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Polícia Civil cumpre mandados contra facção envolvida com tráfico de drogas e tortura em Poxoréu

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, baseada em investigações da Delegacia de Poxoréu (251 km ao sul de Cuiabá) deflagrou na manhã desta quinta-feira (09.07), a operação Bateia, com alvo em uma organização criminosa envolvida em diversos crimes, entre eles tráfico de drogas e tortura.

A operação tinha o objetivo de dar cumprimento a 17 ordens judiciais contra o grupo criminoso, sendo dez mandados de prisão, sete de busca e apreensão, além de serem realizadas três prisões em flagrante.

Os trabalhos contaram com apoio da Delegacia Regional de Primavera do Leste, com a atuação de mais de 30 policiais entre investigadores, escrivães e delegados, sendo os mandados cumpridos nas cidades de Poxoréu, Rondonópolis e Guiratinga.

Segundo o delegado de Poxoréu, Rafael Fossari, a operação foi deflagrada para combater a atuação da facção criminosa atuante em diversos crimes no município. As investigações que identificaram o grupo iniciaram há cerca de 60 dias após um usuário ser torturado pelo grupo em razão de uma dívida de drogas.

“No decorrer das investigações, identificamos que o crime foi praticado por integrantes do grupo criminoso, assim como o envolvimento da facção em diversos outros crimes, especialmente o tráfico de drogas, sendo representado então pelas ordens judiciais contra os investigados”, disse o delegado.   

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos até o momento uma arma de fogo, porções de entorpecentes, dinheiro e veículos, além de três flagrantes.  O delegado regional de Primavera do Leste, Carlos Roberto Moreira de Oliveira, elogiou o trabalho investigativo realizado pela Delegacia de Poxoréu que resultou na deflagração da operação.

“É um trabalho de inteligência que fez o mapeamento de todas as circunstâncias que envolviam a facção, aliado a colaboração do efetivo de toda a Regional de Primavera do Leste, sendo possível a deflagração da operação com o cumprimento de todas as ordens judiciais e desarticulação do grupo criminoso”, disse o delegado regional.

O nome da operação Batera faz alusão a um artefato utilizado na atividade do garimpo, para separar a terra do ouro.

 

Fonte: PJC MT

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Empresário poderá responder por homicídio culposo e por entregar arma ou munição à adolescente, diz MPE

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Empresário Marcelo Cestari, dono da casa no Alphaville, onde morreu a menor Isabele Ramos, e 14 anos [ Foto – Reprodução]

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso ingressou com recurso em sentido estrito requerendo que a fiança aplicada ao empresário Marcelo Martins Cestari, pai da adolescente que fez o disparo de uma pistola que provocou a morte de outra adolescente no Condomínio Alphaville, em Cuiabá, seja majorada para 100 salários mínimos. Com a medida, o MPMT espera reformar a decisão que estabeleceu o valor da fiança em R$ 52.240,00, o equivalente a 50 salários mínimos. A decisão judicial foi proferida em 03 de agosto.
No recurso, o promotor de Justiça Marcos Regenold Fernandes destaca que o empresário possui alto padrão financeiro, lembrando que o próprio valor dos “materiais bélicos” do recorrido acautelados quase se iguala ao valor da fiança. O MPMT contesta os argumentos apresentados pelo empresário de que estaria enfrentando dificuldades financeiras.
O promotor de Justiça aponta ainda os efeitos gravíssimos da prática do ilícito que resultou na morte da adolescente. Afirma também que o empresário não está indiciado formalmente apenas pelo delito do art.12 da Lei 10.826/03 (posse de arma), mas também em outros delitos.
Em tese, o empresário também poderá responder por homicídio culposo e por entregar à adolescente arma ou munição. “É importante dizer que não se está a propugnar pelo arbitramento da fiança por conta do indiciamento em tais delitos, mas apenas que sirvam, por via reflexa, de baliza para a majoração da fiança para o seu grau máximo no delito do artigo 12 do Estatuto do Desarmamento, já que foi este tão somente por absoluta leniência da autoridade policial, que “justificou” a prisão em flagrante do mesmo”, destacou o promotor de Justiça.
Segundo consta no recurso, em 12 de julho o empresário foi preso em flagrante com duas armas de fogo de uso permitido, sem a devida documentação. Na data dos fatos, em decorrência da suposta conduta que vitimou a adolescente Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos, a polícia localizou na residência do recorrido sete armas de fogo, das quais duas não possuíam o registro em seu nome, e as demais, no momento da prisão não possuíam qualquer documentação.
Na ocasião, o empresário foi colocado em liberdade provisória após o pagamento de R$ 1.000,00. Em 14 de julho, o MPMT manifestou-se no processo e pugnou pela majoração do valor da fiança para 100 salários mínimos. Em 15 de julho, o juiz aplicou uma fiança em R$ 209.000,00. Logo em seguida, a defesa recorreu ao Tribunal de Justiça e conseguiu suspender a decisão.
No dia 3 de agosto, o juízo proferiu uma nova decisão estabelecendo o valor da fiança em 50 salários mínimos.

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Polícia Civil apreende 204 tabletes de maconha em caminhão apreendido para leilão

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), apreendeu 204 tabletes de maconha, na manhã desta segunda-feira (10.08), na região do distrito Industrial, em Cuiabá. A droga foi encontrada no interior de um caminhão que estava apreendido em uma empresa de leilões.

Durante investigações relacionadas ao tráfico de drogas, os investigadores da DRE receberam informações de que um caminhão chegaria à Cuiabá, transportando um grande carregamento de entorpecentes.

Com base nas informações, os policiais iniciaram pesquisas para identificar o veículo, descobrindo que o caminhão estava apreendido por força de mandado de busca e apreensão, no pátio de uma empresa de leilões, em razão de dívidas junto a uma instituição financeira.

 

A equipe da DRE foi até a empresa em que o caminhão estava apreendido e durante fiscalização minuciosa no veículo encontraram dois compartimentos ocultos e um estepe, onde a grande quantidade de drogas estava escondida, sendo realizada a apreensão de 204 tabletes de maconha.

Segundo o delegado da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, as investigações estão em andamento para identificar os responsáveis pela carga de entorpecentes.

 

Fonte: PJC MT

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