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Polícia Federal

Polícia Federal investiga roubo a agência dos Correios em Tocantins

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Palmas/TO – A Polícia Federal deflagrou, nessa manhã (23/10), a Operação Panela de Ferro visando desarticular organização criminosa envolvida em roubo aos Correios.

Aproximadamente dez policiais federais cumprem dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária expedidos pela 1ª Vara Criminal de Presidente Kennedy, todos na cidade de Colinas/TO.

A investigação teve início após o roubo ocorrido na Agência Postal de Tupiratins/TO, quando dois indivíduos subtraíram valores em espécie, mantendo empregado e clientes sob ameaça de arma de fogo.

Os investigados devem responder pelo crime de roubo, cuja pena pode chegar a 13 anos de reclusão.

O nome da operação faz alusão ao povoado que deu origem ao município de Tupiratins/TO.

 

* Não será realizada coletiva de imprensa.

 

Comunicação Social – Polícia Federal em TocantinsE-mail: [email protected]Fones: (63) 3236-5440

Fonte: Polícia Federal
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PF investiga esquema criminoso de trocas de moedas em empresa de segurança privada

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Recife/PE – A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (6/12), a operação Dolos, com o objetivo de dar cumprimento a dois mandados de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão, nos bairros de San Martin e Peixinhos. Na residência dos suspeitos foram encontrados significativa quantia de dinheiro legítimo (R$ 40,08 mil), com lacre de instituições bancárias e moeda que não poderiam estar em sua residência.

De acordo com as investigações, um grupo de funcionários se instalou numa empresa de segurança privada responsável por transporte de valores e, a partir dela processava o esquema criminoso. Conforme foi apurado, nos dias 31/10/2019 e 6/11/2019, um conferente de dinheiro em associação com o coordenador da tesouraria subtraíram dinheiro sob custódia da empresa e trocaram por cédulas falsas durante o processamento do numerário. Tais condutas foram registradas pelo sistema de segurança da empresa através de relatórios e filmagens.

A empresa de segurança privada obteve êxito em interceptar o lote de numerário onde haviam as notas falsas junto aos seus clientes, sem causar qualquer prejuízo, as quais seriam introduzidas em circulação através de abastecimento de equipamentos de caixas eletrônicos na região metropolitana do Recife/PE.

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Terminado o cumprimento das ordens judiciais, os dois suspeitos foram levados até a Superintendência da Polícia Federal em Recife/PE, para as formalidades legais de Polícia Judiciária, onde foram autuados em flagrante pela prática contida no Artigo 289, §1º e Artigo 155, §4º, incisos II e IV, ambos do Código Penal (guardar ou colocar em circulação moeda falsa e furto qualificado com abuso de confiança mediante concurso de duas ou mais pessoas.). Caso venham a ser condenados, poderão pegar penas que variam de 3 a 20 anos de reclusão.

 

Contato: (81) 2137-4076 E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

PF desarticula grupo responsável o comércio ilegal de ouro em Roraima

Publicado

Boa Vista/RR – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (6/12) a Operação Hespérides, que tem o objetivo de desarticular organização criminosa que seria responsável pelo comércio ilegal de ao menos 1,2 tonelada de ouro.

Mais de 150 policiais cumprem 17 mandados de prisão preventiva, 5 de prisão temporária, 48 buscas e apreensões e 15 sequestros/bloqueios de bens, nos estados do Amazonas, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e São Paulo. Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Federal de Roraima e determinam o bloqueio de até R$ 102 milhões dos envolvidos.

As investigações tiveram início em setembro de 2017, após apreensão de aproximadamente 130 gramas de ouro no Aeroporto de Boa Vista/RR, destinados a uma empresa em São Paulo. Uma nota fiscal de compra de sucata de ouro acompanhava o metal, sendo verificado pela PF que se trataria de um documento falso.

Os indícios constantes inquérito policial apontam que o grupo criminoso seria composto por venezuelanos e brasileiros que, residindo em Roraima, comprariam ilegalmente ouro extraído de garimpos da Venezuela e de garimpos clandestinos do estado. Com o auxílio de alguns servidores públicos que integrariam a organização criminosa e receberiam propinas, tentariam dar um aspecto de legalidade ao metal por meio da emissão de documentos falsos por empresas de fachada. O ouro, então, seria comercializado para uma empresa especializada na recuperação de minérios, localizada no interior de São Paulo. Mesmo com os latentes indícios de irregularidades acerca da origem do minério, a empresa o receberia e venderia para o exterior.

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A partir de cruzamentos realizados pela Receita Federal, que contribuiu com as investigações, suspeita-se que o grupo tenha movimentado ao menos 1,2 tonelada de ouro entre os anos de 2017 e 2019. Em cotação atual, o montante representa mais de R$ 230 milhões. Se o procedimento regular de importação houvesse ocorrido, a Receita estima que seriam devidos aproximadamente R$ 26 milhões apenas em tributos federais, desconsiderando juros e multa. Apenas no ano de 2018, a empresa que recebia o ouro em São Paulo teria exportado mais de R$ 1 bilhão em ouro e mais que triplicado seu faturamento nos últimos 3 anos.

A empresa suspeita também compraria o metal precioso de um outro grupo, baseado no Amapá, alvo da operação Ouro Perdido da PF, contra a comercialização de ouro extraído ilegalmente e que foi deflagrada em junho deste ano.

Um dos alvos da operação Hespérides possui ordem de prisão em aberto expedida pela justiça da República Dominicana por tráfico de drogas e lavagem de capitais e consta em lista de difusão vermelha da Interpol.

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As investigações identificaram que os servidores públicos envolvidos ajudariam o grupo com consultorias para o resgate de ouro apreendido, elaboração de pareceres favoráveis aos interesses dos suspeitos e com a facilitação de desembaraços legais diversos, como o atesto de remessas de ouro à empresa em São Paulo. 

Os principais crimes investigados são participação em organização criminosa, contrabando, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, receptação e os crimes de falsidade ideológica e de documento público. Se condenados, os líderes do esquema podem ter penas que ultrapassam 50 anos de prisão.

O nome da operação faz referência as Hespérides que, segundo a mitologia grega, seriam as responsáveis por cuidar do pomar onde a deusa Hera cultivava macieiras que davam frutos de ouro. Entretanto, elas passaram a consumir os frutos que deveriam guardar, sendo necessário que Hera adicionasse à guarda um dragão eterno que nunca dormia.

 

Comunicação Social da Polícia Federal  em Roraima
[email protected]
Contato: (95)3261-1500

Fonte: Polícia Federal
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