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Polícia Civil e Conselho Tutelar resgatam mulher e cinco filhos vítimas de maus-tratos

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Uma mulher e cinco filhos menores de idade, vítimas de maus-tratos e ameaças, foram tirados da situação de vulnerabilidade, em uma ação conjunta da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), e do Conselho Tutelar, nesta quarta-feira (06.07), em Cuiabá.

As diligências iniciaram após denúncia recebida pelo Conselho Tutelar sobre cinco crianças em situação de risco, devido a maus-tratos e ameaças praticados por parte do parceiro da mãe delas. Segundo informações, o suspeito é usuário de drogas e sempre que chegava em casa, ameaçava a companheira e os filhos dela com uma faca.

Diante das informações, a equipe da Deddica e do Conselho Tutelar foram até a residência da família, no bairro Jardim Umuarama, em Cuiabá, onde constataram a veracidade da denúncia. Durante a visita, foi realizado o atendimento das da mãe e das crianças e adolescentes, sendo três meninas e dois meninos, com idades entre 16 anos e 10 meses de idade.

Eles foram encaminhados à Deddica, onde as crianças passaram pelo atendimento psicossocial e confirmaram os maus-tratos praticados pelo suspeito, que ameaçava matar tanto a companheira quanto os seus filhos. A mãe das crianças solicitou as medidas protetivas contra o companheiro e foi encaminhada à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher para ser acolhida pela Casa de Amparo.

As investigações seguem em andamento para apurar a situação de maus-tratos e ameaças praticadas pelo suspeito.

A ação faz parte da Operação Acalento, deflagrada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, para combater crimes de violência contra crianças e adolescentes em todo país.

Fonte: PJC MT

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Polícia Federal faz operação para combater extração ilegal de ouro em terra indígena em Mato Grosso

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Líder da quadrilha foi presa no inicio desta manhã em Pontes e Lacerda

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (9) a operação “Rainha do Sararé”, que tem o objetivo de desarticular uma associação criminosa originária do estado de Rondônia, que vinha a Mato Grosso para comandar a extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé. Foram expedidos 4 mandados de prisão preventiva e 4 de busca e apreensão na cidade de Pontes e Lacerda (440 km de Rôndonia.

A líder da quadrilha é uma mulher de 47 anos proprietária de uma empresa de fachada de terra terraplanagem. Ela se identificava como Rainha do Sararé e o apelido se tornou o nome da operação. Três alvos de mandados encontram-se foragidos.

Os presos financiavam a prática do garimpo ilegal de ouro por meio da utilização de maquinários e recrutamento de pessoas. Também comercializavam ouro sem autorização legal e associaram-se com o fim de extrair e comercializar o ouro.

A Polícia Federal tem trabalhado na proteção das terras da União e da população indígena local, ao descapitalizar esse tipo de organização que promove a degradação do meio ambiente, desmatando áreas de preservação e contaminando rios e solos.

 

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MP denuncia 17 membros do CV por matar e torturar jovens; mulher se fingiu de morta

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Dezessete pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Alta Floresta, por organização criminosa, prática de tortura mediante sequestro, homicídio qualificado (consumado e tentado), ocultação de cadáver, extorsão qualificada e corrupção de menores. As penas poderão passar de 100 anos em relação a alguns acusados.
A denúncia, oferecida na sexta-feira (5), é resultado da Operação Torquemada. Os crimes foram motivados por disputa territorial pelo mercado de tráfico ilícito de drogas entre as facções criminosas comando vermelho e primeiro comando da capital. De acordo com o MPMT, os crimes foram cometidos contra as vítimas Raiane do Nascimento Silva e Carlos Eduardo Santos Azevedo, porque os acusados acreditavam que elas possuíam envolvimento com o PCC.
Consta na denúncia, que a vítima Raiane foi torturada por horas, com agressões físicas em dois cativeiros. Os acusados chegaram a inserir agulhas embaixo das unhas de suas mãos e pés, além de terem arrancado oito unhas dos pés e jogado álcool nos dedos. Partes de seu corpo também foram queimadas com isqueiro.
Carlos Eduardo Santos Azevedo também foi torturado e ao final foi executado com golpes de faca e disparos de arma de fogo. Conforme o MPMT, os denunciados também tentaram matar Raiane com disparos que a atingiram na região da nuca e nas costas. A vítima só sobreviveu porque fingiu-se de morta e depois saiu em busca de ajuda, recebendo tratamento médico no Hospital Regional de Alta Floresta.
Foram denunciados: Alan Caliel Felício Coelho, Alan Rodrigues Antunes, Alícia Santos da Silva, Amanda Rosa Pereira, Angélica Saraiva de Sá, Bruno Barbosa de Souza, Cleidiane Hilário Dorca, Cleiton Cordeiro Rodrigues, Eric Gabriel da Mata Godoy, Lucas Tiago de Freitas, Manoel Messias Oliveira Neto, Oziel Júnior Moreira de Lima, Rayanne Caroline Baez Vera, Sabrina Costa de Arruda da Silveira, Solange de Freitas Mendia, Uelber Souza de Oliveira e Wesley de Souza da Silva.
Do grupo,13 estão presos em unidades prisionais de Alta Floresta, Colíder e Cuiabá. Os atos também tiveram a participação de cinco adolescentes. A organização, segundo o MPMT, era liderada por Angélica Saraiva de Sá, atualmente presa e recolhida no Presídio Feminino Ana Maria do Couto May. Os crimes ocorreram em abril deste ano.

 

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