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Polícia Civil prende traficante flagrado com dois quilos de maconha em Confresa

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Assessoria | PJC-MT

Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Confresa (1.065 km a Nordeste), na manhã desta segunda-feira (19.08), após ser surpreendido em posse de aproximadamente 2 quilos de maconha.

O suspeito J.S.O., 37, o “Júnior Para-choque” é conhecido no meio policial devido a diversas passagens por tráfico de drogas e foi novamente autuado pelo crime.

Durante investigações do tráfico de drogas no município, os policiais da Delegacia de Confresa receberam informações de que o suspeito receberia uma carga considerável de drogas que abasteceria bocas de fumo da cidade. Com base nas suspeitas, os policiais passaram a monitorar a residência do investigado, no bairro Setor Babinski, onde também funciona uma oficina mecânica de sua propriedade.

Em determinado momento, os policiais visualizaram um veículo que estacionou e saiu rapidamente da residência, ocasião em que decidiram realizar a abordagem do suspeito. Com o traficante, foi encontrado com dois tijolos de maconha, ainda em suas mãos, além de R$ 580 em dinheiro, e um aparelho celular.

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Diante dos fatos, foi dado voz de prisão para ao traficante, que posteriormente foi conduzido para a Delegacia de Polícia juntamente a Droga e demais objetos apreendidos para posteriores providências.

“Junior Para Choque” já foi investigado e preso anteriormente durante a Operação “Bad Boys”, desencadeada no ano de 2017, com objetivo de combater o tráfico de drogas no município.

O suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, e após o término dos procedimentos encaminhado para Cadeia Pública de Porto Alegre do Norte, permanecendo à disposição da Justiça.

 

Fonte: PJC MT
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Mulher é presa tentando entrar na PCE com maconha escondida em marmita

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O flagrante foi feita nesta sexta-feira durante revista da refeição

Uma mulher que tentava entrar com porções de maconha na Penitenciária Central do Estado foi presa em flagrante, na manhã desta sexta-feira (20), em ação integrada da Sistema Prisional e Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

A suspeita, D.S.M., 62, visitante do raio três da PCE, foi autuada em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, após tentar entrar com a droga escondida dentro de uma marmita. Durante revista da refeição, os agentes penitenciários encontraram os pedaços de entorpecente que estavam acondicionados entre as carnes. Diante da situação, a equipe da DRE foi acionada e a suspeita conduzida até a especializada, onde após ser interrogada foi lavrado o flagrante.

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Policial

Investigados na morte de mulher há 10 anos viram réus na Justiça

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Assessoria | PJC-MT

A Justiça acatou denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual contra seis suspeitos de participação no homicídio de Alessandra de Alcântara Polmann, 33, ocorrido há quase 10 anos, em Cuiabá. A investigação foi realizada pela Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), que encaminhou o inquérito em 11 de setembro ao MP.

A vítima desapareceu no mês de outubro de 2009 e até hoje não teve o corpo localizado. Em minucioso trabalho investigativo, equipes da DHPP conseguiram identificar pessoas envolvidas no desaparecimento da vítima que foram indiciadas no inquérito policial.

Com base nas investigações da Delegacia de Homicídios, o Ministério Público Estadual ofereceu denúncia contra Josué Pires de Camargo, o “Zuel”, Rosinete de Souza, conhecida como “Rose” e Mamedes Gonçalves Pinheiro, o “Fernandinho”.

Todos estão indiciados pelos crimes de homicídio qualificado pelo recurso que impossibilitou a defesa da vítima e para assegurar a impunidade de outros crimes, associação criminosa e fraude processual.

A Justiça também aceitou a denúncia contra outros três indiciados: Delson de Souza, Rejane Catarina Gayva e Izete Botelho Xavier, pelos crimes de associação criminosa, fraude processual e falso testemunho. Os denunciados pelo homicídio e ocultação de cadáver tiveram as prisões temporárias convertidas em preventivas.

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Segundo o delegado que coordenou as investigações, Caio Fernando Álvares de Albuquerque, o trabalho para identificação dos envolvidos e esclarecimento do crime foi extremamente difícil e só foi possível devido ao comprometimento das equipes investigativas.

No relatório final o delegado ponderou que “se o homicida planejou o crime perfeito, escondendo o cadáver, essa ação não deve e não pode em hipótese alguma restar impune. O entendimento de que somente o corpo da vítima é prova hábil a comprovar a materialidade do delito em comento é inadmissível, ultrapassada e retrógrado”.

O delegado parabenizou as equipes dos cartórios B1 e B2, assim como o Núcleo de Inteligência, pelo comprometimento no trabalho difícil e sensível. “Mesmo sem corpo, sem testemunhas, sem confissão, conseguimos, na estrita técnica, demonstrar a responsabilização criminal de cada indiciado. Agradecemos, também, a todo apoio que tivemos das equipes de DHPP”, disse o delegado.

 

 

Fonte: PJC MT
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