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Polícia prende 241 pessoas na primeira noite de carnaval em SP

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Operação de carnaval já prendeu 241 pessoas em São Paulo arrow-options
Reprodução / SSP

Operação de carnaval já prendeu 241 pessoas em São Paulo

O carnaval de 2020 enfim começou, e os foliões já estão tomando as ruas das cidades pelo Brasil. Em São Paulo, as polícias civil e militar aumentaram seus efetivos em todo o estado para garantir que as comemorações aconteçam em segurança.

Na madrugada de sexta-feira (21) e sábado (22), 32.351 pessoas foram abordadas, sendo que 241 criminosos foram presos por policiais em todo estado de São Paulo.   

Além das detenções, as polícias também recuperaram 44 veículos e 33 celulares produtos de roubo ou furto e apreenderam cerca de uma tonelada de drogas e 23 armas.

Agentes de trânsito também trabalharam duro na madrugada. No total, 22.619 veículos foram fiscalizados e os motoristas submetidos ao teste do bafômetro. Entre estes, 419 foram autuados.

Para dar conta da segurança do carnaval de São Paulo, que deve ter público 25% maior do que o registrado em 2019, 15 mil policiais civis e militares atuarão diariamente nas ruas do estado.

Fonte: IG Nacional
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Coronavírus: 8 em cada 10 brasileiros se dizem extremamente preocupados

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Wikimedia Commons/vperemen.

Brasileiros estão preocupados com o avanço do coronavírus no país

A chegada do novo coronavírus (Sars-CoV-2) ao país tem mudado o comportamento dos brasileiros. Além da quarentena imposta em alguns estados, a preocupação cresceu conforme o número de casos foi aumentando.

Leia também: Portadores assintomáticos da Covid-19 podem representar ameaça

Uma prova disso são as pesquisas realizadas pela Toluna, fornecedora líder de insights do consumidor sob demanda, que vem monitorando a percepção e o comportamento dos brasileiros em relação a Covid-19.

As pesquisas registraram quatro momentos da crise: antes da confirmação do primeiro caso de coronavírus no Brasil, após os primeiros diagnósticos brasileiros, após a decretação de pandemia pela OMS, e a mais recente avaliou o cenário após as primeiras mortes e o rápido crescimento no número de casos.

O último levantamento, realizado entre 20 e 22 de março, apontou que a maioria das pessoas (82%) se considera muito ou extremamente preocupada com o surto de coronavírus no país. A percepção aumentou quando comparada ao resultado da pesquisa feita antes da existência de casos no Brasil (68%). O aumento entre os que se declaram extremamente preocupados – era de 46,1% na primeira pesquisa, e agora é de 54%; 28% declararam estar muito preocupados; 14% se dizem preocupados; 3% pouco preocupados e menos de 1% não estão em alerta sobre o tema.

Quando perguntadas sobre alterações no comportamento para tentar evitar o contágio, 95% afirmam que passaram a evitar multidões – na primeira pesquisa, essa faixa era de 60%. Os planos de viagens já foram alterados por 79% dos entrevistados, assim como 35% dos entrevistados afirmaram que fizeram alterações em seus investimentos financeiros.

Na pesquisa mais recente, 79% das pessoas pesquisadas afirmaram que compraram algum item específico para se proteger contra contaminação . Os mais procurados foram: desinfetante para as mãos/álcool em gel (80,5%), sabonete (70%), desinfetante para ambiente (53%), máscara cirúrgica (48%) e luvas descartáveis (29,5%).

Quase 70% das pessoas entrevistadas acreditam que o impacto do coronavírus sobre a economia mundial será muito negativo. Outros 27% preveem que o impacto será negativo, e menos de 1% acredita que não haverá impacto. Por outro lado, quase 3% dos entrevistados opinou que o impacto será positivo ou muito positivo.

Leia também: Rombo nas contas públicas pode ultrapassar os R$ 350 bi, diz governo

Participaram da pesquisa sobre o coronavírus 1.000 pessoas das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Abep – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa. O estudo teve apenas pessoas acima de 18 anos, de todas as regiões brasileiras, com 3% de margem de erro e 95% de margem de confiança.


Fonte: IG Nacional
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João de Deus vai cumprir prisão domiciliar por causa de pandemia de coronavírus

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

João de Deus foi condenado a mais de 40 anos de prisão

João Teixeira de Farias, que apresentava-se como médium sob o nome de João de Deus, cumprirá sua pena em prisão domiciliar devido à pandemia do novo coronavírus . Com 78 anos, o homem foi condenado a mais de 40 anos de prisão por crimes sexuais.

A juíza Rosângela Rodrigues do Santos foi responsável pela decisão. “Embora esteja sendo acusado por fatos de extrema gravidade, o requerente é idoso, acometido por doenças graves, por isso inserido no denominado grupo de risco para infecção pelo coronavírus”, escreveu a magistrada, que também foi responsável pela condenação.

Leia mais: 12 mil pacientes aguardam exame para novo coronavírus no estado de São Paulo

João de Deus deverá seguir no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde está detido desde dezembro de 2018, até esta segunda-feira (30), e aguarda a emissão do alvará de soltura.

Durante a prisão, o condenado não poderá sair de Anápolis, onde reside. Também deverá comparecer ao Judiciário todos os meses para informar sobre o tempo de prisão domiciliar. Além disso, João de Deus usará tornozeleira eletrônica para o controle de localização. 

Fonte: IG Nacional
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