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Polícia apreende mais uma cobra em operação que mira estudante picado por naja

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cobra em aquário
Polícia Civil do Distrito Federal

Cobra foi apreendida em operação

A Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu na manhã desta quinta-feira (16) mais uma serpente no desdobramento da operação que investiga relação de estudante picado por naja no último dia 7 com posse e tráfico de animais silvestres.

O animal foi encontrado em um dos quatro endereços nos quais policiais cumpriram mandados de busca e apreensão para a Operação Snake. Todos são conectados ao estudante Pedro Henrique Santos Krambeck, investigado pela polícia.

A suspeita da polícia é de que as 18 serpentes capturadas até o momento sejam do estudante de 22 anos. O animal apreendido nesta quinta não é venenoso. Além da cobra, celulares, documentos, medicamentos e outros objetos usados para criar animais silvestres foram apreendidos.

Pedro passou uma semana internado em um hospital particular do Distrito Federal após ser picado por uma naja, uma das cobras mais venenosas do mundo. Ele ficou em coma, mas se recuperou e recebeu alta em seguida. Pela posse do animal sem registro, o estudante foi multado em R$ 2 mil. Ele é investigado por ligação com o tráfico de animais silvestres.

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Nacional

Onde não tem atuação do garimpo não tem Covid-19, diz líder Yanomami

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Líder indígena faz denúncias em série documental


As tentativas de controle da pandemia têm sido comprometidas , principalmente, pelo cabo de guerra político travado entre prefeitos, governadores e governo federal. E, para jogar luz nesse debate , o capítulo IX da série documental “A tirania da minúscula coroa: Covid-19” traz uma composição de importantes visões acerca do tema.


Um dos participantes é o líder da tribo indígena Yanomami , Maurício Ye’kwana. No episódio 9º episódio, “A (des)politização da panemia”, Ye’kwana afirma que o garimpo está destruindo a comunidade Yanomami e pede ações do governo federal. “O número de garimpeiros está, cada vez mais, aumentando nas terras indígenas. Os garimpeiros entram, poluem, trazem a violência e levam o que não tem que ser levado”, diz.

O líder – que também é diretor da Hutukara Associação Yanomami -, acredita que a quantidade de pessoas vindas de fora das terras indígenas é responsável pelo aumento no número de casos de Covid-19 entre os membros da tribo. “São 94% de infectados, principalmente crianças e idosos. Esses são os maiores problemas que enfrentamos hoje”, aponta. “Onde não tem atuação do garimpo, não tem essa doença, aonde tem atuação dos garimpeiros tem essa doença. E mais de 200 (indígenas) estão infectados. Os yanomamis estão sofrendo”, afirma.

Ye’kwana aproveita a oportunidade e faz um apelo ao governo federal . “Que o governo cumpra o seu papel de tirar os invasores das nossas terras, dando autonomia para que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) faça uma operação.”

Além do líder dos Yanomami, o documentário ainda conta com nomes como o escritor Pablo Ortellado, Fernando Abrucio, Marco Aurélio Nogueira, Carlos Melo, o professor André Singer e a ex-secretária adjunta do Bolsa Família Letícia Bartholo.

Entendimento

O jornalista Gustavo Girotto, diretor da série, destaca que o episódio ouviu cientistas políticos, antropólogos e lideranças indígenas para traçar uma linha de compreensão .

“Tentamos entender os efeitos e os impactos dessas medidas na vida das pessoas, mais que isso, as possíveis consequências dessa politização. As ruas se tornaram virtuais e, diariamente, popularidades estão sendo testadas. Qual o efeito prático dessas ações?”, questionou Girotto, mencionando que partiu dessa premissa.

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TSE adia decisão a respeito de tese sobre abuso de poder religioso

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José Cruz-Agência Brasil

O julgamento deve ser retomado na terça-feira (18)


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, nesta quinta-feira (13), o julgamento que pode definir a possiblidade da aplicação da conduta de abuso de poder religioso nas eleições municipais deste ano.

Até o momento, os ministros Alexandre de Moraes e Tarcísio de Carvalho Neto votaram contra a medida. Somente o relator, Edson Fachin, defendeu a tese para punição. O julgamento deve ser retomado  na terça-feira (18).


O tribunal julga o caso em que o Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu a cassação de uma vereadora do município de Luziânia (GO), eleita em 2016, por suposto abuso de poder religioso. De acordo com o processo, o pai da parlamentar e pastor da Assembleia de Deus teria promovido um reunião com membros da igreja para pedir votos. Pelo episódio, a vereadora foi condenada pela Justiça Eleitoral, mas recorreu ao TSE. 

Até o momento, os três ministro que votaram, inclusive o relator, entenderam que as provas anexadas ao processo não são suficientes para cassação da vereadora, mas decidiram analisar a tese de abuso de poder religioso para aplicação em outros casos. Essa forma de abuso nas eleições não está prevista em lei. 

Segundo Fachin, é necessária impor limites às “atividades eclesiásticas” para proteger a liberdade do voto e a legitimidade do processo eleitoral. Alexandre de Moraes e Tarcísio de Carvalho Neto entenderam que não se pode impedir os religiosos de votarem em quem professa sua fé e limitar a atuação do seguimento religioso na política. Ainda faltam os votos de quatro ministros.

O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do STJ, e dois advogados com notório saber jurídico.

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