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Polícia Civil prende mulher por tráfico de drogas em Alto Boa Vista

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Assessoria | PJC-MT

Uma mulher envolvida com o comércio de entorpecentes no município de Alto Boa Vista (1059 km a Nordeste) foi presa pela Polícia Judiciária Civil, na manhã desta quarta-feira (21.08). A ação resultou na apreensão de 16 porções de pasta base de cocaína. 

A suspeita, F.O.A. de 32 anos, conhecida como “Indinha”, foi autuada em flagrante por tráfico de drogas, após ser surpreendida em uma residência no bairro Campinas, em Alto Boa Vista, praticando a traficância.

Durante diligências para averiguar diversas denúncias de pontos usados para venda de drogas, os policiais civis conseguiram identificar o endereço da suspeita, como local de armazenamento e comércio de drogas.

Com base nos indícios, os investigadores passaram a monitorar as proximidades da casa, sendo observado a todo momento grande movimentação de usuários e pessoas atuantes no tráfico na região.

No decorrer das investigações, também foi possível descobrir que a mulher investigada era envolvida em delitos de roubos e furtos, bem como nesta quarta-feira, ela teria recebido alguns objetos furtados em troca de drogas.

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Ato contínuo, a equipe foi até a casa de F.O.A., onde a traficante recebeu os policiais e autorizou a entrada no imóvel. No local, foi encontrado um pote de plástico contento várias porções de substância aparentando ser pasta base de cocaína.

Diante do flagrante, a suspeita foi encaminhada para Delegacia de Polícia de Alto Boa Vista, interrogada e autuada por tráfico de drogas. Após confecção dos autos, a presa foi colocado à disposição da Justiça.

 

Fonte: PJC MT
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Mulher é presa tentando entrar na PCE com maconha escondida em marmita

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O flagrante foi feita nesta sexta-feira durante revista da refeição

Uma mulher que tentava entrar com porções de maconha na Penitenciária Central do Estado foi presa em flagrante, na manhã desta sexta-feira (20), em ação integrada da Sistema Prisional e Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

A suspeita, D.S.M., 62, visitante do raio três da PCE, foi autuada em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, após tentar entrar com a droga escondida dentro de uma marmita. Durante revista da refeição, os agentes penitenciários encontraram os pedaços de entorpecente que estavam acondicionados entre as carnes. Diante da situação, a equipe da DRE foi acionada e a suspeita conduzida até a especializada, onde após ser interrogada foi lavrado o flagrante.

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Policial

Investigados na morte de mulher há 10 anos viram réus na Justiça

Publicado

Assessoria | PJC-MT

A Justiça acatou denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual contra seis suspeitos de participação no homicídio de Alessandra de Alcântara Polmann, 33, ocorrido há quase 10 anos, em Cuiabá. A investigação foi realizada pela Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), que encaminhou o inquérito em 11 de setembro ao MP.

A vítima desapareceu no mês de outubro de 2009 e até hoje não teve o corpo localizado. Em minucioso trabalho investigativo, equipes da DHPP conseguiram identificar pessoas envolvidas no desaparecimento da vítima que foram indiciadas no inquérito policial.

Com base nas investigações da Delegacia de Homicídios, o Ministério Público Estadual ofereceu denúncia contra Josué Pires de Camargo, o “Zuel”, Rosinete de Souza, conhecida como “Rose” e Mamedes Gonçalves Pinheiro, o “Fernandinho”.

Todos estão indiciados pelos crimes de homicídio qualificado pelo recurso que impossibilitou a defesa da vítima e para assegurar a impunidade de outros crimes, associação criminosa e fraude processual.

A Justiça também aceitou a denúncia contra outros três indiciados: Delson de Souza, Rejane Catarina Gayva e Izete Botelho Xavier, pelos crimes de associação criminosa, fraude processual e falso testemunho. Os denunciados pelo homicídio e ocultação de cadáver tiveram as prisões temporárias convertidas em preventivas.

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Segundo o delegado que coordenou as investigações, Caio Fernando Álvares de Albuquerque, o trabalho para identificação dos envolvidos e esclarecimento do crime foi extremamente difícil e só foi possível devido ao comprometimento das equipes investigativas.

No relatório final o delegado ponderou que “se o homicida planejou o crime perfeito, escondendo o cadáver, essa ação não deve e não pode em hipótese alguma restar impune. O entendimento de que somente o corpo da vítima é prova hábil a comprovar a materialidade do delito em comento é inadmissível, ultrapassada e retrógrado”.

O delegado parabenizou as equipes dos cartórios B1 e B2, assim como o Núcleo de Inteligência, pelo comprometimento no trabalho difícil e sensível. “Mesmo sem corpo, sem testemunhas, sem confissão, conseguimos, na estrita técnica, demonstrar a responsabilização criminal de cada indiciado. Agradecemos, também, a todo apoio que tivemos das equipes de DHPP”, disse o delegado.

 

 

Fonte: PJC MT
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