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Polícia Civil requere exumação do corpo de bebê para esclarecer causa de morte em Vila Rica

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A Polícia Civil em Vila Rica, região Noroeste do Estado, requereu a exumação do corpo de um recém-nascido para a realização de exames periciais, que possam apontar a real causa de sua morte. A criança faleceu nesta semana, em um hospital da cidade, aos 25 dias de vida.

O delegado de Vila Rica, Diogo Jobane, instaurou um auto de investigação preliminar depois que a mãe da criança relatou à Polícia Civil a morte do filho.

Ela disse que no dia 03 de julho estava alimentando o bebê que, mesmo assim, não parava de chorar e procurou a unidade de prontoatendimento, no período da noite. O médico plantonista a informou que estava tudo bem com a criança e que seria normal apresentar tal situação até os seis meses de nascido. O profissional passou um remédio para cortar o vômito que a criança apresentava e uma injeção e liberou o paciente. A mãe alega que quando chegou à sala do profissional, ele estava jogando e não deu atenção à criança.

Horas mais tarde, a mãe relata que o filho estava com a respiração falhando e colocando a língua para fora. Ela procurou novamente o hospital, onde chegou às 01h30, e foi atendida pelo mesmo médico, que solicitou a ministração de aerossol na criança e a internação. A mãe relata que o quadro clínico do filho somente se agravou e, na terça-feira, ele foi a óbito.

O delegado explica que a exumação requerida à Justiça é necessária para esclarecer a causa da morte, uma vez que o corpo do bebê foi liberado pelo hospital sem que fosse realizado o exame de necropsia.

A exumação será realizada nesta sexta-feira (08.07) e após o resultado do exame realizado pela Perícia Técnica e Identificação Oficial (Politec), o delegado Diogo Jobane realizará outras diligências e ouvirá também a equipe de profissionais do hospital.

Fonte: PJC MT

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Filho de comerciante é preso pela DHPP por matar morador de rua com tiro na região central de Cuiabá

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O autor do homicídio que vitimou o morador de rua Robson Nardine, no mês de junho deste ano, em Cuiabá, teve o mandado de prisão temporária cumprido pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (16), em ação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

O suspeito foi identificado como filho de um comerciante da região e teve o mandado de prisão decretado pela Justiça por homicídio qualificado por motivo fútil.

O crime ocorreu por volta das 3 horas da madrugada de 26 de junho, na Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha. A vítima, que fazia uso de muletas, foi atingida por disparo de arma de fogo, ocasião em que caiu no canteiro da Avenida, não resistindo ao ferimento e morrendo no local.

Conforme as investigações da DHPP, conduzidas pelo delegado Hércules Batista Gonçalves, a vítima era um andarilho que ficava na região Centro-norte da Capital, constantemente dormindo nas portas de comércios. O suspeito, então, teria se incomodado com o fato da vítima dormir na porta da residência do seu pai, o que teria motivado o crime.

Após as investigações, foi representado por mandados de prisão temporária e de busca e apreensão domiciliar contra o suspeito, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos na manhã desta terça-feira (16), pelos policiais da DHPP.

O suspeito foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis e posteriormente será colocado à disposição da Justiça.

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Polícia Civil cumpre mandados contra traficantes por movimentar R$ 1,3 bilhão em MT e outros 4 estados

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Ao todo, 212 pessoas são investigadas em esquema

G1 – A Polícia Civil faz uma operação nesta terça-feira (16) contra uma organização suspeita de movimentar R$ 1,3 bilhão com o tráfico de drogas. São cumpridos 36 mandados de busca e apreensão e apreensão em Goiás, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal. As investigações mostraram que o grupo, que é de Trindade (GO) e seria responsável por cerca de 40% das mortes em Goiás no último ano.

Ao todo, 212 pessoas são investigadas. A organização usaria 11 empresas de fachada e movimentou o valor bilionário desde 2014. Essas empresas estariam em nomes de familiares e pessoas da organização criminosa. “Essa operação visa desmantelar o grupo financeiro de uma organização que age dentro e fora dos presídios que movimentou nos últimos anos R$ 1,3 bilhão. Esperamos que nas próximas semanas a gente consiga elementos suficientes para outras fases da operação”, disse o delegado Douglas Pedrosa.

Além de documentos e aparelhos eletrônicos foram apreendidas armas e grande quantia de dinheiro.

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