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Polícia Civil prende dois homens e duas mulheres por tráfico de drogas no bairro Canjica

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Assessoria | Polícia Civil-MT

 

Quatro pessoas suspeitas de comercializar drogas foram presas pela Polícia Civil, na tarde de segunda-feira (01.06), no bairro Canjica, em Cuiabá. Além das prisões, a ação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) resultou na apreensão de drogas e dinheiro.

Os dois homens de 20 e 26 anos, e as duas mulheres de 19 e 21 anos, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Durante diligências para identificar pontos de venda de drogas na cidade, os policiais civis da DRE receberam informações sobre um endereço no bairro Canjica, onde funcionaria uma boca de fumo.

Em monitoramento do local, os investigadores inicialmente identificaram que um casal permanecia na calçada. No momento em que aparecia o comprador os traficantes buscavam a porção de entorpecente no interior da residência, onde ficava escondida.

Com base nas evidências, a equipe da DRE realizou a abordagem do primeiro casal e logo em seguida encontrou os outros dois suspeitos dentro da casa.

Em poder dos suspeitos foram apreendidas quase 50 porções de vários tamanhos e diferentes tipos de entorpecentes (maconha e pasta base de cocaína) embaladas e prontas para a venda, além de duas balanças de precisão e mais de R$ 400 em dinheiro.

Diante do flagrante os dois homens e as duas mulheres foram conduzidos para DRE, interrogados e autuados pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas.

Após a confecção dos autos os presos foram apresentados para audiência de custódia e colocados à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Policial

Homicídio ocorrido no dia de Natal, em Cuiabá, é esclarecido e autora presa

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) esclareceu o homicídio de José Carlos Ribeiro, 50 anos, ocorrido no dia 25 dezembro, no bairro Altos da Glória, na Capital. A pessoa investigada como autora do crime, de 30 anos, foi presa na segunda-feira (18) pela Polícia Militar, no Residencial José Carlos Guimarães, em Várzea Grande, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Comarca da Capital.

A vítima foi encontrada morta na cama, em sua residência, e o corpo apresentava lesões causadas por instrumentos contundente e cortante. Um pedaço de madeira, com um prego na ponta, foi encontrado no local.

Com o início das investigações abertas pela DHPP, a equipe coordenada pelo delegado Caio Fernando Albuquerque coletou informações de que no dia do crime uma pessoa monitorada por tornozeleira eletrônica esteve na residência da vítima.

Após ser identificada, a investigada foi ouvida em depoimento na DHPP e declarou como cometeu o crime. Segunda ela, três meses antes do fato, quando ainda não tinha relacionamento íntimo com José Carlos, estava tomando cerveja com a vítima junto com a sobrinha dela, de 14 anos. Logo após, saiu da casa para comprar e fazer uso de entorpecentes, quando momento depois sua sobrinha a procurou chorando e dizendo que a José Carlos havia tentado violentá-la sexualmente.

A investigada retornou então à casa da vítima para tomar satisfação do ocorrido, mas o homem negou o ato de violência, embora a adolescente tenha confirmado o abuso. Após isso, ainda segundo depoimento da investigada, ela decidiu que mataria a vítima e pediu que a adolescente não comentasse a ninguém o ocorrido e que resolveria a situação.

Conforme narrado no depoimento, vendo que a vítima tentava uma aproximação, a investigada começou a ter encontros amorosos com José Carlos e afirmou ao delegado que passou a fazer isso para aproveitar a oportunidade e vingar o que ocorreu com sua sobrinha. Em um dos encontros, após se relacionarem, ela golpeou a vítima com o pedaço de madeira e com uma faca.

“Os elementos de prova colhidos durante as diligências comprovam que não houve homicídio privilegiado – quando a vítima provoca o cometimento do crime pouco antes de sua prática. Mas sim, que o crime foi motivado por vingança, configurando a qualificadora de torpeza na medida em que, premeditadamente, o autor planejou a ação homicida cerca de três meses depois do referido comportamento da vítima. Além disso, ficou configurada a qualificadora de impossibilidade de defesa pois, ao que tudo indica, ao contrário da versão da investigada, a vítima dormia quando foi golpeada”, explicou o delegado Caio Albuquerque.

Com base nos elementos coletados na investigação, o delegado representou à Justiça pela prisão preventiva da investigada. O inquérito segue para conclusão e ela será indiciada por homicídio qualificado.

Fonte: PJC MT

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Adolescente que assassinou Isabele é condena a pena máxima de 3 anos; pai apresenta filha a Deddica

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Conforme a decisão, a adolescente responderá por ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso e qualificado (reprodução)

Por decisão da juíza Cristiane Padim da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá, a adolescente que atirou e matou Isabele Ramos Guimarães, 14 anos, terá que ser internada em regime socioeducativo. A menor pegou a pena máxima de 3 anos de reclusão, podendo ser revista e atualizada a cada seis meses.

Após a decisão, publicada nesta terça-feira (19), a garota foi apresentada na Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), da Polícia Judiciária Civil. O pai dela, o empresário Marcelo Cestari, que também responde pela morte de Isabele, foi quem a levou até a unidade.

“Conveniente ressaltar que ceifar dolosamente a vida de uma pessoa é ato infracional violento; ceifar a vida de uma pessoa tida como melhor amiga no banheiro do closet do quarto da própria casa é muito mais violento em razão da vítima, por certo, não esperar tal atitude”, destacou a magistrada.

Entenda

Isabele Ramos foi morta na noite de 12 de julho na residência da família Cestari, no condomínio Alphaville em Cuiabá. A princípio, o caso era tratado como disparo acidental. Porém, com o decorrer das investigações, os policiais chegaram a conclusão que a pistola que matou a adolescente foi acionada de forma proposital pela adolescente, considerada a melhor amiga da vítima. A Politec apontou que a adolescente estava com a arma apontada para o rosto da vítima, entre 20 a 30 centímetros de distância, e a 1,44 m de altura.

 

 

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