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Polícia Civil cumpre prisão de caminhoneiro suspeito de estupro de vulnerável em Rondonópolis

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Mais uma ação da Polícia Civil, realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) cumpriu, nesta terça-feira (17.04) o mandado de prisão contra um caminhoneiro suspeito do crime de estupro de vulnerável.

O mandado de prisão tem validade até 2038 e foi recebido pela Delegacia da Mulher no mês de março de 2020. O suspeito, de 57 anos, trabalha como caminhoneiro e não possui residência fixa, o que dificultava a sua localização.

A prisão do procurado foi realizada com apoio da equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que realizou a abordagem do procurado com base nas informações passadas pelos policiais da DEDM Rondonópolis.

Após a abordagem na rodovia, o suspeito foi conduzido à Delegacia da Mulher para as providências cabíveis para cumprimento da ordem de prisão.

Fonte: PJC MT

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Policial

Empresário poderá responder por homicídio culposo e por entregar arma ou munição à adolescente, diz MPE

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Empresário Marcelo Cestari, dono da casa no Alphaville, onde morreu a menor Isabele Ramos, e 14 anos [ Foto – Reprodução]

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso ingressou com recurso em sentido estrito requerendo que a fiança aplicada ao empresário Marcelo Martins Cestari, pai da adolescente que fez o disparo de uma pistola que provocou a morte de outra adolescente no Condomínio Alphaville, em Cuiabá, seja majorada para 100 salários mínimos. Com a medida, o MPMT espera reformar a decisão que estabeleceu o valor da fiança em R$ 52.240,00, o equivalente a 50 salários mínimos. A decisão judicial foi proferida em 03 de agosto.
No recurso, o promotor de Justiça Marcos Regenold Fernandes destaca que o empresário possui alto padrão financeiro, lembrando que o próprio valor dos “materiais bélicos” do recorrido acautelados quase se iguala ao valor da fiança. O MPMT contesta os argumentos apresentados pelo empresário de que estaria enfrentando dificuldades financeiras.
O promotor de Justiça aponta ainda os efeitos gravíssimos da prática do ilícito que resultou na morte da adolescente. Afirma também que o empresário não está indiciado formalmente apenas pelo delito do art.12 da Lei 10.826/03 (posse de arma), mas também em outros delitos.
Em tese, o empresário também poderá responder por homicídio culposo e por entregar à adolescente arma ou munição. “É importante dizer que não se está a propugnar pelo arbitramento da fiança por conta do indiciamento em tais delitos, mas apenas que sirvam, por via reflexa, de baliza para a majoração da fiança para o seu grau máximo no delito do artigo 12 do Estatuto do Desarmamento, já que foi este tão somente por absoluta leniência da autoridade policial, que “justificou” a prisão em flagrante do mesmo”, destacou o promotor de Justiça.
Segundo consta no recurso, em 12 de julho o empresário foi preso em flagrante com duas armas de fogo de uso permitido, sem a devida documentação. Na data dos fatos, em decorrência da suposta conduta que vitimou a adolescente Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos, a polícia localizou na residência do recorrido sete armas de fogo, das quais duas não possuíam o registro em seu nome, e as demais, no momento da prisão não possuíam qualquer documentação.
Na ocasião, o empresário foi colocado em liberdade provisória após o pagamento de R$ 1.000,00. Em 14 de julho, o MPMT manifestou-se no processo e pugnou pela majoração do valor da fiança para 100 salários mínimos. Em 15 de julho, o juiz aplicou uma fiança em R$ 209.000,00. Logo em seguida, a defesa recorreu ao Tribunal de Justiça e conseguiu suspender a decisão.
No dia 3 de agosto, o juízo proferiu uma nova decisão estabelecendo o valor da fiança em 50 salários mínimos.

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Polícia Civil apreende 204 tabletes de maconha em caminhão apreendido para leilão

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), apreendeu 204 tabletes de maconha, na manhã desta segunda-feira (10.08), na região do distrito Industrial, em Cuiabá. A droga foi encontrada no interior de um caminhão que estava apreendido em uma empresa de leilões.

Durante investigações relacionadas ao tráfico de drogas, os investigadores da DRE receberam informações de que um caminhão chegaria à Cuiabá, transportando um grande carregamento de entorpecentes.

Com base nas informações, os policiais iniciaram pesquisas para identificar o veículo, descobrindo que o caminhão estava apreendido por força de mandado de busca e apreensão, no pátio de uma empresa de leilões, em razão de dívidas junto a uma instituição financeira.

 

A equipe da DRE foi até a empresa em que o caminhão estava apreendido e durante fiscalização minuciosa no veículo encontraram dois compartimentos ocultos e um estepe, onde a grande quantidade de drogas estava escondida, sendo realizada a apreensão de 204 tabletes de maconha.

Segundo o delegado da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, as investigações estão em andamento para identificar os responsáveis pela carga de entorpecentes.

 

Fonte: PJC MT

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