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Polícia Civil participa de audiência pública em Barão do Melgaço

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil participou de audiência pública para tratar da segurança pública no município de Barão de Melgaço (113 km ao Sul). O delegado Claúdio Victor Freezs representou a instituição junto com o secretário adjunto da Casa Civil, Carlos Brito, e também o comando da Polícia Militar da região.

A audiência ocorreu na terça-feira (14), na Câmara dos Vereadores e teve a participação de autoridades locais e da comunidade de Barão de Melgaço, que reivindicou mais ações de segurança na cidade. A audiência pública foi uma solicitação da Prefeitura de Barão do Melgaço.

O delegado expôs a situação deficitária da instituição em relação ao efetivo e de viaturas para o atendimento policial, e foi acordado a confecção de ocorrências em uma sala que será disponibilizada no Destacamento da Polícia Militar. O trabalho será prestado por dois servidores da Prefeitura treinados para os registros, além de operações que serão planejadas pelas Polícias Militar e Civil.  

“Nessa sala será confeccionado boletins de ocorrências. Isso vai facilitar e impedir que os moradores tenham que se deslocar até a cidade de Santo Antônio do Leverger”, disse o delegado”, disse o delegado Claúdio Freezs.

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Fonte: PJC MT
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PRF apreende 500 comprimidos de procedência ilícita

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Esse tipo de medicamento é usado para tratamento de úlceras, mas se ingerido em desacordo com as recomendações médicas pode se transformar em substância abortiva

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), nesta terça-feira (16), em Rondonópolis/MT, apreendeu 500 comprimidos de procedência estrangeira. A abordagem se deu no Km 211 da BR 364, onde a equipe da PRF de ordem de parada a um ônibus de itinerário Cascavel/PR com destino à Sinop/MT.

Em uma fiscalização minuciosa para combate ao transporte de ilícitos, os policiais localizaram na lixeira do banheiro uma sacola preta e em seu interior verificou-se que havia 50 cartelas do medicamento, contendo 10 pílulas em cada, totalizando 500 comprimidos de procedência estrangeira. Esse tipo de medicamento é usado para tratamento de úlceras, mas se ingerido em desacordo com as recomendações médicas pode se transformar em substância abortiva, motivo que levam criminosos a transportarem esse tipo de material de forma irregular, sem nota fiscal.

Apesar de terem sido entrevistados os 39 passageiros que seguiam no veículo, não foi possível identificar o proprietário do medicamento. O ônibus foi liberado e o produto apresentado à Polícia Federal de Rondonópolis.

Fonte: PRF MT
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Polícia Civil apreende 232 bolsas réplicas de grifes famosas

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil apreendeu 232 produtos (bolsas e carteiras) réplicas de grifes famosas na sétima fase da operação Fictus VII, realizada na manhã desta quarta-feira (17), pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) em conjunto com o Procon de Cuiabá e apoio da equipe da Diretoria de Execução Estratégica (DEE).

A mercadoria, sendo  211 bolsas e 21 carteiras, foi apreendidas em duas lojas do Shopping Popular, no bairro Dom Aquino,  na Capital. Em um Box foram 138 cópias de bolsas de marcas Victor Hugo e Louis Vuitton, e no segundo foram 21 carteiras e 73 bolsas, falsificadas da marca brasileira e francesa.

Um dos proprietários informou aos policiais que os produtos são oriundos de São Paulo e que tem conhecimento serem de “segunda linha”, ou seja, falsificados.

O Procon lavrou auto de constatação e infração contra os dois estabelecimentos.

O delegado da Decon, Antônio Carlos Araújo, informou que serão instaurados dois inquéritos policiais e após perícia da Politec ficar constatado que os produtos são falsificados os responsáveis pelos estabelecimentos serão indiciados. 

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Os dois proprietários foram conduzidos à Delegacia do Consumidor e poderão ser responsabilizados em crimes relativos a condutas praticadas no comércio de produtos falsificados ou pirateados, que estão tipificadas no artigo 190, inciso 1 da Lei 9.279/96, do Código de Propriedade Industrial, pena detenção de 3 meses a 1 ano; artigo 7, inciso 7, VII, da Lei 8.137/90 da lei contra as Relações de consumo, pena de 2 a 5 anos ou multa; por fraudes no comércio, previsto no artigo 175, inciso I do CPB, e ainda por infrações praticadas dentro do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90 em seu artigo 67).

Fonte: PJC MT
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