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Polícia Federal

Polícia Federal prende casal de equatorianos que mantinha trabalhadoras em condições degradantes

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São Paulo/SP – A Polícia Federal prendeu em flagrante, na manhã do último sábado (09/11), um casal de equatorianos, sendo um deles proprietário de uma oficina de costura clandestina, localizada na capital, onde outras duas mulheres de mesma nacionalidade, uma delas menor de idade, eram mantidas sob jornada de trabalho exaustiva e condições degradantes.

Segundo relatos, a menor conseguiu manter contato com seu irmão, que vive na cidade de Quito – Equador,  informando que encontrava-se em cárcere privado no Brasil, e solicitando ajuda para retornar ao seu país de origem.

A notícia de que a adolescente equatoriana se encontrava reclusa chegou à Policia Federal através da ISON-INTERPOL Specialized and Operational Network, na noite de sexta-feira, por volta das 21 horas. Ressalta-se a rápida resposta da PF que em menos de 24 horas instaurou inquérito policial, representou pela busca e apreensão, resgatou as vítimas e prendeu os acusados pelo crime. 

Após a prisão dos equatorianos, e com o fim dos trâmites médicos e administrativos, as vítimas acabaram libertadas e a menor estrangeira foi entregue ao conselho tutelar. A ação contou com o apoio do Ministério Público do Trabalho e da Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo, que providenciou o acolhimento das vítimas.

Na audiência de custódia, a prisão em flagrante do homem foi convertida em prisão preventiva e a mulher foi colocada em liberdade provisória.

Os suspeitos podem ser processados pela conduta criminosa tipificada no artigo 149 do Código Penal, com a previsão de pena que varia de 2 a 8 anos de reclusão.

Comunicação Social da Superintendência da PF em São PauloFone: (11) 3538-5013E-mail: [email protected]

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Polícia Federal

Operação Cifrão apura desvios de recursos públicos de entidades que integram o sistema “S”, na Paraíba

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João Pessoa/PB – A Polícia Federal, em parceria com a Controladoria-Geral da União, Ministério Público Federal, deflagraram na manhã de hoje (2/7) a operação Cifrão, que apura a prática de crimes relacionados à aplicação e desvio de recursos das entidades que integram o Sistema “S” da Indústria no Estado da Paraíba.

A operação conta com a participação de 96 Policiais Federais e 9 Auditores da Controladoria-Geral da União e estão sendo cumpridos 22 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campina Grande e João Pessoa.

 A investigação demonstra que, em apenas três contratos auditados pela CGU, foram desviados mais de R$ 2 milhões em benefício de empresas, de empresários e pessoas vinculadas ao Sistema “S”.

  Entrevista coletiva será concedida, às 11h, no auditório da Delegacia de Polícia Federal em Campina Grande.

 

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba

Telefone: (83) 3565-8510

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Polícia Federal

PF deflagra Operação Falso Registro para investigar fraudes em benefícios previdenciários

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Presidente Prudente/SP – A Polícia Federal deflagrou hoje (1/7) a operação Falso Registro, com o objetivo de coletar provas sobre a prática de falsidades na obtenção de benefícios previdenciários indevidos. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela Primeira Vara Federal de Presidente Prudente, tendo sido encontrada farta documentação relativa às fraudes.

Durante a investigação, foi identificada a utilização de cinco empresas para a inserção de vínculos empregatícios falsos nos sistemas da Previdência Social mediante entregas de GFIPs (Guia de Recolhimento e Informações à Previdência Social) extemporâneas. Este fato permitiu o recebimento de benefícios previdenciários fraudulentos embasados em relações trabalhistas inverídicas por diversas pessoas.

A investigação teve início em razão de fatos suspeitos trazidos ao conhecimento da Polícia Federal pela Procuradoria-Geral Federal e contou com o apoio da Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista – CGINT – da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Segundo a CGINT, foram identificados 18 benefícios recebidos irregularmente, tendo o valor do prejuízo apurado totalizado a quantia de R$ 1,9 milhão. Este valor, conforme foi apurado, pode atingir montante superior a R$ 5 milhões em valores futuros a serem pagos aos beneficiários, levando-se em conta a expectativa de sobrevida média da população brasileira, segundo o IBGE.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Presidente Prudente/SP

Contato: (18) 3344-3021 / 3344-3001

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