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Polícia Federal

Polícia Federal cumpre 60 ordens judiciais em investigação de câmbio ilegal na fronteira do Brasil com a Argentina

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São Borja/RS – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (23/11), a Operação Peculium, para desarticular organização criminosa dedicada à prática de crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro. 

A ação mobiliza 70 policiais federais para o cumprimento de 60 ordens judiciais, no município de São Borja. Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão, seis mandados de prisão, sequestro de 14 veículos, 11 imóveis e o bloqueio judicial de até 21 milhões de reais em contas bancárias vinculadas a 13 pessoas físicas e empresas. Também são executadas 14 medidas cautelares diversas, como monitoramento por dispositivo eletrônico (tornozeleira), retenção de passaporte e apresentação periódica à Justiça Federal.

A investigação teve início em 2020, com a apreensão de 35 mil dólares transportados ocultos com a passageira de um veículo que trafegava na BR-285, na região de São Borja. A apuração levantou a existência de organização criminosa que operava ilegalmente no mercado de câmbio na fronteira com a Argentina. O grupo utilizava-se de doleiros e fornecedores do exterior para internalizar pesos argentinos e dólares americanos no Brasil.

Após ingressarem no País, as moedas estrangeiras eram comercializadas irregularmente, principalmente para empresas de transporte rodoviário de cargas. Posteriormente, a origem do recurso ilícito era dissimulada através de complexo esquema de lavagem de dinheiro. A estimativa é que a organização criminosa movimentava aproximadamente R$ 2 milhões por mês em operações ilegais de câmbio.

Será realizada entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (23/11), às 10h30min., na Delegacia de Polícia Federal em São Borja (Rua Vereador Alberto Rocha Benevenuto, 3126, Bairro Passo).

Comunicação Social da Polícia Federal em São Borja/RS

Contato: (55) 3430-9000/ 55 9130-3351

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Polícia Federal

Aviso de Pauta: Polícia Federal recebe jato E175 da EMBRAER

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Brasília/DF – A Polícia Federal vai realizar, na próxima quarta-feira (8/12), cerimônia de entrega da primeira aeronave Embraer 175, que começará a operar em breve no País.  O evento será realizado no hangar da Coordenação de Aviação (CAV) da Polícia Federal, em Brasília/DF.

A cerimônia de entrega deve contar com as presenças do ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, do advogado-geral da União, Bruno Bianco Leal, do diretor-geral da PF, Paulo Gustavo Maiurino, e do presidente e CEO da Embraer, Francisco Gomes Neto.

Os dois aviões Embraer E175 visam aumentar a eficiência no atendimento às demandas da aviação de Segurança Pública federal, com menores restrições operacionais, maior capacidade de transporte e alcance para deslocamentos diretos a qualquer extremo do Brasil.

Data: 8/12/2021
Horário: 16h30
Local: Hangar da Coordenação de Aviação (CAV) da Polícia Federal em Brasília, localizado, SAS Qd. 06, LT 9/10, Lago Sul, Brasília – DF.
Credenciamento: Os jornalistas interessados em cobrir o evento deverão encaminhar e-mail para: [email protected]

 

 

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
Contato:
[email protected]
(61) 2024-8142

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Polícia Federal

PF investiga fraude no emprego de verbas contra a Covid-19 no interior do Amapá

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Vitória do Jari/AP – A Polícia Federal deflagrou hoje (7/12) a Operação Matizar*. O objetivo é reprimir possível ocorrência dos crimes de fraude em licitação e peculato, em obra que serviria de base para enfrentamento da covid-19.

 Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão: um na casa do secretário municipal de saúde de Serra do Navio/AP (ele reside em Pedra Branca do Amapari/AP); um na residência do responsável por executar a obra (residência em Vitória do Jari/AP); e um na sede de uma empresa em Vitória do Jari/AP. O certame previa reforma e adequação de um prédio para que ele fosse centro de referência no enfrentamento à pandemia.

As investigações tiveram início após denúncia que apresentou fortes indícios de direcionamento para a empresa que venceria a disputa. A modalidade de licitação escolhida foi o Convite, na qual o poder público busca empresas para realizar alguma obra ou serviço. Todavia, foram enviados apenas três convites, já se levantando suspeita sobre uma possível delimitação dos participantes. Mais adiante, a PF verificou que duas das três propostas apresentadas eram idênticas, num claro movimento para que uma terceira empresa saísse vencedora na disputa que envolveu cerca de R$ 100 mil.

Houve ainda constatação de que duas das três empresas têm entre seus responsáveis uma mesma pessoa, outra infração ao caráter competitivo das licitações. O trabalho policial constatou ainda que foi realizada apenas uma pintura no referido prédio, o que não justificaria o alto valor da obra.

As penas previstas para os crimes em investigação podem chegar a 20 anos de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

Instagram: @policiafederalamapa

(96) 3213-7500

****Matizar quer dizer combinar, numa referência à maneira como foi conduzida a licitação sob suspeita.

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