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Polícia fará reconstituição da morte de marido de Flordelis

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Reprodução/Facebook

Flordelis e Anderson

Está marcada para começar às 21h deste sábado (21) a reconstituição da morte do pastor Anderson do Carmo , marido da deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD). A reprodução dos fatos será realizada pela Polícia Civil na casa da família, em Pendotiba, Niterói, onde o crime ocorreu.

De acordo com o advogado de Flordelis , Fabiano Migueis, a parlamentar vai participar da reconstituição. Além dela, filhos, netos e uma nora da pastora também foram intimados. Todos que estavam na casa no momento do crime vão participar da reprodução simulada. O objetivo é remontar o que aconteceu na residência no momento do crime e esclarecer eventuais contradições.

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Os dois filhos de Flordelis que são réus pela morte do pastor e estão presos também estarão presentes. Lucas Cézar dos Santos e Flávio dos Santos Rodrigues foram levados nessa sexta-feira (20) para a Delegacia de Homicídios de Niterói. Ambos dormiram na carceragem da delegacia. A DH decidiu fazer a reconstituição na segunda fase das investigações da morte do pastor, que teve início após o indiciamento de Lucas e Flávio. O objetivo é apurar se outras pessoas têm envolvimento no crime.

O trabalho da polícia deve se estender pela madrugada de domingo (22). Os dois filhos de Flordelis só vão retornar para a cadeia no início da tarde de domingo. Eles estão presos na mesma cela no presídio Bandeira Stampa, conhecido como Bangu 9, no Complexo de Gerícinó, na Zona Oeste do Rio. 

Na última terça-feira (17), a pedido da DH, a Justiça autorizou que Flávio e Lucas participem da reconstituição.Os advogados de Flávio já comunicaram à polícia que o cliente não deseja participar da reconstituição. Ainda assim, ele poderá acompanhar o trabalho da polícia. Já a defesa de Lucas informou aos policiais que ele vai participar. No entanto, de acordo com as investigações da DH, no momento do crime o rapaz não estava na casa da família.

Flávio confessou à polícia que atirou seis vezes em Anderson, que era seu padrasto. Ele é filho biológico apenas de Flordelis. Laudo do Instituto Médico Legal, no entanto, revelou que a vítima tinha 30 marcas de disparos pelo corpo. Já Lucas é acusado de ter ajudado o irmão, filho adotivo também de Anderson, a comprar a arma do crime.

Duas horas antes da reconstituição, às 19h, está marcada uma “mini vigília” no Ministério Flordelis, igreja fundada por Flordelis e Anderson. De acordo com a assessoria de imprensa da parlamentar, ela avaliará se irá ao evento após o término da reconstituição, na madrugada de domingo.

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Com a reconstituição, a polícia pretende esclarecer dúvidas que ainda pairam sobre o caso: 

1. Quantas pessoas atiraram na vítima?

Flávio confessou, em depoimento à DH, que atirou seis vezes no pastor, que era seu padrasto. Laudo do Instituto Médico Legal (IML), no entanto, atestou que Anderson tinha mais de 30 perfurações pelo corpo. A polícia quer saber se outras pessoas atiraram na vítima.

2 – Havia outras pessoas na cena do crime?

Em depoimento, Daniel dos Santos de Souza, filho de Flordelis e Anderson, afirmou ter visto o vulto de três pessoas na garagem da casa, local onde o pastor foi morto. A DH ainda tem dúvidas se havia outras pessoas na cena do crime.

3 – Quantas armas foram usadas no assassinato?

A DH já sabe que a pistola apreendida em um armário no quarto de Flávio foi usada no crime. Laudo de confronto balístico confirmou essa informação. Os policiais querem saber se outra arma foi utilizada.

Leia também: Denúncia anônima: Flordelis teria escondido provas em antiga casa da família

4 – Houve omissão no socorro ao pastor?

Ramon, um dos netos de Flordelis, se negou a prestar os procedimentos de primeiros socorros após o pastor ter sido baleado. Em depoimento, ele disse que Anderson já estava morto. No entanto, o relato de uma das filhas da deputada, Gabriela, contradiz Ramon. Ela diz que logo depois de o pastor ter sido atingido pelos disparos, verificou antes da ligação feita ao Corpo de Bombeiros, que a vítima ainda estava viva.

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Bom Prato servirá refeições gratuitas a moradores de rua em São Paulo

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Bom Prato servirá refeições gratuitas à população de rua
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Bom Prato servirá refeições gratuitas à população de rua

Os 59 restaurantes Bom Prato do estado de São Paulo vão passar a oferecer refeições gratuitas a pessoas em situação de rua a partir da próxima segunda-feira (1º). O investimento do estado será de R$ 2 milhões, segundo o governador João Doria (PSDB).

“Anunciamos aqui a gratuidade para pessoas em situação de rua. 15 mil pessoas previamente cadastradas pelos municípios que possuem os restaurantes Bom Prato receberão um cartão QR code ou cartão do município e, por 60 dias, até 31 de julho, poderão fazer essas refeições de forma gratuita”, informou Celia Parnes, secretária de Desenvolvimento Social.

Veja também: “Precisamos trocar o gabinete do ódio pelo do diálogo”, diz Doria

A nova medida vem dois meses depois do Bom prato passar a servir três refeições por dia — café da manhã (R$ 0,50), almoço e jantar (R$ 1) — para que as pessoas pudessem ter acesso à alimentação durante o período da pandemia de Covid-19.

Leia mais: Solução para o cinema, governo anuncia aprovação do drive-in cultural

Além da gratuidade do Bom Prato, Doria destacou que famílias em situação de pobreza e extrema pobreza vêm recebendo cestas básicas, através do programa “Alimento Solidário”.

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“Precisamos trocar o gabinete do ódio pelo do diálogo”, diz Doria

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João Doria voltou a defender a democracia e criticou manifestações contra o STF
Agência Brasil

João Doria voltou a defender a democracia e criticou manifestações contra o STF

Em coletiva realizada nesta sexta-feira (29) no Palácio dos Bandeirantes, o governador João Doria (PSDB) criticou as manifestações feitas pelo presidente Bolsonaro (sem partido) e apoiadores ao Supremo Tribunal Federal, à imprensa e parlamentares, devido ao inquérito das Fake News – que resultou em buscas e apreensões em endereços acusados de disseminar notícias falsas.  

“Vamos parar com essa marcha da insensatez e com as ameaças à democracia e à liberdades fundamentais. Vamos respeitar o ser humano, vamos respeitar a história verdadeira, real, que não torna em glória regimes autoritários e ditadores”, disse.

Veja mais: São Paulo terá 340 leitos divididos em 3 novos hospitais para tratar Covid-19

“Precisamos trocar o gabinete do ódio pelo gabinete do diálogo. Brasília precisa associar-se à razão, ao bom senso, trabalhar pelo entendimento nacional e por soluções aos problemas do povo. Precisamos de um governo de construção nacional, não de destruição nacional. O Brasil não será nazista, fascista ou comunista; será livre e democrático. A ditadura não vai voltar ao Brasil. Nós não deixaremos”, complementou.

Ontem (29), em frente à residência oficial do Palácio da Alvorada, Bolsonaro afirmou que esse tipo de investigação não voltará a acontecer. “Acabou, p****. Me desculpem o desabafo. Acabou! Não dá para admitir mais atitudes de certas pessoas individuais, tomando de forma quase que pessoal certas ações”, bradou.

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