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Polícia prende criminoso que matou professor enforcado dentro de quitinete em MT

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O autor do homicídio ocorrido na semana passada em Tangará da Serra (239 km a médio-norte de Cuiabá), teve o mandado de prisão temporária cumprido pela Polícia Civil, na quinta-feira (12), em ação da equipe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) com apoio dos policiais da Divisão de Repressão à Entorpecentes (DRE) do município.

No momento da prisão, o suspeito estava em posse do aparelho celular da vítima, instalado outro chip. Com ele, também foi apreendido a carteira e documentos do professor, além das chaves da casa da vítima.

O crime que vitimou o professor Murilo de Souza Feliciano ocorreu no dia 9 de maio, na residência da vítima, uma quitinete no centro da cidade, ocasião em a vítima foi encontrada sem roupas e com um fio de energia enrolado no pescoço, sendo morta por asfixia.

Após os fatos, o suspeito subtraiu a carteira com cartões, documentos, dinheiro, além do celular e do notebook da vítima. Ao sair do local, o suspeito trancou a porta, levando as chaves da residência.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe de policiais da DHPP iniciou as diligências para identificar e prender os autores do crime. Com base nos levantamentos, os policiais conseguiram chegar a identidade do autor do crime, que teve o mandado de prisão representado pelo delegado Jailson Peres da Silva, sendo a ordem judicial deferida pela Justiça.

O suspeito foi localizado pelas policiais da Delegacia de Tangará da Serra, na quinta-feira (12), próximo a sua residência, no bairro Barcelona. No momento da prisão, ele estava utilizando o aparelho celular da vítima, já com outro chip, e também apontou o local (um terreno baldio) em que ele havia jogado as chaves da residência do professor.

Questionado, o suspeito confessou o crime e disse que matou o professor com um mata-leão, após a vítima tentar manter relações sexuais com ele.

Ele foi conduzido à Delegacia de Tangará da Serra, para ser interrogado e posteriormente foi colocado à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento para conclusão do inquérito.

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Traficante é preso pelo Gefron e PF transportando 445 kg de cocaína em trator avaliados em R$ 11 milhões

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Apreensão ocorreu durante um patrulhamento na Estrada do Boqueirão, em Poconé

O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) e a Polícia Federal apreenderam 445 quilos de entorpecentes e prenderam uma pessoa nesta segunda-feira (8) no município de Poconé (104 km de Cuiabá). O montante apreendido chega a R$ 11 milhões.

Durante um patrulhamento na Estrada do Boqueirão, os policiais avistaram um suspeito conduzindo um trator com uma pequena carreta como reboque.

O entorpecente foi encontrado coberto por uma lona preta, totalizando 363 tabletes de cocaína e 40 tabletes de pasta-base de cocaína, que pesados somam os 445 quilos de droga. Aos policiais, o suspeito disse que a droga era de sua propriedade, assim como um veículo Nissan Frontier XE de cor azul, que também foi apreendido.

O suspeito e os materiais apreendidos foram encaminhados para a Polícia Federal de Cáceres para as providências que o caso requer.

 

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Polícia Federal faz operação para combater extração ilegal de ouro em terra indígena em Mato Grosso

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Líder da quadrilha foi presa no inicio desta manhã em Pontes e Lacerda

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (9) a operação “Rainha do Sararé”, que tem o objetivo de desarticular uma associação criminosa originária do estado de Rondônia, que vinha a Mato Grosso para comandar a extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé. Foram expedidos 4 mandados de prisão preventiva e 4 de busca e apreensão na cidade de Pontes e Lacerda (440 km de Rôndonia.

A líder da quadrilha é uma mulher de 47 anos proprietária de uma empresa de fachada de terra terraplanagem. Ela se identificava como Rainha do Sararé e o apelido se tornou o nome da operação. Três alvos de mandados encontram-se foragidos.

Os presos financiavam a prática do garimpo ilegal de ouro por meio da utilização de maquinários e recrutamento de pessoas. Também comercializavam ouro sem autorização legal e associaram-se com o fim de extrair e comercializar o ouro.

A Polícia Federal tem trabalhado na proteção das terras da União e da população indígena local, ao descapitalizar esse tipo de organização que promove a degradação do meio ambiente, desmatando áreas de preservação e contaminando rios e solos.

 

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