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Polícia Civil conclui 154 inquéritos de homicídios e prende 92 criminosos

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Assessoria | PJC-MT

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) concluiu 154 inquéritos policiais, entre os meses de janeiro a junho deste ano, com o esclarecimento de autoria em 69,64% dos casos. Os inquéritos são referentes a homicídios ocorridos na região metropolitana no primeiro semestre de 2019, e também casos de anos anteriores, que foram finalizados nesse período.

Para responsabilizar os autores, a DHPP realizou 59 operações que totalizaram 92 pessoas presas, sendo 49 prisões temporárias, 27 prisões preventivas, 3 prisões definitivas, 13 flagrantes, além do cumprimento de 55 mandados de busca e apreensão domiciliar.

No primeiro semestre de 2019, a DHPP atendeu 271 ocorrências de morte, 68 delas caracterizadas como homicídio. Destes, 48 crimes contra vida ocorreram em Cuiabá e 20 no município de Várzea Grande. No total, a especializada instaurou 77 inquéritos policiais para apurar homicídios dolosos. Algumas situações, de casos atendidos pelas equipes plantonistas, em que há dúvida na morte, também são feito inquérito na DHPP, como afogamento ou suicídio, para esgotar todas as possibilidades de morte violenta (homicídio). Mas, na maior parte, de naturezas diversas atendidas, sem relação com homicídio, os casos seguem para outras delegacias.

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Para alcançar os resultados, a Especializada estabeleceu a meta, denominada  “DHPP Mais Forte”, visando esclarecimento, responsabilização e prisão de envolvidos em inquéritos policiais em andamento na unidade.

Segundo o delegado, André Renato Gonçalves, a operação realizada em 120 dias (11 de março a 08 de julho) concentrou esforços dos policiais para a diminuição do acervo cartorário da delegacia, totalizando 140 inquéritos policiais relatados nesse período.

Com a intensificação dos trabalhos, entre os meses de janeiro a junho, foram encaminhados à Justiça 154 inquéritos policiais, sendo 100 deles com autoria definida. “São sem dúvida números muito expressivos, possivelmente, um dos mais altos do país em termos de especializadas em homicídios em Capitais”, destacou André Renato.

Para o delegado, a redução de 35,24% no número de homicídios em Cuiabá e Várzea Grande nos meses de janeiro a junho (68 ocorrências de homicídios contra 105 no mesmo período de 2018) demonstra o bom funcionamento do método de trabalho da Especializada.

“Nos últimos anos os índices de ocorrência vêm diminuindo, fato que demonstra o empenho dos policiais da DHPP, delegados, escrivães e investigadores, que atuam na repressão qualificada desse tipo de crime, sem deixar de valorizar os demais profissionais de Segurança que trabalham na área preventiva”, disse o delegado.

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Desaparecidos

O Núcleo de Pessoas Desaparecidas da DHPP também apresenta altos índices de produtividade superando 90% de casos esclarecidos. No primeiro semestre, foram 416 casos de desaparecimentos registrados na unidade com a localização de 379 vítimas, gerando um índice de 91,11% de resolutividade dos casos.

“Nos últimos anos, os índices do Núcleo de Pessoas Desaparecidas têm sempre ultrapassado a casa dos 90%, demonstrando o constante empenho e compromisso dos policiais do setor”, finalizou o delegado.

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil prende mulher por tráfico de drogas em Alto Boa Vista

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Assessoria | PJC-MT

Uma mulher envolvida com o comércio de entorpecentes no município de Alto Boa Vista (1059 km a Nordeste) foi presa pela Polícia Judiciária Civil, na manhã desta quarta-feira (21.08). A ação resultou na apreensão de 16 porções de pasta base de cocaína. 

A suspeita, F.O.A. de 32 anos, conhecida como “Indinha”, foi autuada em flagrante por tráfico de drogas, após ser surpreendida em uma residência no bairro Campinas, em Alto Boa Vista, praticando a traficância.

Durante diligências para averiguar diversas denúncias de pontos usados para venda de drogas, os policiais civis conseguiram identificar o endereço da suspeita, como local de armazenamento e comércio de drogas.

Com base nos indícios, os investigadores passaram a monitorar as proximidades da casa, sendo observado a todo momento grande movimentação de usuários e pessoas atuantes no tráfico na região.

No decorrer das investigações, também foi possível descobrir que a mulher investigada era envolvida em delitos de roubos e furtos, bem como nesta quarta-feira, ela teria recebido alguns objetos furtados em troca de drogas.

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Ato contínuo, a equipe foi até a casa de F.O.A., onde a traficante recebeu os policiais e autorizou a entrada no imóvel. No local, foi encontrado um pote de plástico contento várias porções de substância aparentando ser pasta base de cocaína.

Diante do flagrante, a suspeita foi encaminhada para Delegacia de Polícia de Alto Boa Vista, interrogada e autuada por tráfico de drogas. Após confecção dos autos, a presa foi colocado à disposição da Justiça.

 

Fonte: PJC MT
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Investigação da Polícia Civil leva a operação e descobre crimes ligados a grupo de extermínio

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil, por meio de investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), cumpriu três mandados de prisão preventiva contra um dos alvos da operação Coverage, realizada na manhã desta quarta-feira (21), pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, Promotoria Militar e DHPP.

Os mandados foram cumpridos concomitantes as prisões efetuadas pelo Gaeco, contra o tenente da Polícia Militar, Cleber de Souza Ferreira, por crimes de homicídios praticados em atividades típicas de grupo de extermínios, vinculados a inquéritos policiais da operação Mercenários, realizada em abril de 2016 pela Polícia Civil de Mato Grosso, que desarticulou uma organização criminosa responsável por homicídios sob encomenda, com fins financeiros, no município de Várzea Grande.

O tenente foi alvo também da operação Assepsia, deflagrada no dia 18 de junho de 2019, pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil, para cumprimento de sete  mandados de prisão e 8 ordens de busca e apreensão, relacionadas a investigação sobre a entrada de aparelhos celulares na Penitenciária Central do Estado (GCCO).

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Recentemente, a descoberta de uma pistola 9mm levou a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), a investigar a participação do tenente Cleber de Souza Ferreira, em crimes de homicídios ligados aos inquéritos da operação Mercenários.

A arma foi encaminhada à Perícia Técnica e Identificação Oficial (Politec) pela Polícia Militar, para exame de balística por conta de o tenente ter, em tese, efetuado um disparo de arma durante uma festa junina da Rotam, em 2018. Depois, em 2019, a DHPP pediu perícia em todas as armas calibre 9 mm, que tinham passado pela Politec, nos últimos dois anos, para conexão a eventuais crimes de homicídios.

A  Politec constatou em laudos periciais de balística a utilização da pistola em três homicídios consumados e quatro tentativas de homicídios, ocorridos entre os anos de 2015 e 2016.  

Nessa fase da investigação, a DHPP apurou que a arma pertencia ao tenente Cleber de Souza Ferreira, com registro no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma) na data dos crimes. No entanto, a apuração constatou dificuldade grande de conseguir documentações da procedência da arma.

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Quando da prisão do tenente na operação Assepsia, a GCCO verificou que havia diversas fraudes praticadas pelo tenente com objetivo de dar legalidade a uma arma 9mm, a mesma que foi descoberta recentemente vinculada aos inquéritos da operação Mercenário.

Um dos homicídios ligados a pistola foi contra Elias Venâncio de Farias, morto a tiros no bairro José Carlos Guimarães, em junho de 2015. Os demais crimes, entre tentados e consumados, ocorreram em janeiro de 2016, e todos com apontamentos para uso da pistola.

Diante da descoberta das fraudes, a Polícia Civil comunicou o Ministério Público Militar para as providências cabíveis relacionadas aos militares.

Além do Cleber, a DHPP também cumpriu mandados de prisão contra Claudiomar Garcia de Carvalho e José Edimilson Pires dos Santos, ambos presos desde a primeira fase da operação Mercenários, em 2016.

Fonte: PJC MT
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