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Polícia explode muro de residência e prende suspeito de homicídios em Cuiabá

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“Gordinho” é suspeito de matar duas pessoas, entre elas, o próprio padrasto

Três ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos nesta terça-feira (10), Polícia Judiciária Civil, através da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) e apoio da Delegacia de Primavera do Leste e Grupo de Operações Especiais (GOE).

A operação denominada “Cifrão Azul” tinha como alvo Wanderson Delmon Rego, 24, conhecido como “Gordinho”. O suspeito foi identificado nas investigações da DHPP como um dos autores do homicídio que vitimou, Ricardo dos Anjos Sobral, ocorrido no ano de 2018, além de ter a atuação identificada em roubos e em outros dois homicídios.

Segundo apurado, a vítima foi levada para uma boca de fumo na região do bairro Pedra 90, ocasião em que foi agredido fisicamente e posteriormente assassinado com disparos de arma de fogo.

Durante o trabalho investigativo, coordenado pela delegada Eliane Moraes, foi descoberto que o suspeito possuía um mandado de prisão em aberto pela comarca de Anchieta, Estado do Espírito Santo (ES), por roubo a uma agência dos Correios.

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Além da ordem de prisão, o investigado também possuía dois mandados por outros dois homicídios, ocorridos no interior do Estado, nas cidades de Poxoréu e Primavera do Leste. Em um desses crimes, Wanderson matou o próprio padrasto. Com base nos levantamentos, os investigadores conseguiram localizar o paradeiro do suspeito que estava residindo na região do Pedra 90, em Cuiabá.

A casa do investigado possuía muros altos e oito câmeras de segurança. Foram usadas dinamites para derrubar a estrutura e possibilitar o acesso à residência. No interior da residência, havia uma piscina com azulejos formando um Cifrão, demonstrando seu envolvimento com o crime, e o que também inspirou o nome da operação.

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Presidente defende depoimento aberto na CPI da Sonegação, mas ressalta que cabe aos membros decidirem

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Eduardo Botelho foi questionado esta manhã sobre a decisão do depoimento de doleiro ter sido secreto

O deputado Eduardo Botelho (DEM), presidente da Assembleia Legislativa, afirmou ao Portal Odocumento, na manhã desta sexta-feira (20), que na sua opinião, o depoimento do doleiro e delator Lúcio Funaro na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da renúncia fiscal,  deveria ter sido aberto. Botelho argumentou que não pode interferir nas decisões da CPI.

“Primeiro que como presidente eu não posso interferir nas decisões da CPI. Principalmente numa posição que é da maioria dos membros da comissão. Particularmente, eu gostaria que fosse pública, como estava previsto. Mas não tenho poder para interferir na decisão que é da maioria dos membros da CPI”, adiantou.

Conforme Botelho, “sempre que não é público, é ruim. Eu prefiro que seja público, transmitido. Mas eu não adentrei para saber quais os motivos reais. Parece que existem motivos de segurança jurídica, coisa assim. Eu volto a dizer, gostaria que fosse tudo público, inclusive, com a imprensa acompanhando”.

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Na quinta-feira (19), quando do depoimento de Funaro, três dos quatro integrantes da CPI da Renúncia Fiscal aprovaram requerimento para ouvir o doleiro de forma secreta.

Os deputados Dilmar Dal Bosco (DEM), Ondanir Bortololini, o Nininho (PSD) e Janaina Riva (MDB) pediram para que o depoimento do doleiro Lúcio Funaro, delator e investigado na Operação Lava Jato, fosse secreto. A comissão investiga fraude em incentivos fiscais e sonegação de impostos em Mato Grosso.

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Maior estuprador em série de Goiás tem condenação de 50 anos por participação em chacina em Mato Grosso

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Wellington Ribeiro da Silva, preso quinta-feira em Goiás, onde é acusado de dezenas de estupros [F – Polícia Civil-GO]

Condenado a mais de 50 anos de prisão por triplo homicídio em Mato Grosso e considerado criminoso em série com mais de 20 estupros confirmados no Estado de Goiás, Wellington Ribeiro da Silva, 52, teve nove mandados de prisão cumpridos pela Polícia Judiciária Civil, em ação integrada da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol-MT)) e Superintendência de Combate a Corrupção e ao Crime Organizado (GO).

O suspeito, Wellinton Ribeiro da Silva, é apontado como autor do crime de grande repercussão, ocorrido em 1997 em Rondonópolis, conhecido como “Chacina do Monte Líbano”, em que assassinou a sua companheira e os dois filhos dela.

Na época dos fatos, Wellington comandava uma quadrilha envolvida em diversos roubos e homicídios e tinha um relacionamento com a vítima, Luzia Pereira da Cruz, que tinha dois filhos de outros relacionamentos. Depois de desconfiar que a companheira estava passando informações para a Polícia, o suspeito decidiu matá-la.

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Na noite do crime, Wellington foi até a casa da vítima e depois de conversarem algum tempo, ele a abraçou e sem possibilidade de resistência, esfaqueou a vítima violentamente. Não satisfeito, o suspeito decidiu tirar a vida dos dois filhos da vítima, um de 10 e outro apenas de 03 anos de idade. Os corpos foram encontrados dias depois.

Pelos crimes praticados, Wellington foi condenado a mais de 50 anos de prisão em regime fechado. Ele chegou a ser preso, mas foragiu da Presídio Major PM Eldo Sá Correa (Mata Grande) em 2013 e desde então seu paradeiro era desconhecido.

Na última semana, Wellington foi preso no Estado de Goiás, onde é considerado pela Polícia um criminoso em série, maníaco sexual, investigado pelo cometimento de crimes sexuais e apontado como autor de mais 22 estupros confirmados com as vítimas identificadas e autoria reconhecida.

A prisão do suspeito ocorreu após a troca de informações entre o Núcleo de Inteligência Operacional da Gepol e policiais civis da Superintendência de Combate a Corrupção e ao Crime Organizado, órgão integrante da Secretária Estadual de Segurança de Goiás. A equipe da Polinter fez o encaminhamento dos mandados de prisão que estavam pendentes de cumprimento expedidos pela Justiça de Mato Grosso totalizando nove ordens judiciais.

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O delegado, Carlos Levergger, um dos responsáveis, pela força tarefa nas investigações dos estupros praticados no Estado de Goiás, disse que no momento da prisão, Wellington, fazia uso de documento falso, sendo também autuado em flagrante pelo crime.

Na quinta-feira (19), o suspeito foi apresentado a imprensa na sede da Secretaria Estadual de Segurança Pública do Estado de Goiás, sendo atribuídos a ele os diversos crimes sexuais, que começaram a ser praticados desde 2008, alguns deles já confessados.

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