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Polícia Civil prende 3 e apreende arma de fogo durante cumprimento de mandados de busca e apreensão

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Quatro mandados de busca e apreensão visando o combate ao tráfico de droga no distrito de Água da Prata, região de Brasnorte (579 km a noroeste de Cuiabá), foram cumpridos pela Polícia Civil do município na manhã deste sábado (27.06). A ação resultou na prisão de três pessoas e na apreensão de uma arma de fogo e munições.

Os dois homens de 46 e 22 anos, e uma mulher de 21 anos, foram autuados em flagrante pelos crimes de posse irregular de arma de fogo de uso permitido, tráfico de drogas e por crime ambiental de matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre.

As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça após investigação da Delegacia de Polícia de Brasnorte, para apurar denúncias referentes ao comércio de entorpecentes instalado na região do distrito de Água da Prata.

Conforme o delegado da cidade, Gustavo Godoy Alevado, devida à grande quantidade de denúncias referente ao tráfico de drogas naquela pequena localidade, os policiais civis passaram a investigar os fatos.

“Após intensas diligências os policiais civis de Brasnorte com o apoio da Polícia Militar, cumpriram os mandados de busca e apreensão em quatro pontos alvos”, destacou o delegado Gustavo Godoy. .

Durante as buscas em um dos endereços, as equipes apreenderam uma pistola de calibre 380 com quinze munições intactas, porção e sementes de maconha, além de um animal silvestre (tatu) já abatido. No local as três pessoas envolvidas foram detidas e encaminhadas para Delegacia de Brasnorte.

Os conduzidos foram interrogados e presos em flagrante delito. Após a confecção dos autos os três suspeitos foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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PRF PARTICIPA DA ENTREGA DE OBRA DO CONTORNO DE JUSCIMEIRA, NA BR-163/364/MT

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No último dia de julho de 2020, Superintendente da Polícia Rodoviária Federal do Mato Grosso, o Senhor Francisco Elcio Lima Lucena, acompanhado do chefe do serviço de operações (SEOP), PRF Alvino Domingues e do Superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em Mato Grosso, Orlando Machado, prestigiaram mais uma ótima entrega para o Estado de Mato Grosso. O Governo Federal concluiu a construção do contorno rodoviário na BR-163/364/MT, em Juscimeira, na região sul do estado. Foi liberado um trecho de 7 km, que retira o fluxo de veículos pesados de dentro do perímetro urbano da cidade.

Inovação como essa vai ao encontro do mapa estratégico da polícia rodoviária federal, em consonância da missão institucional que é promover a prosperidade da nação garantindo a segurança pública e a mobilidade no Brasil e também com a visão da instituição PRF, a qual tem excelência na Pronta Resposta Federal, referência em inovação, conhecimento e efetividade em segurança pública.

A obra do DNIT terá um grande impacto social e econômico para o Estado. Principalmente na redução drástica de acidentes naquela região e o escoamento da produção do agronegócio mato-grossense, em grande escala: em destaque as commodities, milho e soja. A nova rota vai melhorar o fluxo de caminhões que escoam a produção de Mato Grosso até os portos de Santos (SP), de onde as cargas são embarcadas para o mercado internacional.

O contorno de Juscimeira faz parte do 1º lote da obra de duplicação da BR-163/364/MT. Neste trecho já foram concluídos 46 quilômetros de restauração e de pista dupla. Dividida em três lotes, os serviços ocorrem em 174 quilômetros da rodovia federal.

SECOM PRF-MT
e-mail: [email protected]
Instagram: @prf_mt

Fonte: PRF MT

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Após perícia, mãe levanta suspeita sobre versão de que disparo que matou Isabela tenha sido acidental

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Patrícia Hellen cobra punição às pessoas envolvidas na morte da filha

UOL – Após perícia, imagens de circuito interno e depoimento da adolescente que fez o disparo, a mãe da adolescente Isabele, Patrícia Hellen Guimarães Barros, levantou suspeitas sobre a versão de disparo acidental como a causa da morte da filha, ocorrida na noite de 12 de julho, em um condomínio de luxo em Cuiabá. “As pessoas envolvidas nesse homicídio, elas têm que pagar pelo que elas fizeram”, afirmou a mãe da vítima.

As novidades do caso foram reveladas em reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, que mostrou várias contradições entre a versão apresentada, as conclusões da perícia e os depoimentos e circunstâncias envolvendo o fato.

Mãe questiona versão de disparo acidental

Segundo a versão da adolescente autora do disparo, o tiro foi acidental. Ela segurava numa mão a arma e com a outra abaixou-se em direção ao chão para pegar um tênis, momento em que ocorreu o tiro, que acertou a cabeça da adolescente.

“Como ela disparou no rosto da minha filha, a uma curta distância, em linha reta, com todo esse discurso no depoimento dela de que ela teria se desequilibrado?”, questiona a mãe da vítima.

Primeira chamada ao Samu diz que houve queda em banheiro 

Outro fato que chama a atenção é que houve duas chamadas para o Samu feitas por pessoas ligadas a autora do tiro, que também tem 14 anos, uma do

pai e outra da irmã mais velha dela.

O pai disse que Isabele havia caído num dos banheiros da casa e havia perdido muito sangue. A irmã mais velha disse que havia ocorrido um disparo acidental.

“Como uma pessoa com tal gabarito não consegue ouvir e distinguir que foi tiro ou não?”, questiona a mãe de Isabele.

Pais de autora do disparo colecionam armas

O pai e a mãe da jovem autora do disparo têm autorização para ter armas em casa pois são CAC´s, sigla para colecionadores, atiradores e caçadores. O namorado da autora do disparo, de 16 anos, foi quem levou a arma para a casa da adolescente. Ele disse que não havia projétil no tambor da pistola usada no incidente.

Esse depoimento é questionado pelo advogado da família de Isabele, Hélio Nishiyama. “Se ele não alimentou a arma, a única que pode ter feito isso é a jovem que efetuou o disparo”, disse.

Advogado da autora do tiro diz que foi acidente

O advogado da família da jovem autora do disparo nega que exista outra versão para o caso e que o disparo e a morte de Isabele foram acidentais.

Segundo Ulisses Rabaneda, advogado da família da adolescente autora do tiro, não houve intenção do pai em ocultar os fatos da polícia. De acordo com o defensor, se houvesse essa intenção, ele teria procurado o restante da família para armar uma versão.

Sobre a questão da arma estar ou não carregada, o advogado acredita que o namorado da jovem que efetuou o disparo se enganou. “O que tem de incontroverso é que a arma chega carregada e quando ele saiu, ela estava carregada”, disse.

Segundo a reportagem, mais de 20 pessoas já prestaram depoimento à polícia. Os celulares da autora do disparo e do namorado estão sendo periciados.

Jovem trocou de roupa após atirar

Outro fato que chamou a atenção da mãe de Isabele foi o fato de que a autora do disparo trocou de roupa após o disparo. “Como duas adolescentes tiveram ideia de tomar banho e trocar de roupa? Eu cheguei na casa dela de roupão. Eu estava chocada. Aquilo pareceu um teatro, uma encenação”, disse.

Em depoimento, a autora do disparo diz que não lembra o que fez logo após o tiro e nega ter tido qualquer discussão com a vítima.

Também chama a atenção o depoimento do enfermeiro do Samu que viu a mãe da autora do disparo mexendo em uma arma na mesa da sala e a alertou para que não fizesse aquilo, pois ali fazia parte da cena do crime. “Houve grave falha no isolamento do local do crime”, diz o advogado da família de Isabele.

 

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