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Polícia Federal

Polícia Federal desarticula esquema de fraudes contra o INSS em Salvador

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Salvador/BA – A Polícia Federal, em ação conjunta com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, integrantes da força-tarefa previdenciária, deflagrou nesta manhã (23/9) a OPERAÇÃO CONTRASSENHA, que visa desarticular esquema de fraudes executadas em detrimento da Previdência Social, protagonizadas por servidor público federal lotado na Agência da Previdência Social localizada no bairro das Mercês, na capital baiana.

O prejuízo estimado aos cofres púbicos até o momento supera os 7,5 milhões de reais, relativos a 75 benefícios com constatação de fraude, números estes que, com o avançar das investigações, poderão se revelar muito superiores.

Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão, sendo cinco em Salvador e um em Catu/BA, expedidos pela Justiça Federal, que decretou também o afastamento das funções públicas do servidor do INSS e o bloqueio e sequestro dos bens e valores em nome dos investigados.

Conforme apurado, pelo menos desde 2017, o servidor público fraudava processos de aposentadoria, majorando artificiosamente o tempo de contribuição. Há indícios de que, para isso, valendo-se de fragilidade do sistema de cálculo de contribuições individuais, lançava valores bem abaixo do efetivamente devido, permitindo o pagamento de quantias irrisórias para o cômputo de tempo de contribuição, bem como alterava ou incluía vínculos empregatícios fictícios com a mesma finalidade.

 As investigações apontam também que o servidor do INSS tinha o auxílio de terceiros na captação de clientes e que recebia, em retribuição às fraudes implementadas, valores pagos pelos beneficiários do esquema criminoso, por meio de transferências e depósitos em contas bancárias gerenciadas por ele. A movimentação bancária do servidor investigado indica o recebimento de transferências e depósitos de terceiros em montante superior a R$ 1,5 milhão de reais desde 2017.

 

Os envolvidos responderão por diversos crimes, dentre eles, estelionato previdenciário (art. 171, §3º do CPB), inserção de dados falsos em sistema informatizado (313-A do CPB), corrupção passiva (art. 317 do CPB) e corrupção ativa (art. 333 do CPB).

Comunicação Social da Polícia Federal/BA

Contato:

[email protected]

www.pf.gov.br

E-mail: [email protected]

 

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Polícia Federal

PF investiga grupo criminoso envolvido com contrabando de cigarros no RS

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Passo Fundo/RS – A Polícia Federal deflagrou na sexta-feira (16/10) a Operação Classic, que investiga grupo envolvido no contrabando de cigarro na região.

Policiais federais cumprem três mandados de busca e apreensão nos municípios de Ciríaco e David Canabarro, em ação que busca identificar os fornecedores de cigarro contrabandeados.

A investigação teve início a partir de prisão em flagrante realizada pela Polícia Civil, no dia 16 de julho, quando foram apreendidos 350 pacotes de cigarro contrabandeados em um estabelecimento comercial no município de Gentil.

Os crimes investigados são contrabando (art. 334-A/CP) e associação criminosa (art. 288/CP).

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Passo Fundo

Fone: (54) 3318-9000

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Polícia Federal

Polícia Federal combate esquema de desvios de recursos públicos no Amapá

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Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou na sexta-feira (16/10) a Operação Kairós*, para combater fraudes à licitação e irregularidades na aplicação de recursos públicos federais em Vitória do Jari, no Amapá.

Cerca de 12 policiais federais dão cumprimento a três mandados de busca e apreensão, nas cidades Macapá/AP e Vitória do Jari/AP. Durante cumprimento de buscas na residência de um dos investigados, foram apreendidos mais de R$ 49 mil em dinheiro.

A investigação, que se iniciou a partir de relato do Conselho Municipal de Saúde de Vitória do Jari, apurou irregularidades em contratação emergencial por dispensa de licitação para aquisição de insumos destinados ao Laboratório Municipal de Análises Clínicas.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de desvio de dinheiro público, direcionamento de contratação, dispensa ilegal de licitação, falsidade ideológica, fraude à licitação e uso de documento falso. Se condenados, poderão cumprir pena de 37 anos de reclusão.

*Na mitologia grega, Kairós é o deus do tempo ou do momento oportuno. Depois de descoberta a suposta fraude, os investigados teriam oportunamente falsificado documento público para justificar a entrega parcial dos produtos adquiridos.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

[email protected] | www.pf.gov.br

(96) 3213-7602

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