (2), na cidade de Pontes e Lacerda, durante a operação Horus/Vigia, deflagrada para combater os crimes na faixa de fronteira Brasil/Bolívia. Após terem as ordens judiciais cumpridas, as suspeitas foram colocadas à disposição da Justiça.

 

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Operação cumpre 30 mandados judiciais contra grupo criminoso formado para fraudar o fisco estadual

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (06.07), a operação Bomba Fantasma, para desarticular uma organização criminosa constituída por núcleos formados por empresários do segmento de combustíveis e empresas de transportes, cujo objetivo era a venda de notas fiscais a transportadoras para aproveitamento de crédito fiscal. Estão sendo cumpridas diversas ordens judiciais em três cidades de Mato Grosso e Goiás, entre elas 13 mandados de buscas, bloqueios de contas bancárias e de 12 veículos de investigados, sequestro de imóveis, além de outras medidas cautelares. 

A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e Secretaria de Estado de Fazenda, identificou que, em 2018, pelo menos quatro postos de combustíveis venderam milhares de litros de diesel a transportadoras, sem a efetiva circulação da mercadoria, ou seja, sem o abastecimento na bomba.

Investigação

Com a auditoria, realizada pela Coordenadoria de Fiscalização de Combustível, Comércio e Serviços da Sefaz e o aprofundamento das investigações pela Defaz, foi demonstrado que dos quatro postos, três pertencem ao mesmo grupo de empresários e um posto, localizado na cidade de Alto Garças, no sul do estado, foi responsável pela venda de mais de 10 milhões de litros de óleo diesel, sem que fosse adquirido um único litro para seu estoque, reforçando apenas a venda da nota fiscal fictícia.

Segundo o delegado titular da Defaz, Walter de Melo Fonseca Júnior, a investigação conseguiu identificar que o grupo econômico contava com a participação direta de um escritório de contabilidade, que funcionava como um “QG” para emissão das notas fiscais das vendas realizadas.

Além do grupo formado pelos postos de combustíveis, a investigação apurou ainda que transportadoras foram beneficiadas com o esquema criminoso, sendo que três delas pertencem a um mesmo grupo econômico.

Ordens judiciais 

Com base nas investigações, o delegado Rafael Scatolon representou pela expedição de 13 mandados de busca e apreensão, bloqueio das contas bancárias no valor correspondente ao crédito tributário (R$ 42 milhões), suspensão do escritório de contabilidade e do contador, sequestro de quatro imóveis, além do bloqueio de 12 veículos, cujos mandados, após parecer favorável da 14ª Promotoria de Cuiabá, foram deferidos pela juíza Ana Cristina Silva Mendes da 7ª Vara Criminal da Capital.  

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Rondonópolis e Pedra Preta, no sul do estado e em Goiânia (GO). 

A operação Bomba Fantasma conta com apoio das unidades da Diretoria de Atividades Especiais (DRE), Deccor e GCCO, Delegacias da Polícia Civil em Rondonópolis, Politec-MT e Gerência de Operações de Inteligência da Polícia Civil de Goiás.

Fonte: PJC MT

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Polícia Federal cumpre mandados contra o tráfico internacional de drogas e bloqueia R$ 40 milhões

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Droga era comprada no Peru e na Bolívia e era levada para a Europa, utilizando MT como entreposto

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (6) as operações Catrapo e The Fallen, para desarticular organização criminosa responsável por tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e contrabando. O grupo tinha como líder um ex-major da polícia militar do Mato Grosso do Sul, preso no último mês, em ação de cooperação policial internacional.

A Operação Catrapo cumpre 28 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão temporária – expedidos pela 5ª Seção Judiciária do Mato Grosso – nos estados de Mato Grosso, São Paulo, Pará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Amazonas, Paraná, Rondônia e Tocantins.

Durante as investigações, foi identificado que a organização criminosa se utilizava de aviões para transportar a cocaína adquirida no Peru e na Bolívia para a Europa, utilizando o estado do Mato Grosso como entreposto. A Polícia Federal interceptou duas toneladas de cocaína e identificou R$ 40 milhões em patrimônio durante a apuração.

Já a Operação The Fallen cumpre 21 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal em Pernambuco, nos estados de Pernambuco, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Bahia.

As investigações tiveram início em 2020, após a importação suspeita de peças de aeronaves portuguesas por uma empresa de Recife/PE, que as introduziu no Brasil pelo porto de Itajaí/SC. Após apurações conjuntas entre a PF, a Receita Federal e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), foi constatado um esquema de contrabando de peças de aeronaves para o país para a utilização por narcotraficantes em atuação na fronteira.

Apura-se, ainda, a estratégia de lavagem de dinheiro montada pelo grupo criminoso, que se utilizava de empresas de fachada para movimentar valores no território nacional. Além disso, eram usadas empresas com sede no exterior para viabilizar a compra de aeronaves fora do Brasil, as quais serviam à organização criminosa investigada e também eram cedidas para outros grupos criminosos.

 

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