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Polícia Civil incinera 40 quilos de maconha apreendidos em Nova Canaã do Norte

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil de Nova Canaã do Norte (699 km ao Norte) realizou na manhã desta quarta-feira (21.08) a incineração de mais de 40 quilos de maconha, apreendidos em ações das Forças de Segurança do município.

A grande quantidade de entorpecente, avaliada em aproximadamente R$ 80 mil, é resultado de ações de combate ao tráfico de drogas na região, realizadas pelas Polícias Civil e Militar, no primeiro semestre de 2019.

A incineração de entorpecentes é um procedimento legal, previsto na Lei 11.343/2006, de Combate ao Tráfico de Drogas. A droga destruída estava devidamente periciada, lacrada, e em envelopes de segurança

Segundo o delegado de Nova Canaã do Norte, Ruy Guilherme Peral da Silva, a apreensão e incineração da quantidade expressiva de entorpecentes representa um duro golpe no tráfico de drogas em toda região, em razão do alto valor que deixou de ser comercializado.

“O tráfico de drogas é um crime que deve ser fortemente combatido pelas Forças de Segurança, uma vez que fomenta outros crimes como roubos, furtos, homicídios, latrocínios e outros mais que assolam a sociedade”, disse o delegado

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Participaram do evento, representantes do Ministério Público, Vigilância Sanitária, imprensa local bem como foi comunicada a incineração da droga ao Poder Judiciário e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

 

Fonte: PJC MT
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Mulher é presa tentando entrar na PCE com maconha escondida em marmita

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O flagrante foi feita nesta sexta-feira durante revista da refeição

Uma mulher que tentava entrar com porções de maconha na Penitenciária Central do Estado foi presa em flagrante, na manhã desta sexta-feira (20), em ação integrada da Sistema Prisional e Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

A suspeita, D.S.M., 62, visitante do raio três da PCE, foi autuada em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, após tentar entrar com a droga escondida dentro de uma marmita. Durante revista da refeição, os agentes penitenciários encontraram os pedaços de entorpecente que estavam acondicionados entre as carnes. Diante da situação, a equipe da DRE foi acionada e a suspeita conduzida até a especializada, onde após ser interrogada foi lavrado o flagrante.

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Policial

Investigados na morte de mulher há 10 anos viram réus na Justiça

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Assessoria | PJC-MT

A Justiça acatou denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual contra seis suspeitos de participação no homicídio de Alessandra de Alcântara Polmann, 33, ocorrido há quase 10 anos, em Cuiabá. A investigação foi realizada pela Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), que encaminhou o inquérito em 11 de setembro ao MP.

A vítima desapareceu no mês de outubro de 2009 e até hoje não teve o corpo localizado. Em minucioso trabalho investigativo, equipes da DHPP conseguiram identificar pessoas envolvidas no desaparecimento da vítima que foram indiciadas no inquérito policial.

Com base nas investigações da Delegacia de Homicídios, o Ministério Público Estadual ofereceu denúncia contra Josué Pires de Camargo, o “Zuel”, Rosinete de Souza, conhecida como “Rose” e Mamedes Gonçalves Pinheiro, o “Fernandinho”.

Todos estão indiciados pelos crimes de homicídio qualificado pelo recurso que impossibilitou a defesa da vítima e para assegurar a impunidade de outros crimes, associação criminosa e fraude processual.

A Justiça também aceitou a denúncia contra outros três indiciados: Delson de Souza, Rejane Catarina Gayva e Izete Botelho Xavier, pelos crimes de associação criminosa, fraude processual e falso testemunho. Os denunciados pelo homicídio e ocultação de cadáver tiveram as prisões temporárias convertidas em preventivas.

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Segundo o delegado que coordenou as investigações, Caio Fernando Álvares de Albuquerque, o trabalho para identificação dos envolvidos e esclarecimento do crime foi extremamente difícil e só foi possível devido ao comprometimento das equipes investigativas.

No relatório final o delegado ponderou que “se o homicida planejou o crime perfeito, escondendo o cadáver, essa ação não deve e não pode em hipótese alguma restar impune. O entendimento de que somente o corpo da vítima é prova hábil a comprovar a materialidade do delito em comento é inadmissível, ultrapassada e retrógrado”.

O delegado parabenizou as equipes dos cartórios B1 e B2, assim como o Núcleo de Inteligência, pelo comprometimento no trabalho difícil e sensível. “Mesmo sem corpo, sem testemunhas, sem confissão, conseguimos, na estrita técnica, demonstrar a responsabilização criminal de cada indiciado. Agradecemos, também, a todo apoio que tivemos das equipes de DHPP”, disse o delegado.

 

 

Fonte: PJC MT
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