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Polícia Civil indicia 33 pessoas por envolvimento com tráfico de drogas em Várzea Grande

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Assessoria | PJC-MT

Trinta e três suspeitos de atuar no comércio de drogas na região de Várzea Grande foram indiciados pela Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). O inquérito instaurado subsidiou a operação “Cleanup” deflagrada em dezembro de 2019. Os envolvidos são acusados de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas

Em dezembro passado, 19 pessoas foram presas durante a operação. As diligências foram continuadas, possibilitando a identificação dos demais suspeitos.

Com a conclusão das investigações e indiciamento dos investigados, o inquérito policial foi encaminhado ao Ministério Público Estadual, para providências cabíveis e início do processo criminal perante a Justiça.

Conforme o delegado titular da DRE, Vitor Hugo Bruzulato, foram aproximadamente cinco meses de investigações, com a coleta de elementos robustos da participação de todos os indiciados nos crimes.

“O inquérito encerrado e concluído pelo delegado Wilson Cibulskys, reforça o excelente trabalho que vem sendo realizado por toda a equipe da DRE, levando para o início da ação penal e posteriormente condenação dos acusados”, destacou Vitor Hugo Bruzulato.

Operação “Cleanup

Cinquenta e seis ordens judiciais, entre mandados de prisões e de buscas e apreensões domiciliares foram cumpridos no dia 19 de dezembro por equipes da pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). 

As ordens judiciais, sendo 23 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão, foram expedidas pela 3ª Vara Criminal de Várzea Grande, com objetivo de combater a ação de traficantes que atuam, principalmente, no município.

Entre os alvos, estava um policial civil aposentado que atualmente é vereador de Várzea Grande.

Nome da operação

Cleanup traduzindo para o português significa Limpar/Limpeza, em alusão à limpeza da intensa criminalidade e violência em Várzea Grande.

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Motorista de aplicativo é baleado após passageiros trocarem tiros com ocupantes de outro veículo em VG

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Um dos envolvidos na troca de tiros foi preso pela PM. Vítima foi encaminhada para o PSM-VG

Troca de tiros entre criminosos na avenida da Feb, em Várzea Grande na noite de terça-feira (7), terminou com um motorista de aplicativo de 28 anos baleado e um suspeito preso. De acordo com informações, a Polícia Militar foi acionada por volta das 23h45 para atender uma ocorrência de troca de tiros.

Ao chegar ao local, os policiais encontram um homem ferido, que se identificou como motorista de aplicativo. Ele explicou que foi chamado até o bairro Colorado, em Cuiabá, para fazer uma corrida até Várzea Grande.

Ao passar pela avenida da Feb, os dois passageiros pediram para que ele estacionasse em frente ao Auto Shopping Fórmula, onde havia um veiculo parado. Em seguida, eles começaram uma troca de tiros com os ocupantes do carro que já estava estacionado. O motorista do aplicativo foi baleado no tórax e no braço, e os passageiros fugiram a pé em direção à Domani Veículos.

Os ocupantes dos outro veículo também fugiram. Um carro que passava pelo local também foi atingido por balas perdidas. Um dos envolvidos na troca de tiros foi preso pela Polícia Militar logo depois no bairro Manga e encaminhado para a Central de Flagrantes.

A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) para o Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande onde recebeu atendimento. Os outros envolvidos na troca de tiros não foram encontrados. A Polícia Civil vai investigar o caso.

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Policial

Justiça Federal suspende contrato de privatização da saúde no valor de R$ 32,6 milhões em MT

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A Justiça Federal em Barra do Garças acatou o pedido feito pelos Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual (MP/MT) e suspendeu, em tutela de urgência, os efeitos do Edital de Chamamento Público e todos os atos decorrentes celebrados, incluindo o contrato, pelo município de Barra do Garças com Instituto Social Saúde Resgate a Vida.

O contrato previa a privatização da gestão e administração dos serviços e ações de saúde do Hospital Geral Milton Pessoa Morbeck e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Marcelo de Moura Paes Lemes. O valor total do contrato previsto era de R$ 32.660.812,92.

A Ação Civil Pública, com pedido liminar, teve início com o Inquérito Civil 1.20.004.000055/2020-93, com o objetivo de investigar improbidade administrativa, danos ao erário, mudança de gestão durante a pandemia do novo coronavírus, além de testar um novo modelo de gestão em momento de crise de saúde pública. Ao ser questionada pelo MPF, a Prefeitura de Barra do Garças respondeu que havia dado início ao processo meses atrás, muito antes da decretação de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas apesar da resposta, somente assinou o contrato com o instituto de saúde privada no dia 3 de abril, em plena crise.

No documento encaminhado à Justiça Federal, é enfatizado o fato pelos representantes dos Ministérios Públicos Federal e Estadual que “pode-se dizer que o prefeito de Barra do Garças de forma sub-reptícia promoveu o repasse do serviço de saúde de alta e média complexidade para uma organização social com todos os atos elaborados e executados durante a maior crise da humanidade após a segunda grande Guerra Mundial, ou seja, o prefeito de Barra do Garças pretende implementar um novo modelo de gestão durante um cenário de guerra, onde se espera, que a experiência do modelo existente possa ser o diferencial para que vidas sejam salvas”.

O fato de ser um novo modelo a ser implementado também chamou a atenção do MPF e do MP/MT. “Por consequência, Barra do Garças corre o risco não só de sofrer um colapso no sistema de saúde pela quantidade de pacientes, mas também um colapso administrativo, pois sabe-se que toda mudança de gestão exige tempo para o seu perfeito e adequado funcionamento”.

Na decisão da Justiça Federal frisou-se ainda que o fato de o município passar por tal transição em um momento de calamidade pública não soa razoável nem prudente, “vez que toda mudança traz consigo certas dificuldades e problemas, que neste momento devem ficar em segundo plano. Tenho que a implantação do contrato de gestão, na situação de calamidade, já reconhecida pelos governos federal e estaduais, ofende o princípio da juridicidade, que, mais do que o respeito às regras (“direito por regras”), impõe aos agentes públicos o respeito aos princípios (“direito por princípios”) derivados explicita ou implicitamente da Constituição Federal.”

Além da suspensão do edital e de todos os seus efeitos, a Justiça determinou também que a Prefeitura de Barra do Garças retome e/ou prossiga com a prestação integral das ações e serviços públicos de saúde do Hospital Geral Milton Pessoa Morbeck e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Marcelo de Moura Paes Lemes, até a decisão final da ação. Determinou também a comunicação da decisão para que seja de amplo conhecimento aos servidores lotados na Secretaria de Saúde, assim como seja encaminhada cópia para ciência da Câmara de Vereadores e ao Conselho Municipal de Saúde.

A Justiça Federal determinou a intimação dos requeridos para o cumprimento da decisão sob pena de multa de R$ 20 mil à pessoa do prefeito de Barra do Garças, Roberto Ângelo de Farias, e ao Instituto Social Saúde Resgate a Vida, a contar do primeiro dia útil após a intimação, sem prejuízo de sanções de outra natureza. Também foi determinado ao município de Barra do Garças, após a intimação, que comprove nos autos as medidas adotadas para o cumprimento da decisão, no prazo de 48 horas, sob pena de incidência de multa diária no valor de R$ 5 mil também na pessoa do prefeito. O MPF e o MP/MT encaminharão cópias do Inquérito Civil 1.20.004.000055/2020-93 para os Tribunais de Contas do Estado do Mato Grosso e da União para as providências que entenderem cabíveis sobre os fatos.

 

 

 

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