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Polícia Civil cumpre 15 ordens judiciais contra autores de roubos e tráfico em Primavera do Leste

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Assessoria | PJC-MT

Quinze mandados judicias, sendo oito de busca e apreensão e sete de prisão, foram cumpridos pela Polícia Judiciária Civil, no município de Primavera do Leste (231 km ao Sul), durante a “Operação Controle” deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) na quarta-feira (24.04). 

A ação teve como objetivo a conclusão de inquéritos em andamentos para apurar crimes de roubo, desarticular pontos de vendas de droga e recuperar produtos roubados e furtados.

Dos sete mandados de prisão expedidos, três foram relacionados a um roubo cometido em uma drogaria da cidade em 2018, três por envolvimento com o tráfico de drogas, e um pelo crime de latrocínio tentado, no qual o criminoso roubou o celular da vítima e a esfaqueou em seguida.

Os presos serão apresentados para audiência de custódia. Caso tenham a prisão convertida em preventiva, eles serão encaminhados à Cadeia Pública do município.

De acordo com a delegada titular da Derf, Anamaria Machado, os mandados de busca e apreensão tem como alvos suspeitos que possuem passagem criminal, bem como as investigações apontaram que esses possuíam produtos de roubo e furto. “Em alguns casos pela receptação, no qual trocavam a droga pelo objeto do crime”, destacou a delegada.

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Ainda conforme o delegado adjunto da Derf, Bruno de Morais, a delegacia atua constantemente com o tráfico de drogas, que é o crime que culmina para outras práticas, como o roubo, furto e até mesmo o homicídio.

“Combatemos as bocas de fumo do fornecedor até os usuários em pequenas quantidades. Os furtos e roubos tentamos dar uma resposta imediata, pois a vítima quer os objetos de volta e ver o criminoso preso. Enquanto houver criminalidade, a Polícia estará aqui para proteger a sociedade”, disse o delegado.

Os delegados da Derf agradecem o desempenho das equipes de servidores, e a parceria junto com o Ministério do Público e do Poder Judiciário, os quais dão todo suporte necessário para o trabalho da Polícia Civil.

 

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil prende mulher por tráfico de drogas em Alto Boa Vista

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Assessoria | PJC-MT

Uma mulher envolvida com o comércio de entorpecentes no município de Alto Boa Vista (1059 km a Nordeste) foi presa pela Polícia Judiciária Civil, na manhã desta quarta-feira (21.08). A ação resultou na apreensão de 16 porções de pasta base de cocaína. 

A suspeita, F.O.A. de 32 anos, conhecida como “Indinha”, foi autuada em flagrante por tráfico de drogas, após ser surpreendida em uma residência no bairro Campinas, em Alto Boa Vista, praticando a traficância.

Durante diligências para averiguar diversas denúncias de pontos usados para venda de drogas, os policiais civis conseguiram identificar o endereço da suspeita, como local de armazenamento e comércio de drogas.

Com base nos indícios, os investigadores passaram a monitorar as proximidades da casa, sendo observado a todo momento grande movimentação de usuários e pessoas atuantes no tráfico na região.

No decorrer das investigações, também foi possível descobrir que a mulher investigada era envolvida em delitos de roubos e furtos, bem como nesta quarta-feira, ela teria recebido alguns objetos furtados em troca de drogas.

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Ato contínuo, a equipe foi até a casa de F.O.A., onde a traficante recebeu os policiais e autorizou a entrada no imóvel. No local, foi encontrado um pote de plástico contento várias porções de substância aparentando ser pasta base de cocaína.

Diante do flagrante, a suspeita foi encaminhada para Delegacia de Polícia de Alto Boa Vista, interrogada e autuada por tráfico de drogas. Após confecção dos autos, a presa foi colocado à disposição da Justiça.

 

Fonte: PJC MT
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Investigação da Polícia Civil leva a operação e descobre crimes ligados a grupo de extermínio

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil, por meio de investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), cumpriu três mandados de prisão preventiva contra um dos alvos da operação Coverage, realizada na manhã desta quarta-feira (21), pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, Promotoria Militar e DHPP.

Os mandados foram cumpridos concomitantes as prisões efetuadas pelo Gaeco, contra o tenente da Polícia Militar, Cleber de Souza Ferreira, por crimes de homicídios praticados em atividades típicas de grupo de extermínios, vinculados a inquéritos policiais da operação Mercenários, realizada em abril de 2016 pela Polícia Civil de Mato Grosso, que desarticulou uma organização criminosa responsável por homicídios sob encomenda, com fins financeiros, no município de Várzea Grande.

O tenente foi alvo também da operação Assepsia, deflagrada no dia 18 de junho de 2019, pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil, para cumprimento de sete  mandados de prisão e 8 ordens de busca e apreensão, relacionadas a investigação sobre a entrada de aparelhos celulares na Penitenciária Central do Estado (GCCO).

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Recentemente, a descoberta de uma pistola 9mm levou a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), a investigar a participação do tenente Cleber de Souza Ferreira, em crimes de homicídios ligados aos inquéritos da operação Mercenários.

A arma foi encaminhada à Perícia Técnica e Identificação Oficial (Politec) pela Polícia Militar, para exame de balística por conta de o tenente ter, em tese, efetuado um disparo de arma durante uma festa junina da Rotam, em 2018. Depois, em 2019, a DHPP pediu perícia em todas as armas calibre 9 mm, que tinham passado pela Politec, nos últimos dois anos, para conexão a eventuais crimes de homicídios.

A  Politec constatou em laudos periciais de balística a utilização da pistola em três homicídios consumados e quatro tentativas de homicídios, ocorridos entre os anos de 2015 e 2016.  

Nessa fase da investigação, a DHPP apurou que a arma pertencia ao tenente Cleber de Souza Ferreira, com registro no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma) na data dos crimes. No entanto, a apuração constatou dificuldade grande de conseguir documentações da procedência da arma.

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Quando da prisão do tenente na operação Assepsia, a GCCO verificou que havia diversas fraudes praticadas pelo tenente com objetivo de dar legalidade a uma arma 9mm, a mesma que foi descoberta recentemente vinculada aos inquéritos da operação Mercenário.

Um dos homicídios ligados a pistola foi contra Elias Venâncio de Farias, morto a tiros no bairro José Carlos Guimarães, em junho de 2015. Os demais crimes, entre tentados e consumados, ocorreram em janeiro de 2016, e todos com apontamentos para uso da pistola.

Diante da descoberta das fraudes, a Polícia Civil comunicou o Ministério Público Militar para as providências cabíveis relacionadas aos militares.

Além do Cleber, a DHPP também cumpriu mandados de prisão contra Claudiomar Garcia de Carvalho e José Edimilson Pires dos Santos, ambos presos desde a primeira fase da operação Mercenários, em 2016.

Fonte: PJC MT
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