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Polícia Federal

Polícia Federal deflagra operação contra caça ilegal

Publicado

Corumbá/MS. A Polícia Federal de deflagrou nesta segunda-feira (18/7), a operação Canguçu, visando a dar cumprimento a um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal.

As diligências foram cumpridas em investigação que apura a prática do crime de caça ilegal. Os trabalhos tiveram início após a localização do corpo de uma onça-pintada, morta com sinal de disparo de arma de fogo, no Rio Paraguai, no trecho localizado na cidade de Ladário/MS.

Não houve prisões, e o material apreendido passará por perícia para que seja individualizada a autoria do crime apurado.

O nome da operação faz referência ao termo em Tupi-Guarani “akangu’su”, designação da ‘onça-pintada’, formado de a’kanga ‘cabeça’ e a’su ou u’su ‘grande’.

A Delegacia da Polícia Federal em Corumbá mantém canal de denúncias anônimas através do e-mail [email protected] e do telefone 67 9 9202 8240.

Caso saiba de informações sobre este ou outros casos de competência da PF entre em contato.

Delegacia da Polícia Federal em Corumbá/MS

Comunicação Social SR PF MS

Fonte: Polícia Federal

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Polícia Federal

PF investiga crime de armazenamento e compartilhamento de imagens pornográficas envolvendo criança ou adolescente

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Palmas/TO – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (12/08/2022) a Operação Guardião da Inocência II, com objetivo de apurar o cometimento do crime de armazenamento e compartilhamento de imagens pornográficas envolvendo criança ou adolescente.

Cerca de quatro policiais federais cumprem um mandado de busca e apreensão e outras medidas na cidade de São Valério do Tocantins/TO.

A investigação se iniciou em 2021, após notícia encaminhada pela organização não governamental americana National Center for Missing and Exploited Children – NCMEC, por meio de cooperação internacional, por meio da qual se constatou que uma pessoa armazenou e compartilhou imagens de pornografia infantil entre os anos de 2020 e 2021.

O suspeito teria se utilizado das redes sociais, aplicativos de troca de mensagens e da deep web para praticar os crimes de armazenamento, posse e compartilhamento de imagens contendo cenas de sexo explícito, envolvendo criança e adolescente, conforme previsto nos artigos 241-A e 241-B, da Lei 8.069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente. Existe ainda a possibilidade da ocorrência da prática de outros crimes mais graves, o que será objeto de análise dos materiais apreendidos.

O suspeito poderá responder pelos crimes previstos nos artigos 241-A e 241-B, do Estatuto da Criança e do Adolescente, com penas que somadas, podem ultrapassar 10 anos de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins

Contato: (63) 3236-5494 / 98147-0057
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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PF combate lavagem de dinheiro de liderança de facção criminosa

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Fortaleza/CE. A Polícia Federal deflagrou a operação policial Espelho Branco 2, na manhã desta sexta-feira (12/8), com o objetivo de desmantelar esquema criminoso de lavagem de dinheiro decorrente do tráfico de drogas e outros crimes, envolvendo liderança de facção criminosa com movimentação ilícita milionária no Estado do Ceará.

Ao todo, 60 policiais federais cumprem  9 mandados de busca e apreensão e  6 mandados de prisão temporária, além de mandados de sequestro de bens e valores, expedidos pela Justiça Federal, em domicílios investigados em Fortaleza/CE, Eusébio/CE, Aquiraz/CE, Itarema/CE, Santa Quitéria/CE, São Paulo/SP e Maceió/AL. As buscas têm como objetivo apreender documentos e mídias para instrução de Inquérito Policial para individualização da atuação dos suspeitos, participação de terceiros e interpostas pessoas (laranjas), bem como levantamento integral e apreensão de valores e patrimônio ilícito movimentado, decorrente de lucros de crimes anteriores.

A primeira fase da operação foi deflagrada em novembro de 2021, com a prisão de liderança da facção criminosa e cumprimento de mandados de busca em 3 residências em condomínios de luxo em Eusébio/CE e Fortaleza/CE. Uma delas adquirida pelo suspeito por R$ 3,6 milhões. As investigações desenvolvidas na segunda fase da operação apontaram indícios de atuação da organização criminosa no Ceará para dissimulação da propriedade de bens e para movimentação de recursos ilícitos, bem como integração no mercado formal de recursos oriundos do tráfico de drogas e outros crimes antecedentes.

Identificou-se uma teia criminosa com atuação dos investigados para ocultar origem ilícita de recursos através de transações comerciais com valores expressivos, entrelaçamento e confusão nos negócios; uso de documentos falsos e interpostas pessoas; reuniões de criminosos em hotéis e condomínios de luxo e investimentos em empresas com atos dos suspeitos que ostentavam riqueza de forma incompatível com qualquer atividade lícita.

Os investigados, a partir da individualização das suas condutas e da colheita de indícios e provas na operação policial, poderão responder pelo cometimento dos crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de drogas, com penas de até 40 anos de reclusão.

Foi determinado judicialmente o bloqueio de valores nas contas dos suspeitos, sequestro de imóveis de luxo em valores superiores a R$ 5 milhões e veículos em valores superiores a R$ 2 milhões.

O nome da operação remete às identificações falsas utilizadas pelos investigados. As investigações continuam, com análise do fluxo financeiro dos suspeitos e do material apreendido.

Haverá atendimento à imprensa às 10h30min na Superintendência da PF no Estado do Ceará.

Comunicação Social da PF no Ceará (85) 33924867/9.9972-0194

Fonte: Polícia Federal

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