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Polícia Civil prende segundo suspeito de roubo em residência do Dom Aquino

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Assessoria | PJC-MT

Em cumprimento de mandado de prisão, Fabrício Lima Paes de Barros, 18 anos, foi preso neste sábado (08.06), pela Polícia Civil, em ação da Delegacia de Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá. O suspeito é investigado por roubo armado e foi preso em Barão de Melgaço.

Em sua casa, os policiais encontraram mais de uma dezena de porções de drogas (pasta base e maconha), anotações sobre o tráfico de drogas, dinheiro trocado, plástico para embalar as drogas, ou seja, tudo o que caracteriza a traficância. Diante das apreensões, também foi autuado por tráfico de drogas

O jovem é acusado de roubo praticado no bairro Dom Aquino, ocorrido em outubro de 2018. Seu comparsa, Douglas Mariano, foi preso no dia 31 de maio deste ano, ocasião em que também foi encontrado com drogas. Ambos foram investigado no assalto que teve a participação de três homens criminosos, que  armados invadiram a residência e mediante emprego da arma de fogo, renderam as vítimas e subtraíram diversos objetos de valor do imóvel. Ver mais.

Fabrício será apresentado na audiência de custódia de Cuiabá, em razão da prisão em flagrante e do mandado de prisão temporária referente ao roubo.

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O suspeito estava usando uma das joias subtraídas da vítima durante o roubo. As vítimas compareceram na Delegacia e também realizaram o reconhecimento pessoal confirmando que ele foi um dos autores do roubo.

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil fecha barraco que funcionava como boca de fumo em bairro da Capital

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Assessoria | PJC-MT

Um barraco que funcionava como ponto de venda de entorpecentes foi descoberto pela Polícia Civil, em ação realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), no início da tarde desta quarta-feira (26.06), no bairro Jardim Brasil, em Cuiabá.

Os suspeitos, B.M.M.N., 49, (reeducando monitorado) e J.O.S.S., 20, o “Jefinha” foram flagrados atuando na atividade ilícita no local e foram presos em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A equipe da DRE recebeu denúncias sobre o tráfico de drogas em um barraco, no bairro Jardim Brasil, em que um detento monitorado por tornozeleira eletrônica, e o suspeito identificado como “Jefinha” seriam os responsáveis pelo comércio.

Em diligências na região, os policiais identificaram a casa de madeira, verificando grande movimentação de usuários no local. Em conversa com moradores da região, a suspeita foi confirmada, sendo informado que o ponto tinha movimentação ainda maior no período noturno.

Com base no levantamento, os policiais realizaram a abordagem dos suspeitos e em buscas no local apreenderam uma porção de maconha e uma porção média de ácido bórico (material utilizado para misturar a droga), além de R$ 161 em dinheiro trocado caracteristico da atividade de tráfico. 

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Questionados, os suspeitos confessaram a atuação com o comércio de entorpecentes na região. Eles foram conduzidos a DRE, onde após serem interrogados, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

 

Tráfico na PCE

Uma mulher que transportava uma porção de entorpecente nas partes íntimas foi presa em flagrante, na manhã desta quarta-feira (26.06), em mais uma ação conunta da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) e Sistema Prisional.

A suspeita, A.S.S., 26, foi flagrada com aproximadamente 457 gramas de maconha que seria entregue ao seu companheiro, que encontra-se detido na Penitenciária Central do Estado (PCE).

Após uma denúncia, a visitante passou pelo escâner corporal que detectou o envólucro com a droga em suas partes íntimas. Diante das evidências, a suspeita foi conduzida a DRE, onde foi lavrado o flagrante de tráfico de drogas.

 

Fonte: PJC MT
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Drogas apreendidas neste ano em Mato Grosso somam 4,9 toneladas

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Assessoria | Sesp-MT 
 

Somente de janeiro a maio deste ano, 4,9 toneladas de drogas foram apreendidas em Mato Grosso. O maior volume foi no município de Pontes e Lacerda, região de fronteira com a Bolívia, com 1,9 tonelada. Os dados são oriundos de apreensões realizadas pelas Polícias Civil (PJC-MT), Militar (PM-MT) e pelo Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron). Nesta quarta-feira (26.06), é celebrado o Dia Internacional contra o Abuso e o Tráfico de Drogas.

Apesar de ser um dos corredores de cocaína do país, a atuação das forças de segurança mato-grossenses é a principal arma de combate ao narcotráfico. Contudo, Mato Grosso cobra uma atuação mais forte do Governo Federal nos 983 km de fronteira no Estado. Os meios de ingressar com a droga são aéreo, terrestre e até mesmo o transporte dentro do corpo.

O Governo de Mato Grosso tem atacado o problema com a criação de um núcleo de inteligência integrado na Delegacia de Fronteira (Defron), em Cáceres, instalação de câmeras OCR nas principais vias de transporte na região e pelos postos do Gefron na região.

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O tráfico de drogas é um dos principais motivos para as prisões em Mato Grosso. De acordo com o delegado titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes, Victor Hugo Bruzulato, muitas pessoas cometem o crime pela vontade de ter dinheiro fácil.

“Na busca pelo lucro sem trabalho, as pessoas entram para o crime cada vez mais cedo. A polícia tem feito seu trabalho para a repressão, mas a reincidência no tráfico é muito grande. Hoje os autores deste delito não são apenas homens, mas é perceptível um incremento de mulheres grávidas e com filho pequeno, além de adolescentes. As pessoas entram para o mundo do crime e não têm noção da pena que terão que cumprir”, destaca.

No comando do Gefron, o tenente-coronel PM José Nildo de Oliveira, já viu de tudo. Droga transportada no estômago, nas partes íntimas, de crianças a idosos, não há um suspeito apenas, qualquer pessoa está sujeita a ser arregimentada para ser uma “mula”, termo empregado a quem transporta a droga no corpo. A mesma lógica serve para veículos. A droga busca ser camuflada em qualquer ponto, seja nas rodas, dentro dos bancos, teto, painel, o que exige muita atenção, habilidade e experiência dos policiais que atuam na região de fronteira.

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“A cada abordagem o nosso policial tem que se atentar a tudo, pois cada vez mais há tentativas de burlar as fiscalizações. Temos atuado diuturnamente e empregado o máximo de esforço para apreender drogas e identificar os autores do tráfico de drogas”, ressalta.

Depois de apreendidas pelas forças de segurança estaduais ou federais são incineradas em fornalhas de empresas privadas. Policiais civis, federais, militares, peritos criminais e a imprensa geralmente acompanham o ato de queima dos entorpecentes.

Fonte: PJC MT
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