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Polícia Civil cumpre prisão de condenado por homicídio com passagens por vários crimes

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Em mais uma ação da Polícia Civil, realizada pela equipe da Gerência Estadual de Polinter (Gepol), um homem com ordem de prisão definitiva decretada pela Justiça foi preso, na tarde de sexta-feira (03.07), em Cuiabá. O suspeito, de 42 anos, é condenado por crime de homicídio e além de responder a processos por diferentes crimes.

O mandado de prisão definitiva foi expedido pelo Poder Judiciário no último dia 04 de junho, em grau de recurso de apelação nos autos do processo pela prática de homicídio qualificado, em que o suspeito foi condenado a mais de sete anos de prisão.

Além da condenação pelo crime, o suspeito também responde a diversos processos por roubo qualificado na forma tentada, receptação qualificada, furto qualificado (tentado e consumado), e porte ilegal de arma de fogo.

Em 2014, ele foi preso pela Polícia Militar no bairro Jardim Vitória, região norte da capital, durante uma abordagem de rotina, sendo constatado na época um mandado de prisão em aberto em seu desfavor.

A ordem de prisão contra o condenado foi cumprido pelos policiais da Polinter na sexta-feira (03), quando ele chegava a sua residência no bairro CPA, região da Grande Morada da Serra em Cuiabá. Ao ser abordado, o suspeito não resistiu a prisão e foi Conduzido a delegacia de para as providências cabíveis.

 

 

Fonte: PJC MT

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Após perícia, mãe levanta suspeita sobre versão de que disparo que matou Isabela tenha sido acidental

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Patrícia Hellen cobra punição às pessoas envolvidas na morte da filha

UOL – Após perícia, imagens de circuito interno e depoimento da adolescente que fez o disparo, a mãe da adolescente Isabele, Patrícia Hellen Guimarães Barros, levantou suspeitas sobre a versão de disparo acidental como a causa da morte da filha, ocorrida na noite de 12 de julho, em um condomínio de luxo em Cuiabá. “As pessoas envolvidas nesse homicídio, elas têm que pagar pelo que elas fizeram”, afirmou a mãe da vítima.

As novidades do caso foram reveladas em reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, que mostrou várias contradições entre a versão apresentada, as conclusões da perícia e os depoimentos e circunstâncias envolvendo o fato.

Mãe questiona versão de disparo acidental

Segundo a versão da adolescente autora do disparo, o tiro foi acidental. Ela segurava numa mão a arma e com a outra abaixou-se em direção ao chão para pegar um tênis, momento em que ocorreu o tiro, que acertou a cabeça da adolescente.

“Como ela disparou no rosto da minha filha, a uma curta distância, em linha reta, com todo esse discurso no depoimento dela de que ela teria se desequilibrado?”, questiona a mãe da vítima.

Primeira chamada ao Samu diz que houve queda em banheiro 

Outro fato que chama a atenção é que houve duas chamadas para o Samu feitas por pessoas ligadas a autora do tiro, que também tem 14 anos, uma do

pai e outra da irmã mais velha dela.

O pai disse que Isabele havia caído num dos banheiros da casa e havia perdido muito sangue. A irmã mais velha disse que havia ocorrido um disparo acidental.

“Como uma pessoa com tal gabarito não consegue ouvir e distinguir que foi tiro ou não?”, questiona a mãe de Isabele.

Pais de autora do disparo colecionam armas

O pai e a mãe da jovem autora do disparo têm autorização para ter armas em casa pois são CAC´s, sigla para colecionadores, atiradores e caçadores. O namorado da autora do disparo, de 16 anos, foi quem levou a arma para a casa da adolescente. Ele disse que não havia projétil no tambor da pistola usada no incidente.

Esse depoimento é questionado pelo advogado da família de Isabele, Hélio Nishiyama. “Se ele não alimentou a arma, a única que pode ter feito isso é a jovem que efetuou o disparo”, disse.

Advogado da autora do tiro diz que foi acidente

O advogado da família da jovem autora do disparo nega que exista outra versão para o caso e que o disparo e a morte de Isabele foram acidentais.

Segundo Ulisses Rabaneda, advogado da família da adolescente autora do tiro, não houve intenção do pai em ocultar os fatos da polícia. De acordo com o defensor, se houvesse essa intenção, ele teria procurado o restante da família para armar uma versão.

Sobre a questão da arma estar ou não carregada, o advogado acredita que o namorado da jovem que efetuou o disparo se enganou. “O que tem de incontroverso é que a arma chega carregada e quando ele saiu, ela estava carregada”, disse.

Segundo a reportagem, mais de 20 pessoas já prestaram depoimento à polícia. Os celulares da autora do disparo e do namorado estão sendo periciados.

Jovem trocou de roupa após atirar

Outro fato que chamou a atenção da mãe de Isabele foi o fato de que a autora do disparo trocou de roupa após o disparo. “Como duas adolescentes tiveram ideia de tomar banho e trocar de roupa? Eu cheguei na casa dela de roupão. Eu estava chocada. Aquilo pareceu um teatro, uma encenação”, disse.

Em depoimento, a autora do disparo diz que não lembra o que fez logo após o tiro e nega ter tido qualquer discussão com a vítima.

Também chama a atenção o depoimento do enfermeiro do Samu que viu a mãe da autora do disparo mexendo em uma arma na mesa da sala e a alertou para que não fizesse aquilo, pois ali fazia parte da cena do crime. “Houve grave falha no isolamento do local do crime”, diz o advogado da família de Isabele.

 

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PRF apreende 20kg de pasta base em Cáceres e repressão ao tráfico de drogas segue forte em Mato Grosso

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Droga estava escondida em compartimentos adaptados no veículo

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carga de aproximadamente 20kg de substância análoga à pasta base de cocaína, durante fiscalização na BR-070, em Cáceres.

Logo no começo de domingo (02), passados alguns minutos da meia noite, foi abordado o veículo VW/Saveiro, de cor vermelha, com placas de Ji-Paraná/RO e conduzido por um homem de 32 anos.

Ao fiscalizar o veículo, os PRFs encontraram a droga escondida em fundos falsos. O condutor disse que foi contratado em Goiânia/GO para buscar o entorpecente em Ji-Paraná e levar até Ilhéus/BA. Afirmou também que não conhece nenhum dos contratantes e que recebeu as informações por meio de mensagens de texto.

A ocorrência foi encaminhada para Polícia Civil de Cáceres.

Na semana anterior, a PRF já havia apreendido mais de 180 kg de pasta base, em uma ação conjunta com a Polícia Civil (veja aqui). Somadas, as apreensões passam de 200 kg e prejuízo ao narcotráfico fica na casa dos 25 milhões de reais.

SECOM PRF MT

Fonte: PRF MT

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